sexta-feira, 26 de junho de 2009

Nem tudo é fácil



É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.

É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...

É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!

Cecília Meireles


http://www.pensador.info/autor/Cecilia_Meireles/

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Médicos tiram pedra de 1,125 kg do rim de húngaro



Pedra retirada de Sandor Sarkadi tem 17 centímetros de diâmetro.
Cirurgia aconteceu no hospital Kenez Gyula, em Debrecen (HUN).

Do G1, em São Paulo



Urologista Judit Csorba, do hospital Kenez Gyula, em Debrecen (Hungria), mostra uma pedra de 1,125 quilo e 17 centímetros de diâmetro, que foi removida do rim do paciente Sandor Sarkadi, que está ao lado de sua mulher.

http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL963820-6091,00-

(Foto: MTI,Tibor Olah/AP)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Médicos descobrem árvore crescendo em pulmão de paciente


Russo reclamava de dor no peito e tosse; médicos suspeitaram de câncer. Em cirurgia, foi encontrada planta de cerca de 5 cm em órgão de paciente.
Do G1, em São Paulo



Cirurgiões na Rússia acreditavam que iriam retirar um tumor do pulmão de um paciente de 28 anos. No entanto, eles encontraram uma planta - de cerca de 5 centímetros - crescendo no interior do órgão do paciente. O incidente ocorreu na região dos Urais, segundo o diário "Komsomolskaya Pravda". Artyom Sidorkin reclamava de dor no peito e relatava aos médicos que tossia sangue. "Quando me disseram que haviam encontrado uma árvore no meu pulmão, pisquei e acreditei que estava delirando", conta Sidorkin. Os médicos acreditam que Sidorkin tenha inalado uma semente de um abeto - uma árvore conífera comum na América do Norte, Ásia e Europa -, que depois começou a brotar em seu pulmão.

http://fenomenossobrenaturais.blogspot.com/2009/04/medicos-descobrem-arvore-crescendo-em.html

Foto: Pulmão de jovem russo virou 'vaso' para árvore. (Foto: Reprodução/mosnews.com)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Os poderes da mente


A pessoa voaNão me recordo bem mas, acho que foi no livro, História Desconhecida dos Homens desde há Cem Mil Anos, de Robert Charroux, ou num outro, O Misterioso Desconhecido, também do mesmo autor. Ambos da colecção, Enigmas de Todos os Tempos, da Livraria Bertrand.


Um deles, falava, que quatro indivíduos colocando as mãos em pirâmide, por cima da cabeça de outro sentado, primeiro as mãos esquerdas, depois as mãos direitas sem se tocarem, até todas as oito mãos ficarem colocadas. Aguardar algum tempo, e depois retirá-las uma a uma.Com os dedos indicadores colocados debaixo dos ombros e joelhos da pessoa sentada, esta eleva-se como se voasse, como se perdesse o peso.Mais tarde fiz a experiência com objectos e também funcionou.Não há explicação para isto.Chamei os meus colegas e fizemos a experiência, perante o cepticismo geral, que isso era coisa de malucos.


Quando levantámos com quatro dedos o outro colega sentado, ele quase que voou até ao teto… parecia levitar.Ficaram com tanto medo que se negaram a repetir a experiência. Mas não desisti.No tempo do serviço militar colonial no Norte de Angola, em Balacende, havia uma bateria de serviço das comunicações, dessas antigas, potentes, muito pesadas, que se recarregava. Quando íamos buscá-la, o local ficava um pouco distante.Fiz a mesma experiência, desta vez com a bateria, e ficou tão leve que não se sentia o peso.


O mesmo fiz com uma mesa de madeira grande e pesada com os mesmos resultados da bateria.Foi assim que as pedras das pirâmides do Egipto foram colocadas? As colossais estátuas da Ilha de Páscoa transportadas? E muitos outros megálicos, menires e similares?Porque a ciência até agora não consegue explicar isto? Porque não existe explicação para isto?Há muitos anos que não voltei a fazer a experiência, porque os intervenientes não querem repetir o terror que sentem. O medo apavora-os.


A nossa mente nos controla




Tudo que vemos, sentimos, ouvimos e fazemos vem direto dela. O que acontece quando nossa mente não funciona bem e temos estranhos fenômenos, é o que essa lista vai mostrar.

10 – Déjà Vu
Déjà vu é uma expressão da língua francesa e língua frísia que significa já visto (literalmente). É uma reação psicológica, para por vezes tornar um local mais acolhedor, fazendo com que sejam transmitidas idéias de que já se teve naquele lugar antes, já se viu aquelas pessoas, etc.

Sabe-se que nossa memória às vezes pode falhar; nem sempre consegue-se distinguir o que é novo do que já era conhecido. Eu já li este livro? Já assisti a este filme? Já estive neste lugar antes? Eu conheço esse sujeito? – essas são perguntas corriqueiras de nossa vida. No entanto, essas dúvidas não são acompanhadas daquele sentimento de estranheza que é indispensável ao verdadeiro déjà vu. Eu posso até me sentir um pouco confuso, ou indeciso, ou triste por sentir que minha memória já não tem a limpidez de outros tempos, mas isso é natural; o sentimento associado ao déjà vu clássico não é o de confusão ou de dúvida, mas sim o de estranheza. Não há nada de estranho em não lembrar de um livro que se leu ou de um filme a que se assistiu; estranho (e aqui entra-se no déjà vu) é sentir que a cena que parece familiar não deveria sê-lo. Se tem a sensação esquisita de estar revivendo alguma experiência passada, sabendo que é materialmente impossível que ela tenha algum dia ocorrido.

9 – Déjà Vécu
A maioria das pessoas que pensam que estão tendo um Dejà Vu na verdade sentem o Déjà Vécu. Déjà vu é o sentimento de já ter visto algo antes, enquanto o déjà vécu é a experiência de já ter visto um evento anteriormente, mas muito mais rico em detalhes – como reconhecer cheiros e sons. Ele é geralmente acompanhado de um sentimento muito forte de saber o que vai acontecer em seguida. A sensação é muito detalhada, o sentimento é de que tudo é exatamente como foi anteriormente, por isso, as teorias que dizem que a situação teria sido lida previamente ou vivida numa vida anterior são inválidas, uma vez que essas ocorrências nunca poderiam recriar a situação com exatidão, seja devido à falta de sentido do envolvimento seja pela presença de um ambiente moderno. Até hoje esse fenômeno não foi muito esclarecido pelos pesquisadores, e continua um mistério.

8 – Déjà visité
Essa sensação é menos comum e envolve uma estranha sensação de que já se conhece um lugar no qual você nunca esteve. Quem passa por essa situação, pode conhecer tudo a sua volta em uma cidade que nunca tenha visitado antes. E ao mesmo tempo saber que isso não seria possível.
Sonhos, reencarnação e até uma viagem fora do corpo não estão excluídas da lista de possíveis explicações para esse fenômeno. Alguns acreditam que ler um informativo detalhado sobre um lugar pode causar este sentimento quando se visita esse local mais tarde. Dois exemplos famosos dessa situação foram descritos por Nathaniel Hawthorne em seu livro Our Old Home e por Sir Walter Scott em Guy mannering. Hawthorne reconheceu as ruínas de um castelo na Inglaterra e depois pôde verificar vestígios da sensação em uma peça escrita sobre o castelo por Alexander Pope, dois séculos atrás. C. G. Jung publicou um informativo sobre déjà visité em seu artigo no synchronicity em 1952.
Para diferenciar o dejà visité do dejà vécu, é importante identificar a causa da sensação. Déjà vécu é uma referência a ocorrências e processos temporais. Enquanto déjà visité tem mais ligações a dimensões geográficas e espaciais.

7 – Déjà senti
Esse fenômeno especifica algo já sentido. Mas sem o mesmo sentido de déjà vécu, déjà senti é primeiramente ou igualmente exclusivo para um acontecimento mental, sem aspectos precognitivos, e raramente, permanece na memória da pessoa logo depois. A recordação inicia-se sempre pela audição da voz de outra pessoa, ou pela verbalização dos pensamentos da pessoa que sofre disso.

6 – Jamais vu
Da expressão francesa que significa nunca visto, ela significa não recordar de uma coisa que já se viu antes. A pessoa sabe que já aconteceu, mas a experiência faz-se sentir estranha. Descrito frequentemente como o oposto do déjà vu, os jamais vu envolvem uma sensação de medo e a impressão de observador da situação pela primeira vez, apesar de, racionalmente, saber que estiveram na situação antes. Jamais vu é associado às vezes com determinados tipos de amnésia e de epilepsia.

5 – Presque Vu
Presque vu é uma sensação muito similar a aquela Tá na ponta da lingua – ou seja um sentimento muito forte de que você está prestes a presenciar uma Epifânia – que é a sensação de que você irá ter uma revelação. O termo presque vu significa ?quase visto?. A sensação de presque vu pode ser desorientadora e destraidora.

4 – L’esprit de l’escalier
L’esprit de l’escalier – do francês, significa literalmente o espírito da escadaria – essa espressão serve para designar aquela situações em que você está em uma discussão e sai perdendo por não saber o que dizer, mas depois de ir embora – descendo as escadas, daí a origem da expressão – você tem aquele estalo e pensa na coisa mais perfeita do mundo pra se dizer, aquilo que deixaria seu oponente no chão e sem nenhuma reação possível e você sairia vitorioso e triunfante, se não fosse pelo fato de já ser tarde demais. Só depois que já formos embora, que nos afastamos abatidos é que pensamos que poderíamos ter dito isso ou aquilo.

