sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Hospital de Malanje tem fendas nas paredes e mete água. A tecnologia que foi colocada aqui no hospital de origem chinesa


Para o governador de Malanje as dificuldades encontradas