3 – Síndrome Capgras
A síndrome de Capgras também é conhecida como erro de identificação ilusória. É o oposto de déjà vu. As pessoas com a síndrome de Capgras acham que seu cônjuge, seus familiares ou até seus animais de estimação foram substituídos por sósias. Imagine como seria constrangedor ter alguém semelhante à pessoa amada a seu lado e que soubesse detalhes íntimos de sua vida, mesmo que você tivesse certeza que esse alguém é um impostor. A síndrome de Capgras costumava ser considerada bastante rara, mas os profissionais da área médica estão começando a achar que talvez ela não seja tão rara assim. Quanto maior a quantidade de médicos que conhecem a síndrome, maior é a quantidade de pessoas que eles descobrem que a têm.

2 – Síndrome de Fregoli
Em homenagem ao ator Leopoldo Fregoli, que conseguia trocar de roupa com muita rapidez, a síndrome de Fregoli, ou ilusão de Fregoli, leva o doente a acreditar que as pessoas ao seu redor realmente são outras pessoas disfarçadas. Por exemplo, você vê seu médico e acha que ele é sua ex-namorada disfarçada de médico. Uma paciente achou que duas atrizes famosas vestiram a roupa de suas enfermeiras para poderem perturbá-la. Os pacientes com ilusão de Fregoli acham que as pessoas ao seu redor são capazes de mudar a aparência, roupa e sexo em questão de segundos, com apenas vestígios, quase imperceptíveis, de sua identidade real.

1 – Prosopagnosia
Prosopagnosia é um fenômeno no qual a pessoa não consegue reconhecer faces de pessoas ou objetos que deveria conhecer. A pessoa que sofre dessa desordem geralmente usa outros sentidos para reconhecer as pessoas, como o cheiro dela, o formato ou estilo do cabelo, o som da voz, ou até mesmo seu modo de andar. Um caso clássico dessa síndrome foi apresentada em 1998 no livro chamado The man who mistook his wife for a hat ou em bom português :O homem que confundiu sua mulher com um chapéu.

http://www.vidauniversitaria.com.br/blog/?p=11823

domingo, 21 de junho de 2009

'Up', a menina e o cancro










No princípio, tudo é maravilhoso. Ficamos porque nos enamoramos, nos vamos porque nos desencantamos, regressamos porque nos sentimos sós, morremos porque é inevitável".

JULIO VALDEÓN BLANCO desde NOVA IORQUE

EL MUNDO

21 de Junho de 2009.- Pixar nos deixa tão embriagados, tão entregues ao tremor que provocam as suas películas, tão flipados, que parecerá mais uma reunião de bruxos bons que um estúdio cinematográfico. A sua última façanha, à parte do subidão do cine glorioso e o beija-mãos que os críticos e espectadores lhe dedicam, a sua penúltima aventura, dizia, passa por uma menina, ou seja, por Colby Curtin, que com dez anos padecia de um cancro vascular.

Confesso que não conhecia esse filho deputado; ou acaso se trata de uma enfermidade baptizada de outra forma no nosso idioma. Quiçá alguém possa aclarar-mo. Os periodistas, a vilania, já sabem, somos assim de pernas, inúteis, marmelos e canastrões. O caso é que Colby estava condenada.

Assolada pelo mal, cosida no espeto, a pequena queria ver 'Up', mas o seu estado grave impedia-a de abandonar a cama. Então apareceu Carole Lynch, amiga da família que nada tem que ver com o director de 'Blue velvet', esse megalómano empenhado em salvar o karma infantil do terceiro mundo à base de meditação transcendental e ademais pesadelos 'new wave'.

No qual, que Carole aplicou-se ao impossível: contactou com os tiros grandes de Pixar e, oh milagre, o estúdio enviou um empregado a casa de Colby com uma cópia de 'Up' debaixo do braço, recém cozinhada como se fosse o pão quente que citava Vallejo meio minuto antes de que o paludismo e a neve lhe explodissem o fígado.

Colby, no fim, viu a menina e o menino que se juraram amor sem saberem que é o passaporte da melancolia, que incluso quando sai bem o muito cabrito te joga, que como tantas vezes explicou Boyero citando “Os profissionais, ″no princípio, tudo é maravilhoso. Ficamos porque nos enamoramos, nos vamos porque nos desencantamos, regressamos porque nos sentimos sós, morremos porque é inevitável".

Colby, com o seu entre sonho com sabor a cobre, com o seu fardo da morte, com a Pelona enroscada ao tornozelo como uma mamba, contemplou o velho amuado na sua casa de globos, perdido junto a um menino e a um cão, saudou o pássaro que vive junto ao Salto do Anjo, ao explorador amargado, ao seu coro de cães hábeis na alta cozinha, a uns bosques, a uns céus, com vocação de bandeira, que ondeiam no rincão do peito onde os melhores sonhos não espirram entre martelos, e acabada de ver o filme, sete horas depois de ver 'Up', morreu.

Foto: Colby Curtin, numa imagem tomada por Carole Lynch. Ap

sábado, 20 de junho de 2009

Hospital Josina Machel em Luanda colabora mas erra


SEMANÁRIO ANGOLENSE

Finalmente, o hospital Josina Machel começa dar mostras de que quer de facto colaborar na resolução do caso da pequena Jussara de Jesus, a menina que padece de um tumor na língua e que desde o seu nascimento, há 6 meses, tem sido vítima de descaso e experimentações médicas. Tendo concluído que o melhor é mesmo que Jussara seja tratada no exterior do país, já que por cá ninguém consegue dar sumiço ao tumor que a pequena padece desde o nascimento, a direcção do hospital fez chegar junto dos pais o relatório medico para evacuação da menina para o exterior onde se espera por uma solução definitiva do seu delicado caso.

Segundo familiares da menina, o relatório médico já estava na posse dos pais, mas foi devolvido à procedência para rectificação do nome da paciente que estava escrito de forma incorrecta. Neste momento, tudo se tem feito no sentido de regularizar toda a documentação necessária para a saída da menina. Ainda não nos foi informado em que país Jussara de Jesus será tratada, mas os familiares asseguram que a empresa que se disponibilizou a custear a deslocação e tratamento continua firme na sua decisão de ajudar no que for preciso. Quanto ao seu estado clínico, o SEMANÁRIO ANGOLENSE soube que não houve qualquer evolução significativa.

De acordo com parentes da pequena, ela continua apenas a receber as habituais «picas» paliativas, que lhes são ministradas semanalmente. Jussara de Jesus encontra-se no hospital Josina Machel desde o dia 19 de Maio. Antes, esteve no hospital pediátrico onde os pais da menina a levaram logo após terem descoberto que algo de anormal se passava com ela. Sem conseguir determinar um diagnóstico, a direcção deste hospital remeteu o caso ao centro nacional de oncologia, onde se veio a saber que a menina padecia de um tumor benigno, mas o mesmo centro recusou-se a fazer o tratamento alegando não ser sua especialidade, tendo mandado a menina de volta ao hospital pediátrico.

No regresso ao hospital pediátrico, a pequena Jussara não teve atendimento médico, sob a alegação de que o especialista que devia tratar dela, um médico de Otorrinolaringologia, não estava disponível, o que levou a direcção daquele hospital a remeter o caso ao Josina Machel, onde foi recebida por um médico de maxilo-facial, e não da especialidade recomendada. Até hoje o tratamento resume-se na ministração de injecções na língua da menina, provavelmente para amainar apenas as dores.

Imagem: http://www.angola24horas.com/

Conheça a Síndrome de Visão de Computador e veja como evitá-la



Segundo o diretor da Clínica Visão Laser e membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Marcello Colombo Barboza, quem sente cansaço visual e apresenta olhos irritados e vermelhos, depois de um dia de trabalho ou de horas navegando na internet, pode estar com a Síndrome de Visão de Computador.

Para algumas pessoas, sem computador não dá mais para viver. O problema é que o excesso de horas passadas na frente do monitor deu origem à Síndrome de Visão de Computador, um mal que aflige entre 70% e 80% dos pacientes usuários de computador, que chegam ao consultório do especialista reclamando de cansaço na vista.

Não é à toa: o computador exige um esforço visual muito grande. Os principais sintomas da síndrome são cansaço visual, olhos irritados ou vermelhos, secos ou lacrimejantes, coceira, fadiga, sensibilidade à luz, sensação de peso das pálpebras ou da fronte e dificuldade em manter o foco da visão.

O monitor do equipamento é um dos principais causadores da síndrome. Ele é formado por vários pixels (pequenos pontos), que exigem que o usuário force o foco para enxergar as imagens, um esforço que leva à tensão do músculo do olho. Isso sem falar que, ao olhar fixamente para a tela, o usuário reduz o número de piscadelas, ocasionando olhos secos e doloridos. A sobrecarga ainda por cima incentiva dores na cabeça e no pescoço.

“Aqueles que passam mais de duas horas por dia no computador e que apresentam problemas de visão, como miopia, hipermetropia, entre outros, correm maior risco de desenvolver a síndrome”, revela o especialista, que também alerta os pais para o controle das horas em que as crianças passam na frente do equipamento.

Para o diagnóstico completo, procure um oftalmologista, que pode recomendar o uso de óculos ou de colírios para resolver o problema.

http://www.vidauniversitaria.com.br/blog/?p=11301

quinta-feira, 18 de junho de 2009

AGRIÃO


Nome Científico: Nasturtium officinale R. Br.
Família: Brassicaceae
Nome Popular: Agrião

Características:
Erva com raízes gemares;

Folhas alternas, compostas de 3 - 11 folíolos oblongos e glabros;

Flores branco - amareladas, e dispostas em racinos curtos, terminais ou auxiliares; fruto silica subcilíndrica, nervada de 5cm de comprimento, contendo sementes pardacentas, apteras, rugosas, pequeninas.

Contém iodo, cobre, ferro, enxofre, fostato e óleo essencial sulfo-azotado amargo e volátil (essência de mostarda isosulfocyanato de allyla) ( Corrêa, 1926).

Comentários:

Segundo Morgan (1979), para uso em saladas, quanto mais tenra melhor. Utilizando-se a planta fresca é necessário colhê-la no momento de servir e o ato da colheita deve ser feito preferencialmente antes da floração.

Do Dictionnaire des Sciences Medicales cita: O Agrião tem sido recomendado na tuberculose pulmonar. É excelente nas desordens digestivas caracterizadas por debilidade. Usado também com êxito na dispepsia associada com flatulência e azedume. (Balbach, 198?).

Relata Corrêa (1926), que a medicina tira grande proveito do suco e do óleo sobretudo como tônico e antiescorbútico. Diz ainda que a planta é originária da Europa e que acha-se subespontânea em todo o Brasil.

Alzugary e Alzugary (1983), atribui como propriedades medicinais, ser agrião depurativo, descongestionante digestivo e diurético, que possui grande teor de vitamina "C". Funciona como antídoto aos efeitos tóxicos da nicotina, apressa a cicatrização. Seu suco adoçado com mel dá um excelente xarope para combater a bronquite, tosse e toda a sorte de enfermidade catarrais.

Balbach (198?), confere à planta, grandes poderes curativos nos casos de varíola, sarampo e que provoca transpiração, além de propriedades vermífugas.

Balbach e Boarim (1992), afirmam que o agrião convém aos diabéticos, porque encerra poucos principios amiláceos. O suco é bom para amenorréia, dismenorréia, anorexia, colecistite, colelitíase, debilidade cardíaca, debilidade geral, dematose, hidropisia, litíase renal, vermes, além de previnir a queda do cabelo em fricções diárias.

http://www.geocities.com/plantas_medicinais/agriao.htm

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Brasil: Dia Mundial do Doador de Sangue


14.06.2009

Teste mais eficiente pode melhorar a qualidade do sangue.

O Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho conforme determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS), será lembrado no Brasil sem muitos motivos para comemorações. Pelo menos para um casal de Santa Catarina, que perdeu o filho vítima da Aids, e para Alda Maldonado Orsini, que contraiu hepatite C, ambos por transfusão de sangue contaminado. Para incentivar a população a doar sangue, material por vezes escasso nos hospitais públicos e privados, e mostrar como a transfusão pode ser feita de forma segura, a Associação Brasileira de Bancos de Sangue (ABBS) fará campanha no dia 12, de 8h às 12h, na praia de Copacabana.

Casos como esses poderiam ser evitados se o teste de controle de qualidade do sangue realizado no país fosse do tipo NAT (Teste de Ácido Nucléico), que detecta o HIV apenas 10 dias depois da infecção e o HCV, vírus da hepatite C, em 20 dias. O teste usado hoje no Brasil é o ELISA (Ensaio de Imunoabsorção Ligado à Enzima), que detecta o HIV em 22 dias depois da infecção e o HCV depois de 70 dias.

Recentemente, o casal catarinense obteve, no Superior Tribunal de Justiça, o direito de ser indenizado pela morte do filho, vítima da Aids. A criança foi infectada em 1993, quando tinha 2 anos de idade, e morreu um ano e meio depois. A dona de casa Alda Maldonado Orsini, de 72 anos, por sua vez, contraiu o vírus da hepatite C em 1981, ao necessitar de sangue após uma cirurgia. Na ocasião, precisou fazer tratamento durante um ano e, ainda hoje, sua saúde exige cuidados especiais. “Na época não havia como detectar esses vírus no sangue, mas hoje já existem meios de se fazer isso”, observa a dona de casa.

Solução – Na prática, com um teste mais eficaz para o controle da qualidade do sangue doado, o risco de contaminação por transfusão poderia cair drasticamente no país. Para efeito de comparação, no Estado de São Paulo, a taxa de contaminação é de 15 pacientes para cada milhão de transfusões realizadas. Nos Estados Unidos, onde o NAT é empregado, o número cai para duas pessoas contaminadas em um milhão de transfusões.

A eficiência do NAT foi reconhecida pela Anvisa na Portaria 262, de 05/02/2002, que tornava obrigatória a realização do exame na Hemorrede Nacional e nos Serviços de Hemoterapia públicos, filantrópicos ou privados, dentro do prazo de seis meses. Alegando dificuldades técnicas e falta de recursos, o órgão publicou mais três portarias que acabaram por atrasar e dividir a implantação do NAT em etapas. Sete anos se passaram e o NAT ainda não é ofertado pelo serviço público. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Carlos Chagas (unidade da Fiocruz no Paraná), está desenvolvendo um kit nacional, já que os serviços privados de hemoterapia utilizam atualmente o teste importado, certificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Ministério da Saúde.

Segundo Esther Lopes, chefe do setor de hemoterapia do HEMORIO – que já foi escolhido para iniciar os testes com o NAT brasileiro – explica que a diferença entre os dois testes é que o NAT investiga o material genético do vírus, enquanto o ELISA verifica a presença de anticorpos contra o vírus no organismo. A vantagem do NAT é que ele encurta a janela imunológica, ou seja, dá resultado reativo poucos dias após a contaminação. Para a especialista, “O NAT vai trazer mais segurança. Casos que não se pegaria com os exames tradicionais, o NAT certamente vai identificar”.

Dados da Associação Brasileira de Bancos de Sangue (ABBS) revelam que, das 4 milhões de bolsas de sangue coletadas no país, menos de 200 mil são testadas pelo NAT. Cristina Pessoa, membro da comissão científica da ABBS, aponta que o NAT é mais seguro porque é mais sensível na detecção do vírus e partículas virais. “Com isso, serão descartadas as bolsas que hoje passam na triagem como falsamente livre dos vírus pelo teste atualmente realizado”, alerta.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, 620 mil pessoas vivem hoje no Brasil com HIV/AIDS e cerca de três milhões com o vírus da hepatite C.

Portal Fator Brasil – 12.06.2009
http://criasnoticias.wordpress.com/2009/06/14/brasil-dia-mundial-do-doador-de-sangue/

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Os mais vulneráveis à gripe A


Maiores, enfermos crónicos, grávidas e imunosuprimidos, grupos de risco
Ante suspeitas de infecção, pede ajuda por telefone para evitar contágios
É necessário extremar as medidas higiénicas para melhorar a prevenção

EL MUNDO

Actualizado segunda-feira 15/06/2009 16:41 (CET)

CRISTINA G. LUCIO

MADRIDE. - O vírus A/H1N1 provocou este fim-de-semana a sua primeira vítima fora do continente americano. O falecimento de uma mulher escocesa de 38 anos na localidade de Paisley fez saltar alguns alertas; sem dúvida, os científicos apressaram-se em sublinhar que "os problemas de saúde subjacentes" que sofria a paciente tiveram muito que ver no fatal desenlace.

"Ainda que todavia não se conseguiu determinar que pessoas têm mais probabilidades de contágio, sabe-se que há determinados grupos com um risco mais alto de sofrer complicações se contraem o vírus", explica a EL MUNDO Francisco Guillén, director da Unidade de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Clínica Universitária Navarra.

São mais vulneráveis ao vírus, segundo as palavras de Guillén:
As pessoas maiores de 65 anos
As que padeçam uma enfermidade que predisponha a complicações, como as enfermidades crónicas cardiovasculares (salvo a hipertensão), diabetes, insuficiência renal, anemia, enfermidades pulmonares, enfermidades hepáticas crónicas.
As pessoas em estado de imunosupressão, como pacientes com sida ou aqueles que se submeteram a um transplante
Meninos e adolescentes menores de 18 anos que sigam um largo tratamento com aspirina. O uso continuado de ácido acetilsalicílico neste grupo para tratar os sintomas gripais pode desencadear dano cerebral súbito e problemas hepáticos. (Conhece-se como Síndroma de Reye).

Mulheres grávidas
"Que sejam mais vulneráveis não significa que devam estar especialmente preocupadas. Estas pessoas são mais susceptíveis a complicações se sofrem qualquer infecção, incluída a gripe estacional, e o novo vírus não é uma excepção", comenta Andreu Segura, presidente da Sociedade Espanhola de Saúde Pública e Administração Sanitária.

Tanto as autoridades sanitárias europeias como as estado-unidenses remarcam que a maioria dos 29.669 casos que se registaram até à data em todo o mundo são leves e que muitos dos afectados superaram o contágio sem maiores problemas.
Se tosse e tem febre, não vá ao médico

A extensão do vírus por todo o planeta e o contágio mantido em algumas regiões fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevasse o alerta ao nível de pandemia; uma decisão que, conforme assinalam os peritos consultados por EL MUNDO não provocaram muitas mudanças na prática.

"O que supõe este nível é que conter a difusão do vírus é impossível e há que centrar-se nos efeitos da enfermidade", comenta Segura, também membro do comité científico criado pelo Ministério da Saúde.

Neste sentido, o Comité Executivo Nacional da Gripe anunciou que, a partir de agora, as administrações substituirão as medidas de controlo da expansão da enfermidade pela vigilância estreita dos quadros respiratórios graves que se produzam em hospitais seleccionados e através da rede de médicos sentinela.

Isso sim, tal como explicam os especialistas consultados por EL MUNDO, segue sendo necessário tomar algumas medidas básicas para reduzir os contágios na medida do possível. "No caso de suspeita, ante qualquer sintoma gripal, o mais razoável é não acudir aos serviços sanitários. Há que pedir ajuda, mas por telefone – através do 112 (em Espanha) –, onde se receberão instruções sobre o que fazer", indica Segura.

"À simples vista, não se pode distinguir o novo vírus da gripe estacional, pelo que há que tomar precauções. Desta maneira, evita-se expor a mais gente ao contágio, especialmente a grupos vulneráveis que podem estar no centro de saúde", aponta.

"E é necessário extremar as medidas higiénicas. Lavar as mãos é fundamental para prevenir o contágio. É uma medida muito más útil e efectiva que outras mais chamativas, como as máscaras", recalca.

Este perito dúvida de que se leve a cabo uma imunização massiva uma vez que está pronta a vacina específica na que já trabalham vários laboratórios.

"O que se esboça é fazer uma selecção similar à que já se faz com a gripe estacional e recomendar a vacina a determinados sectores", comenta.

"Haverá que ver que grupos estratégicos a necessitam e valorar se os mais jovens, que não estiveram nunca em contacto com vírus similares, são uma população a ter em conta", explica este perito, que assinala a todo o momento, que "a vacina todavia deve pôr-se à prova" e que é só um elemento mais de prevenção.

Imagem: Um sanitário trabalha num hospital da Indonésia (Foto: Reuters Crack Palinggi)

Médico americano pró-aborto é assassinado nos EUA


Agência AFP JB ONLINE

WICHITA - Um médico pró-aborto nos Estados Unidos, George Tiller, foi morto a tiros ao ingressar neste domingo na igreja luterana que frequentava, na cidade de Wichita, Estado americano do Kansas, confirmaram autoridades locais.

Muito mal visto pelos movimentos contra o aborto, Tiller, de 67 anos, já havia sido vítima de atentados anteriores.

O FBI foi mobilizado para tentar encontrar o assassino - um homem branco visto por diversas testemunhas que participavam do culto e que fugiu num carro com número da placa devidamente anotado.

Tiller era um dos poucos médicos nos Estados Unidos que praticavam os chamados abortos em gravidez adiantada (após 20 semanas de gestação, quando o feto já teria condições de sobreviver fora do útero) sendo alvo de grupos pró-vida.

Sua clínica vinha sendo frequentemente palco de manifestações e ele já havia sido ferido a tiros há 16 anos. O assassinato do médico, no entanto, foi condenado por grupos pró-vida.

20:07 - 31/05/2009

domingo, 14 de junho de 2009

Dicas para perder barriga


1) DIETA EQUILIBRADA

Evite mobilizar muita insulina: a insulina é um hormônio que quando está circulando avisa às células que elas devem produzir gordura. O papel da insulina é manter os níveis de açúcar do sangue equilibrados entre 80 e 110 mg/dl. Isso é fundamental para nosso metabolismo, pois o cérebro se alimenta de glicose, então não pode faltar este combustível, além disso, não pode sobrar glicose no sangue.

Ela tem um efeito abrasivo nas artérias causando lesões. Para que não tenha a mais nem a menos existe a insulina com o papel de pedir glicose quando está faltando e mandar as células transformarem o excesso em gordura para usar quando necessário.

- Como posso fazer barriga e engordar por causa da insulina?
- ficando muito tempo sem comer: mais de 4 horas sem comer nada pode avisar ao corpo que está havendo risco, o que ele faz? Libera insulina, que faz com que se sinta fome, enquanto você estiver distraído tudo bem, mas na hora em que for comer, a insulina vai mandar aproveitar para formar gordura em vez de músculo (no caso da atividade física), queimar gordura (no caso de quem está de dieta).

- Beliscando muito: comendo a toda hora um alimento altamente energético também mobiliza muita insulina. Comer a cada hora faz com que o pâncreas (órgão que produz insulina) trabalhe feito um louco.

- Comendo muito carboidrato simples: pão branco, biscoito, doces, balas, chicletes, barras de cereal, salgadinhos. Estes alimentos desprovidos de fibras são quebrados (digeridos) quase que completamente na boca, liberando glicose no intestino sem que haja barreira alguma para isso, deixando passar grande quantidade de açúcar e consequentemente – INSULINA.

- Alto consumo de bebidas estimulantes: café preto, chimarrão, coca-cola (light inclusive!) estas bebidas costumam trazer a falsa idéia de estar recebendo alimento.

- Excesso de insulina dá barriga porque possuímos receptores para gordura na barriga e este estímulo continuado faz com que se acumule gordura neste ponto.

2) POSTURA : outro fator desencadeante da barriga é a postura curvada e sentada o tempo todo, procure se movimentar, levante-se durante o dia, mexa-se e observe se os músculos das costas não estão contraídos e os da barriga relaxados.

3) LÍQUIDOS com a COMIDA- Ingerir muitos líquidos com a refeição, isso acontece por um efeito mecânico, pois além de ocupar mais espaço torna a digestão mais lenta e difícil.

4) FALTA DE ÔMEGA 3 - ácidos graxos monoinsaturados - ômega 3 e ômega 6 tem a propriedade de modular os receptores localizados na linha da cintura. Portanto se faz necessário o consumo de alimentos que sejam fonte destes ácidos graxos como nozes, castanhas, semente de linhaça, semente de girassol, azeite de oliva extravirgem, soja.

5) SEDENTARISMO - Não podemos esquecer da atividade física, que sem ela pouco do que falamos acima resolve totalmente o problema.

Maribel - Nutricionista
www.maribel.com.br

Site Médico
http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=1772&PHPSESSID=c58ac41780bd82b9a352fcd4d9ebd3ce

sábado, 13 de junho de 2009

O médico tranquilizou-me


Quem mais sofre com a tristeza diária que nos impõem sem justificação plausível é o nosso coração. Os sistemas políticos rastejam e põem-nos de rastos, e desequilibram a precariedade da assistência médica. O médico, parece que não, insere-se num sistema de saúde estatal… muito politizada. Mas não devia lá estar, infelizmente está, obrigam-no.

Imagino o seu sofrimento, quer trabalhar, mas impedem-no. Hoje em dia nem a medicina escapa da propaganda política. E obrigatoriamente somos tranquilizados, e nos tranquilizantes receitados, deitados. A pressão arterial sobe-nos, manifesta-se. O médico tranquiliza-nos, envia-nos para os impessoais tranquilizantes. Afinal somos apenas seres humanos que dependemos a todo o momento de um medicamento.

E vem a solene, pautada e douta relembrança:

Tome-os com um pouco de água
Como um dia muito claro, muito transparente
Ao deitar

Olho e vejo um pequeno frasco
contendo reacções químicas
Para que a noite seja muito escura
Um por dia, ou será um por noite?!

Para que seja fácil suportar os deslizes… deslizar, escorregar
E continuar a viver, a sofrer com as mentiras dos políticos
E ver o avolumar do desemprego e da miséria
Como uma multidão incontável de cataratas
E o regresso dos especuladores
Perante o premiar dos seus sequazes
Nos governos mundiais incrustados

Difícil é andar com os pés no chão

sexta-feira, 12 de junho de 2009

ORAÇÃO AO MÉDICO



SENHOR!
Que no mister de apaziguar a dor,
Possa a ciência prosseguir no amor!
Que haja olhos para o invisível...
E esperança para o impossível.
Que sejam os dons a diagnosticar,
Por Teu amor..a nos poder curar!
Que todo corpo seja indivisível,

Que frente à dor nos possa haver alívio!
Que se percorra por caminhos lícitos,
Que valha a pena todo o sacrifício!
Sabedoria para entender...
Que só a Ti pertence o saber!

Que as santas mãos possam acalentar...
No Teu mistério...sempre a iluminar!
Na trajetória...na missão de LUCAS
Se alicerce toda a nobre luta!
E quando a vida anunciar que...”não”,
Nos resguardemos todos...em oração...

MAVI
Publicado no Recanto das Letras em 18/10/2007
Código do texto: T699069

http://recantodasletras.uol.com.br/audios/mensagens/7126

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Pandemia




WIKIPEDIA, a enciclopédia livre.

Uma pandemia (do grego παν [pan = tudo/ todo(s)] + δήμος [demos = povo]) é uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada em uma grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo o planeta.Índice [esconder]
Aparecimento

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma pandemia pode começar quando se reúnem estas três condições:
O aparecimento de uma nova doença à população.
O agente infecta humanos, causando uma doença séria.
O agente espalha-se fácil e sustentavelmente entre humanos.

Uma doença ou condição, não pode ser considerada uma pandemia somente por estar difundido ou matar um grande número de pessoas; deve também ser infeccioso. Por exemplo, câncer é responsável por um número grande de mortes, mas não é considerada uma pandemia porque a doença não é contagiosa (embora certas causas de alguns tipos de câncer possam ser).

Fases Mundiais de Pandemia

A Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu um plano de preparação de gripe global que define as fases de uma pandemia, esboços no papel da OMS, e faz recomendações para medidas nacionais antes e durante uma pandemia. As fases são:

Período de Interpandemia
Fase 1: Nenhum novo subtipo de vírus de gripe foi descoberto em humanos.
Fase 2: Nenhum novo subtipo de vírus de gripe foi descoberto em humanos, mas uma doença, variante animal ameaça os humanos.

Períodos de alerta de Pandemia
Fase 3: Infecções(humana) com um subtipo novo mas nenhuma expansão de humano para humano.
Fase 4: Pequeno(s) foco(s) com transmissão de humano para humano com localização limitada.
Fase 5: Maior(es) foco(s) mas expansão de humano para humano ainda localizado.

Período de Pandemia
Fase 6: Pandemia: aumenta a transmissão contínua entre a população geral.

Pandemias e epidemias na história

Já aconteceram várias pandemias significativas na história da humanidade, como a gripe e a tuberculose. Algumas epidemias foram tão intensas que quase chegaram a aniquilar cidades inteiras:

Peste do Egito (430 a.C.) - a febre tifóide matou um quarto das tropas atenienses e um quarto da população da cidade durante a Guerra do Peloponeso. Esta doença fatal debilitou o domínio de Atenas, mas a virulência completa da doença preveniu sua expansão para outras regiões, a doença exterminou seus hospedeiros a uma taxa mais rápida que a velocidade de transmissão. A causa exata da peste era por muitos anos desconhecida; em janeiro de 2006, investigadores da Universidade de Atenas analisaram dentes recuperados de uma sepultura coletiva debaixo da cidade e confirmaram a presença de bactérias responsáveis pela febre tifóide.
Praga de Antonine (165–180) - possivelmente causada pela varíola trazida próximo ao Leste; matou um quarto dos infectados. Cinco milhões no total. Na plenitude de uma segunda pandemia (251–266) 5.000 pessoas chegaram a ser mortas por dia em Roma.
Peste de Justiniano (541-x). A primeira contaminação registrada de peste bubônica. Começou no Egito e chegou à Constantinopla na primavera seguinte, enquanto matava (de acordo com o cronista bizantino Procopius) 10.000 pessoas por dia, atingindo 40% dos habitantes da cidade. Foi eliminada até um quarto da população do oriente médio.
Peste Negra (1300) - oitocentos anos depois do último aparecimento, a peste bubônica tinha voltado à Europa. Começando a contaminação na Ásia, a doença chegou à Europa mediterrânea e ocidental em 1348 (possivelmente de comerciantes fugindo de italianos lutando na Criméia), e matou vinte milhões de europeus em seis anos, um quarto da população total e até metade nas áreas urbanas menos afetadas.

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Cólera
Ver artigo principal: Cólera
Primeira pandemia entre 1816 e 1826. Primeiramente restringida ao subcontinente indiano, a pandemia começou em Bengala, então espalhou-se pela Índia antes de 1820. Estendeu-se até a China e o Mar Cáspio antes de retroceder.
A segunda pandemia (1829–1851) começou na Europa, chegando em Londres em 1832, em Ontário e Nova Iorque no mesmo ano, e na costa do Pacífico, na América do Norte, antes de 1834.
A terceira pandemia (1852–1860), sendo a Rússia principalmente afetada, com mais de um milhão de mortes.
A quarta pandemia (1863–1875) espalhou-se principalmente na Europa e na África.
A quinta em 1866 havia uma contaminação na América do Norte.
A sexta em 1892. A cólera contaminou a provisão de água de Hamburgo, na Alemanha, e causou 8.606 mortes.
A sétima pandemia (1899–1923) teve pouco efeito na Europa por causa de avanços em saúde pública, mas a Rússia foi novamente afetada.
A oitava pandemia começou na Indonésia em 1961, e chegou a Bangladesh em 1963, na Índia em 1964, e a URSS em 1966.

Gripe
Ver artigo principal: Gripe
A "primeira" pandemia de gripe surgiu na África em 1510 e se espalhou pela Europa.
Gripe Asiática (1889–1890) - foi detectada em maio de 1889 em Bukhara, Rússia. Em outubro, tinha chegado a Tomsk e no Cáucaso. Espalhou-se rapidamente pelo oeste e atingiu a América do Norte em dezembro de 1889, América do Sul entre fevereiro e abril de 1890, Índia entre fevereiro e março de 1890 e Austrália entre março e abril de 1890. Era causada pelo subtipo H2N8 do vírus influenza e teve uma taxa de mortalidade muito alta.
Gripe espanhola (1918–1919) - identificada no começo de março de 1918 em tropas dos Estados Unidos que treinavam no Acampamento Funston, Kansas. Em outubro de 1918 tinha espalhado-se para se tornar uma pandemia mundial, atingindo todos os continentes. Extraordinariamente mortal e violenta, quase terminou tão depressa quanto começou, desaparecendo completamente dentro de 18 meses. Em seis meses, 25 milhões de pessoas estavam mortas (algumas estimativas que esse número seja duas vezes maior). Calculou-se que 17 milhões de pessoas morreram na Índia, 500.000 nos Estados Unidos e 200.000 no Reino Unido. O vírus foi reconstruído recentemente por cientistas do CDC que estudavam restos de cadáveres preservados pelo permafrost no Alaska. Eles identificaram isto como um tipo de vírus H1N1.
Gripe asiática (1957–1958) - o vírus H2N2 causou aproximadamente 70.000 mortes nos Estados Unidos. Identificado na China em fevereiro de 1957, a gripe asiática espalhou-se para os Estados Unidos em junho de 1957.
Gripe de Hong Kong (1968–1969) - o vírus H3N2 causou aproximadamente 34.000 mortes nos Estados Unidos. Este vírus foi descoberto em Hong Kong em 1968 e espalhou-se para os Estados Unidos naquele ano. Esse tipo de vírus ainda existe atualmente.

Tifo
Ver artigo principal: Tifo

Surgindo durante as Cruzadas, o Tifo teve seu primeiro impacto na Europa em 1489, na Espanha. Durante a luta entre espanhóis Cristãos e os muçulmanos em Granada, os espanhóis perderam 3.000 pessoas na guerra e 20.000 com o tifo. Em 1542, 30.000 pessoas morreram de tifo enquanto lutavam contra os otomanos nos Bálcãs. A doença também teve um papel principal na destruição no fracasso de Napoleão na Rússia em 1812. O Tifo também matou inúmeros prisioneiros nos campos de concetração nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial.

Efeitos da Colonização

Encontros entre os exploradores europeus e as populações no resto do mundo introduziram várias epidemias em diferentes locais. Metade da população nativa da América Espanhola em 1518 foi morta através da varíola. A Varíola atingiu o México na década de 1520, matando 150.000 pessoas em Tenochtitlán e o Peru na década de 1530, ajudando os conquistadores europeus. O Sarampo matou dois milhões de nativo mexicanos adicionais na década de 1600. Mais tarde, entre 1848 e 1849, entre 40.000 e 150.000 havaianos morreram de sarampo. Também há várias doenças desconhecidas que eram extremamente sérias mas desapareceram atualmente, assim a etiologia destas doenças não pode ser estabelecida. A causa do chamado "Suor inglês", no século XVI, na Inglaterra, que foi tão temido quanto a peste bubônica, ainda é desconhecida.

Interesse sobre possível pandemias no futuro

O vírus Ebola e outras doenças rapidamente letais como a Febre de Lassa, vírus de Marburg e a Febre hemorrágica boliviana são doenças altamente contagiosas e mortais com o potencial teórico de se tornar pandemias. A habilidade dessas doenças para espalhar-se e causar uma pandemia é limitada, pois sua transmissão depende de contato íntimo com o vetor infectado. Mutações genéticas poderiam acontecer podendo elevar o potencial dessas doenças de se infectar, por isso, é necessária uma observação constante por parte da comunidade científica.

Resistência antibiótica

Antibióticos resistentes também podem reavivar doenças consideradas controladas, são as chamadas superbactérias. Casos de tuberculose resistente a todos os tratamentos tradicionalmente efetivos emergiram, causando grande preocupação aos profissionais de saúde. Tais bactérias comuns como Staphylococcus aureus e espécies de Enterococcus que desenvolveram resistência a antibióticos disponíveis mais fortes como vancomycin emersas nos últimos 20 anos como uma causa importante de infecções hospitalares. Nos Estados Unidos, 2.000.000 pessoas por ano estão pegando infecções hospitalares depois tido sido admitido para hospitais para receber cuidado médico por razões sem conexões. O mais recentes números de infecções assusta, em 2006 surgiam 4 casos novos por minuto. Organizações mundias de saúde juntam esforços para erradicar estas novas doenças.

Infecção de HIV
Ver artigos principais: HIV e AIDS.

O vírus HIV que causa a AIDS é considerado uma pandemia global agora com infecção taxa tão alto quanto 25% na África subsaariana. Educação efetiva sobre prática sexual mais segura e treinar precauções ajudou reduzir a velocidade das taxas de infecção em vários países africanos que patrocinaram programas de educação nacionais. Taxas de infecção estão subindo novamente na Ásia e na América.

SARS
Ver artigo principal: SARS

Em 2003, havia preocupações que a SARS, uma forma nova e altamente contagiosa de pneumonia atípica causada por um coronavírus SARS-CoV, poderia se tornar pandemia. A ação rápida por autoridades nacionais e internacionais de saúde como a Organização Mundial de Saúde ajudaram a deixar transmissão lenta, terminando as epidemias localizadas antes que eles pudessem se tornar uma pandemia. A doença não foi erradicada, porém, poderia re-emergir inesperadamente, enquanto autorizando monitorando e poderia embalar informando de casos suspeitos de pneumonia atípica.

Gripe aviária
Ver artigo principal: Gripe aviária

Em fevereiro de 2004, o vírus da gripe aviária foi descoberto em pássaros no Vietnã. Teme-se que, se o vírus da gripe aviaria combinar com um vírus de gripe humano (em um pássaro ou um humano), o subtipo novo criado poderia ser altamente contagioso e altamente letal em humanos. Tal subtipo poderia causar uma pandemia de gripe global, semelhante à gripe espanhola, ou o mais baixo pandemia de mortalidade como a gripe asiática e a gripe de Hong Kong.

Gripe suína (Gripe A)

Pessoas usando máscaras no metrô da Cidade do México durante o surto de gripe suína na América do Norte em 2009.
Ver artigos principais: Gripe suína e Surto de gripe suína de 2009.

Gripe suína é o nome dado a uma doença causada pelo vírus H1N1, uma combinação das cepas dos vírus aviário e humano. A contaminação se dá do porco contaminado ou objetos contaminados para o humano.[1]Em 2009, em meio a um surto da doença, o governo mexicano anunciou 150 mortes ate o dia 29/04/09 causadas pelo H1N1 o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar que a doença tem grandes chances de se tornar uma pandemia.[2] [3]. No dia 30 de Abril de 2009 a OMS aumentou o nível pandêmico da gripe AH1N1 para fase 5.
O nome Gripe Suína foi alterado pela OMS para Gripe A, pois o nome poderia afetar o comércio suíno. No dia 11 de junho de 2009 a OMS aumentou o nível para 6, caracterizando uma pandemia. No momento do decreto eram registrados 27.737 casos de gripe A no mundo e 141 mortes.

Imagens: Policiais vestindo máscaras cirúrgicas feitas pela Cruz Vermelha em Seattle, durante a pandemia de 1918.
Um padre abençoa doentes de Peste negra. Iluminura. (c.1360-1375)

Psicologia


Todo indivíduo tem diferentes maneiras de se comunicar, incluindo as expressões verbais, corporais, artísticas, etc. As expressões corporais dão vida ao que falamos, muitas vezes dizendo até mais que as próprias palavras.

Elas deixam transparecer o que sentimos e exteriorizam nossas emoções. O indivíduo que tende a reprimir suas expressões, de uma certa forma, reprime também suas emoções. E estas são importantíssimas devendo ser vivenciadas, experimentadas, faladas e expressadas em sua plenitude, pois elas são um movimento de vida!

Se pensarmos em emoção como um tipo de energia, ou seja, como algo que precisa se movimentar, circular, ser colocado para fora, podemos pensar que, um bloqueio neste processo impedirá que o livre fluxo dessa energia aconteça.

O fluxo interrompido não permitirá sua liberação que, tende a ser compensada ou deslocada para alguma parte do corpo. Ou seja, o indivíduo somatiza corporalmente, seu sofrimento psíquico, utilizando seu próprio corpo, como veículo para expressar suas emoções.

É por isso que muitas vezes ouvimos falar em doenças de “fundo emocional”, como aquelas decorrentes do estresse, por exemplo. Um estado de tensão pode se acumular a cada dia e se tornar crônico, deixando que o indivíduo se torne incapaz de relaxar, gerando conseqüências físicas, tais como: dores de cabeças, tensões musculares, fadiga, entre outras.

Tanto o corpo, quanto a mente, sofrem de forma simultânea, pois descartando a visão cartesiana de antigamente, hoje mente e corpo são considerados como um todo integrado, onde tanto os processos mentais influenciam os corporais e vice-versa. A saúde atualmente, não é mais vista como um simples bem estar físico, pois para isto acontecer é fundamental um estado mental sadio.

As tensões limitam os movimentos, a respiração e a expressão dos sentimentos. Por isso que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo, pois são duas coisas inseparáveis. Um processo mental sadio, não permanecerá assim, se o corpo não estiver em bom funcionamento e vice-versa.

Além dos aspectos físicos e mentais, o corpo deve ser valorizado também de acordo com o contexto no qual está inserido. Portanto, o estilo de vida e a maneira de se relacionar com o mundo, irão repercutir, positivamente ou não, em cada indivíduo de maneira singular e significativa.

Com o passar do tempo o nosso corpo, torna-se uma autobiografia. Isto porque as emoções que são vivenciadas corporalmente ao serem bloqueadas vão deixando marcas, como registros da história de cada pessoa e vão se cronificando ao longo da vida.

Para recuperação do equilíbrio corporal, esses bloqueios devem ser dissolvidos através das vivências dos sentimentos que estão ocultos; da expressão deles da maneira mais completa possível e da busca por um estilo de vida mais saudável, ou seja, valorizando também, neste processo de recuperação, a atividade física e uma alimentação saudável.

Essa mudança de atitude ajudará o ser humano a se relacionar de uma melhor maneira com seu ambiente e a recuperar a verdadeira capacidade de vivenciar todas as suas emoções e sentimentos, resgatando o prazer vital.

Eva Holmes
Psicóloga
http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=1604

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O relógio biológico




A realização de tarefas de qualquer ordem para indivíduos que concentram seu rendimento em um só período ao longo do dia ou noite pode desencadear problemas sérios relacionados à saúde, pois força o organismo a se adaptar à rotina proposta gerando alterações metabólicas e o desenvolvimento de doenças.

O relógio biológico é um mecanismo do corpo que regula o horário de todos os eventos corpóreos de forma que se consiga prever quando algo irá ocorrer. Através do relógio biológico o organismo harmoniza a variação da temperatura, da pressão arterial, da secreção dos hormônios, do sono, da freqüência cardíaca e de outros acontecimentos do organismo.

Situado no hipotálamo, é acionado pela luz e auxiliado pelos ponteiros do corpo por onde administra todas as reações que determinarão a função de cada sistema e de cada órgão a partir de um determinado período. Cerca de 80% da população mundial segue o mesmo ritmo biológico, mas os outros 20% possuem o ritmo biológico concentrado num só período, os chamados matutinos ou vespertinos que recebem tal denominação a partir do melhor período de rendimento, o que prejudica consideravelmente o seu rendimento nos demais períodos.

A realização de tarefas de qualquer ordem para indivíduos que concentram seu rendimento em um só período ao longo do dia ou noite pode desencadear problemas sérios relacionados à saúde, pois força o organismo a se adaptar à rotina proposta gerando alterações metabólicas e o desenvolvimento de doenças.

O ciclo metabólico processado pelo relógio biológico ocorre no período de 24 horas e recebe o nome de Ritmo Circadiano. Esse é realizado diariamente e por isso pode-se prever o horário em que ocorrem os eventos corpóreos, porque o ciclo metabólico executa suas funções no mesmo horário. Este quando é submetido a qualquer alteração compromete toda a regulagem do organismo apresentando déficit de atenção, alterações na digestão, desordens de humor, insônia e outros.

É importante ressaltar que pessoas que apresentam uma queda considerável em seu rendimento em determinados períodos devem procurar um médico para adequar suas atividades diárias ao seu relógio biológico para que não ocorra nenhuma alteração forçada do metabolismo e não gere problemas futuros.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/biologia/relogio-biologico.htm

Imagem: O relógio biológico é situado em um dos núcleos do hipotálamo.

Como evitar as crises da meia-idade


Por volta dos 40 anos, quando você começa a ver a vida com a perspectiva de que “há pouco tempo para viver”, ao contrário de “ainda há muito tempo pela frente”, com certeza você está entrando na meia-idade.

É comum as pessoas se sentirem infelizes com a carreira, desgostosas com experiências passadas e com medo do futuro. A saúde já não é a mesma, a produção de hormônios se altera, o corpo reclama.

Mas acredite: há aspectos positivos a explorar. Um novo recomeço é divertido e salutar, faz bem para a alma e o corpo. Portanto, redefina seus objetivos e vá à luta!

As atitudes criativas são bem-vindas: curta férias num lugar onde nunca tenha estado, dedique-se a um hobby, aumente o círculo de amizades, procure trabalhar em coisas que lhe dêem prazer, mesmo que seja como voluntário.

Não se preocupe – ocupe-se! Cuide da saúde: não deixe de fazer os exames de rotina, mantenha um programa de exercícios e combata o excesso de peso, prejudicial em qualquer idade. E você viverá com muito mais prazer.

Tratamentos de revitalização

• Faça suplementação com antioxidantes, como vitaminas E e C, que combatem o envelhecimento. É fundamental nessa fase.

• Cuide da dieta. Sobretudo na meia-idade, você deve evitar o açúcar, que pode causar depressão. Isso também reduz os índices de insulina, a maior aceleradora do envelhecimento.

• Procure dormir bem, pois é durante o sono que o organismo se recompõe: repara as células e descansa o coração e a mente.


Fonte: http://www.drrondo.com/

http://www.sitemedico.com.br/sm/materias/index.php?mat=1658

terça-feira, 9 de junho de 2009

CANCRO DO PULMÃO: QUEM ESTÁ EM RISCO


Na foto: pulmão saudável e pulmão do… fumador

Muitas vezes, o médico não consegue explicar porque é que uma pessoa desenvolve cancro e outra não. No entanto, a investigação demonstra que determinados factores de risco aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolver cancro do pulmão, estando a maioria relacionada com o uso de tabaco.

Cigarros: fumar cigarros provoca cancro do pulmão. Determinadas substâncias existentes no tabaco, chamadas carcinogéneos, danificam as células dos pulmões. Com o passar do tempo, as células danificadas podem tornar-se cancerígenas. A probabilidade que um fumador tem de desenvolver um tumor, é afectada pela idade com que começou a fumar, durante quanto tempo fumou, qual o número de cigarros que fuma ou fumou por dia e qual a profundidade da inalação. Parar de fumar reduz bastante o risco de uma pessoa desenvolver cancro do pulmão.

Charutos e cachimbos: os fumadores de charutos e cachimbo, apresentam um risco mais elevado de ter cancro do pulmão do que os não fumadores. O número de anos que a pessoa fumou, o número de charutos ou cachimbos que fuma ou fumou por dia e a profundidade da inalação, são factores que afectam o risco de desenvolver cancro do pulmão. Mesmo os fumadores de charutos e de cachimbo, que não inalam o fumo, apresentam um risco aumentado de ter cancro do pulmão, da boca ou outro tipo de cancro.

Exposição ao fumo de tabaco ambiente (fumador "passivo"): a probabilidade de desenvolver cancro do pulmão, aumenta com a exposição ao fumo de tabaco ambiente, ou seja, o fumo que está no ar, quando outra pessoa fuma. À exposição ao fumo de tabaco ambiente, ou fumador em segunda-mão, chama-se fumador involuntário ou passivo.

Radão: o radão é um gás radioactivo que não se vê, não se cheira e não tem sabor. Forma-se no solo e nas rochas. As pessoas que trabalham em minas podem estar expostas ao gás radão. Em algumas zonas do país, encontra-se radão. As pessoas expostas ao radão apresentam um risco aumentado para terem cancro do pulmão.

Amianto: corresponde a um grupo de minerais que existem, naturalmente, como fibras e são usados em certas indústrias. As fibras de amianto tendem a quebrar-se facilmente, em partículas que podem flutuar no ar e que facilmente se "agarram" à roupa. Quando as partículas são inaladas, podem alojar-se nos pulmões, danificando as células e aumentando o risco de cancro do pulmão. Os estudos demonstraram que os trabalhadores expostos a grandes quantidades de amianto, apresentam um risco de contrair cancro do pulmão 3 a 4 vezes maior do que para trabalhadores não expostos. Esta exposição foi observada em diversas indústrias, como a da construção de navios, minas e fabrico de amianto, trabalhos de isolamento e reparação de travões. O risco de cancro do pulmão é, ainda maior, nos trabalhadores do amianto que também fumam. Os trabalhadores do amianto devem usar o equipamento de protecção fornecido pelos seus empregadores e seguir as práticas de trabalho recomendadas, bem como os procedimentos de segurança.

Poluição: está identificada a ligação entre o cancro do pulmão e a exposição a certos poluentes do ar, como os sub-produtos da combustão do diesel e outros combustíveis fósseis. No entanto, esta relação ainda não está bem definida e, como tal, continua a ser estudada.
Doenças pulmonares: determinadas doenças pulmonares, como a tuberculose (TB), aumentam a possibilidade de uma pessoa ter cancro do pulmão. O cancro do pulmão tende a desenvolver-se em zonas do pulmão que apresentam cicatrizes de TB.

História pessoal: é mais provável que uma pessoa que já tenha tido cancro do pulmão, desenvolva um segundo cancro do pulmão, comparativamente a uma pessoa que nunca teve. Deixar de fumar, logo que o cancro do pulmão é diagnosticado, pode prevenir o desenvolvimento de um segundo cancro do pulmão.

As causas e formas de prevenção do cancro do pulmão continuam a ser estudadas. No entanto, sabemos que a melhor forma de prevenir o cancro do pulmão é deixar de fumar (ou nunca começar). Quanto mais cedo deixar de fumar, melhor. Mesmo que tenha fumado durante muitos anos, nunca é tarde demais para beneficiar dos benefícios de deixar de fumar.

www.infocancro.com
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http://www.roche.pt/sites-tematicos/infocancro/index.cfm/tipos/cancro-do-pulmao/cp-sinais-de-alerta/

Foto: http://web.educom.pt/escolovar/cigarro_pulmoes.htm

Evolução forçada: Mutações induzidas poderiam matar os vírus?


Redação do Diário da Saúde

Mutações genéticas forçadas

Soa como um filme de ficção científica: uma nova epidemia ameaça a Terra, mas os cientistas projetam um medicamento que força o vírus a uma mutação que o leva à extinção.

A epidemia, mesmo que possível, ainda é uma ficção. Mas o medicamento poderá se tornar uma realidade antes que ela possa nos ameaçar de fato, graças a uma pesquisa feita por biólogos da Universidade Rice (Estados Unidos).

O estudo, que será publicado no jornal Physical Review E, é a mais completa análise matemática já feita dos mecanismos que dirigem a evolução dos vírus e bactérias.

Evolução dos vírus e bactérias

Em vez de focalizar unicamente as mutações genéticas aleatórias, como feito nas análises anteriores, os cientistas conseguiram prever exatamente como a evolução é afetada pela troca de genes e de conjuntos de genes.

"Nós quisemos dar mais atenção aos papéis que a recombinação e a transferência horizontal de genes desempenham na evolução dos vírus e bactérias," explica Michael Deem, coordenador do estudo. "Para isso nós incorporamos os dois mecanismos nos modelos que são utilizados para descrever a evolução bacteriana e viral, e nós derivamos soluções exatas para os modelos."

Evolução no mundo real

O resultado é uma nova fórmula composta que descreve com maior precisão o que acontece na evolução no mundo real. Ao descrever o novo modelo, os pesquisadores fizeram uma analogia com a termodinâmica e discutiram como os geneticistas ou projetistas de medicamentos podem usar a nova fórmula, de forma muito similar à que um engenheiro pode usar as fórmulas da termodinâmica.

"Algumas das propriedades que descrevem a água são a densidade, a pressão e a temperatura. Se você conhecer uma delas, então poderá predizer qualquer outra usando a termodinâmica," explica Deem.

"É isto o que estamos fazendo aqui. Se você souber a taxa de recombinação, a taxa de mutação e a função de adaptação, nossa fórmula pode predizer analiticamente as propriedades do sistema," diz o pesquisador.

Mutagênese letal

A idéia de Deem é criar uma espécie de "mutagênese letal" para vírus e bactérias, criando medicamentos que acelerem as taxas de mutação dos vírus e os levem além de um limite conhecido como "transição de fase."

As analogias com a termodinâmica para essa transição são a fervura ou o congelamento da água, que fazem a água mudar de estado, ou fase. Se as mutações forem rápidas demais elas se espalharão por todo o sistema genético do vírus, levando-o à morte.

Uma outra abordagem afirma que uma mutagênese forçada poderia erradicar uma população de vírus ou bactérias reduzindo sua adequação ao ambiente a um valor negativo. O novo modelo matemático também permite o cálculo para se chegar a essa situação.

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=evolucao-forcada-mutacoes-induzidas-matar-virus&id=3708

[Imagem: Vírus da gripe. Chris Bickel/Science]

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Coentro, a salsinha árabe


Os chineses acreditavam que esta erva, o coentro (Coriandrum sativum), tinha poderes de imortalização.

A "salsinha árabe", como é chamada no Oriente Médio, é cultivada ou, pelo menos, conhecida, há mais de 3 mil anos. A erva aparece em textos sânscritos, em papiros egípcios e até mesmo na Bíblia, onde suas sementes são comparadas ao maná.

Das coisas que mais gosto dos ingredientes da cozinha são as mais profundas histórias que carregam consigo, verdadeiros traçados que transcendem o tempo. Pois que os chineses acreditavam que esta erva, o coentro (Coriandrum sativum), tinha poderes de imortalização. Pois que deve ter mesmo. Se não para os homens, para si mesmo, já que carrega em si uma perenidade que transpõe a barreira do tempo e avança sobre os milênios mais do que qualquer homem sobre o qual se tenha notícia. Do Oriente Médio, foi levado, pelos romanos, à Europa e daí para as colônias, entre as quais o Brasil.

A erva é bastante apreciada nas cozinhas nortista e nordestina brasileiras. Por experiência, conheço nordestinos que usam o coentro da mesma forma que paulistas, por exemplo, usam a salsa e a cebolinha. Não é um acaso. O coentro é da mesma família que a salsa e o peculia aroma e sabor combina muito bem com pratos à base de frutos do mar (marinadas) e com caldos de peixe. Mas vai bem no feijão, no arroz e até mesmo em toques nas saladas verdes. É, ainda, um dos componentes do curry da Índia.

A longevidade do coentro na história lhe deu nobreza no antigo Egito: suas sementes eram usadas como especiarias. Exceto por Portugal, no entanto, as folhas do coentro não são populares na Europa, ao contrário do que ocorre na América Latina e na Ásia.

O nome 'coentro' vem do grego 'koris', que quer dizer, argh!, 'percevejo'. As folhas e sementes verdes do coentro lembram vagamente o cheiro que o inseto deixa nas camas infestadas (que nojo, não?). A erva também pode ser encontrada sob o desconhecido nome de 'milho tonto' porque, supostamente, quando alguém aspira o aroma de uma semente recém-esmagada, sente tontura.

Ainda que se caracterize pelo cheiro o qual não convém associar com o inseto, para efeito de boa digestão, e tampouco que venha a ser usado para fins alucinógenos, o coentro pode e deve ser usado como bem o fazem os nordestinos, sem parcimônia. É uma erva barata, fácil de encontrar e que sempre dá um gosto mais elaborado a um prato, seja qual for. Da próxima vez que eu for consumir coentro, vou procurar me esquecer do tal do percevejo.

http://terreiroir.blogspot.com/2009/04/tem-um-percevejo-no-meu-prato.html

sábado, 6 de junho de 2009

IDENTIFICAÇÃO De uma trombose


Pode salvar a sua vida
STROKE: (trombose) Lembra-te das primeiras 3 letras... S.T.R.

Uma amiga enfermeira enviou isto e pediu-me para espalhar a informação. Concordei.


Se todos podem lembrar algo tão simples como isto, poderemos salvar algumas pessoas. A Sério...Por favor lê:IDENTIFICAÇÃO De uma trombose:


Durante um piquenique, uma amiga tropeçou e teve uma pequena queda - assegurou a toda a gente que estava bem (eles ofereceram-se para chamar o INEM)... Ela disse que apenas tinha tropeçado por causa dos sapatos novos.Os amigos limparam-na e arranjaram-lhe um novo prato de comida. Enquanto ela parecia um pouco abalada, Ingrid continuou a divertir-se o resto da tarde.O marido da Ingrid chamou mais tarde para dizer a toda a gente que a sua mulher estava no hospital - (às 6:00 da manhã a Ingrid faleceu).


Sofreu uma trombose durante o piquenique. Se eles tivessem sabido identificar os sinais de trombose, talvez a Ingrid ainda estivesse viva. Algumas pessoas não morrem. ficam incapacitadas e com graves sequelas.Apenas leva 1 minuto a ler isto...O neurologista diz que se ele conseguir chegar até uma vitima de trombose dentro de 3 horas, pode reverter totalmente os efeitos fatais... totalmente.


Ele diz que o truque está em reconhecer os sinais de trombose, diagnosticar, e obter assistência médica no prazo de 3 horas, o que não é fácil.RECONHECER UMA TROMBOSE: Deve-se memorizar os "3" passos , STR. Lê e aprende!Às vezes os sintomas da trombose são difíceis de identificar. Infelizmente, a falta de atenção significa desastre.


A vítima de trombose pode sofrer danos mentais muito graves quando as pessoas mais próximas falham em reconhecer os sintomas de um stroke.Agora os médicos dizem que uma pessoa pode reconhecer uma trombose fazendo 3 perguntas simples (STR):S * Pede-lhe para sorrir (Smile)T * Pede-lhe para dizer uma frase simples e coerente (ex: Está um dia lindo) (Talk)R * Pede-lhe que levante os dois braços (Raise)


Se ele (a) tiver problemas a fazer alguma destas três coisas, corra para um hospital ou centro medico mais proximo.... descreve os sintomas a quem atender.Um grande sinal de trombose ------ Põe a língua de fora.NOTA: Outro sinal de trombose é este: Pede à pessoa para por a língua de fora... Se a língua estiver torta ou for para um lado ou para outro, isso é indicação de trombose. Um cardiologista disse que se toda a gente enviar este e-mail para 10 pessoas, pode apostar que pelo menos uma vida será salva.

O DR AMAN


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Gêmeo Parasita - Fetus in Fetu



Esta anomalia poderia ser dizer que é um exacerbo do caso dos gêmeos xipófagos (siameses). Neste caso, é considerada uma anomalia “fetus in fetu“, quando um gêmeo malformado é encontrado dentro do corpo de um gêmeo hospedeiro, seja uma criança ou um adulto vivo.

Isso mesmo, os gêmeos não chegam a se separar completamente quando são zigotos e ficam unidos por alguma região do corpo. Um destes gêmeos cresce, se desenvolve “normalmente”, enquanto o outro se atrofia e se aloja no interior do gêmeo sadio e passa a depender completamente dele.

De acordo com a literatura especializada, quando o feto hospedeiro consegue sobreviver ao parto, este fica com uma protuberância, como se fosse um inchaço na região onde está feto parasita. Cerca de 80% dos casos ocorrem com o parasita alojado na região abdominal. Quando nasce uma criança (ou um adulto passa por exames específicos), podem ser escontradas no abdomen massas contendo ossos, cartilagem, dentes, tecido do sistema nervoso central, gordura e músculo denominadas ‘teratomas’. Mas só serão consideradas como fetus in fetu caso haja um tronco e membros reconhecidos.

Embora seja difícil saber a taxa exata de incidência, já que os casos podem passar despercebidos durante longos períodos, acredita-se que o fetus in fetu ocorre a cada grupo de 500 mil nascimentos, e muitas vezes passam desapercebidos sem serem diagnosticados.



O indiano Baghat viveu durante anos, sem saber, com o seu irmão gêmeo no próprio estomago.

http://mhp-bio.blogspot.com/2009/01/gmeo-parasita-fetus-in-fetu.html

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Antibióticos Naturais, de Stephen Harrod Buhner


A era do milagre da penicilina acabou. Devido ao uso indiscriminado de antibióticos químicos, incentivado por verdadeiras indústrias da saúde, os seres humanos desenvolveram super micro-orgamismos – bactérias tenazes e virulentas que, a uma velocidade e em proporções alarmantes, desenvolvem resistência aos componentes solitários dos antibióticos.
Num livro que é uma grande pedrada no charco, Stephen Harrod Buhner apresenta evidências conclusivas de que as plantas medicinais, com a sua complexa mistura de múltiplos componentes antibióticos, são notavelmente eficientes contra bactérias resistentes às usuais drogas farmacêuticas. O leitor aprenderá como plantas antibióticas como o aloé, o alho e o extracto de semente de toranja, entre muitas outras, são notavelmente eficientes contra bactérias como os estafilococos ou a salmonela.

Uma verdadeira alternativa aos químicos convencionais

De nacionalidade americana, Stephen Harrod Buhner é, a nível mundial, um dos maiores conhecedores das propriedades medicinais das plantas. Defensor de um aproveitamento tão maximizado quanto possível das virtudes terapêuticas originais das plantas (e não dos seus derivados químicos), defende que o ser humano deverá reaprender a inserir-se no ecossistema que o rodeia de uma forma harmoniosa e equilibrada. Professor universitário de medicina natural e membro de várias associações e centros de estudo a ela dedicados, é também autor de várias obras, entre as quais se pudera destacar Antibióticos Naturais.

Conteúdo
Lista de Termos

O Fim dos Antibióticos?, O fim das drogas milagrosas, Como as bactérias desenvolvem resistências, O crescimento de variedades resistentes em herdades, industriais, Staphylococcus aureus: o rei das bactérias resistentes, O que podemos fazer, Medicamentos botânicos com maiores propriedades, antibióticas, Porque são os medicamentos botânicos uma promessa As 15 plantas antibióticas mais, importantes, Absinto, Acácia, Alcaçuz, Alho, Aloé, J Asclépia, Equinácea, Eucalipto, Extracto de semente de toranja, Gengibre, Hidraste, Mel, Salva, Usnea, Zimbro, Tratamento herbal para 12 micróbios resistentes a antibióticos.

Ervas anti-bacterianas contra vírus patogénicos dos alimentos, A primeira linha de defesa: reforçar o sistema imunitário, Apoiar o sistema imunitário, Plantas para o sistema imunitário, Ashwaganda, Astrágalo, Ceanoto, Eupatória, Ginseng da Sibéria, Alimentos e vitaminas para o sistema imunitário, Cogumelo shiitake, Opções de estilo de vida, Fazer e usar medicamentos herbáticos, Infusões, Jardicentro, Decocções, Vaporizações e lavagens, Tinturas de álcool, Infusões de óleo, Preparações com as ervas inteiras, O uso de óleos essenciais, Preparados para os padecimentos vulgares das crianças

Nº de páginas: 140
Ano de edição: 2005
15.96EUR 15.15EUR

http://www.loja.jardicentro.pt/product_info.php?products_id=1462

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A tenra alface

Alface

A alface é uma folha que tem quantidades razoáveis de vitamina A, Niacina, C e também os minerais Cálcio, Fósforo e Ferro.

A vitamina A é um elemento importante para o bom funcionamento dos órgãos da visão, conserva a saúde da pele e das mucosas; a vitamina Niacina evita problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso; e a vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos.

O Cálcio e o Fósforo participam da formação dos ossos e dentes, ajudam na coagulação do sangue e na construção muscular, e o Ferro contribui para a formação do sangue.

Entre as muitas propriedades a alface é também considerada como ótimo calmante e remédio contra insônia.

Em casos de inflamação e inchaços, faz-se aplicações tópicas de cataplasmas quentes de alface.

Para compra, deve-se dar preferência às de folhas limpas, de cor brilhante e sem marcas de picadas de insetos; e para conservação, convém retirar as folhas machucadas e murchas e guardá-la na geladeira, embrulhada em saco plástico, onde conserva-se por 5 a 7 dias.

Seu período de safra é de maio a novembro.

Cem gramas de alface fornecem 15 calorias.

http://www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br/alfaceorientacao.htm

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Os miseráveis


Na rua, de madrugada para ter consulta
- Não. Desta vez não é no Burkina Faso!

ALTO HAMA

Os utentes do Centro de Saúde de Peniche (Portugal) são obrigados a permanecer às escuras na rua durante a madrugada sempre que necessitam de uma consulta de recurso, reclamando soluções para o problema que se arrasta há uma década.

“Todos os meses vou ao centro de saúde por volta das quatro ou cinco horas da manhã e quando lá chego os candeeiros [da zona exterior do edifício] estão todos apagados, porque estão partidos”, relatou à agência Lusa Margarida Afonso, uma das utentes da unidade.

“Eu não tenho medo porque fico dentro do carro, mas há pessoas, nomeadamente idosas que esperam na rua sentadas num banco e que receiam pela sua segurança porque há cada vez mais roubos”, alertou.

De acordo com vários utentes contactados pela agência Lusa, a falta de iluminação pública no exterior do centro de saúde remonta há uma década.

Além disso, ficam de madrugada “à chuva e ao frio”, uma vez que o centro de saúde abre às 08:30 e não dispõe de espaço onde os utentes possam estar abrigados.

“De Inverno as pessoas são obrigadas a ficar debaixo de um vão de escadas das urgências [do Hospital, ao lado] onde existe um banco” que não é suficiente para toda a gente, adiantou.

O problema foi denunciado em Fevereiro ao Ministério da Saúde pelo utente Carlos Alberto Trigo, que disse à Lusa que continua à espera de respostas por parte da tutela.

Contactado o Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, a directora executiva, Teresa Luciano, adiantou que o agrupamento está “em conversações” com o Centro Hospitalar Oeste Norte e com a câmara de Peniche “para resolver a questão no mais curto espaço de tempo possível”, não tendo ainda quaisquer datas para que a substituição dos candeeiros seja efectuada.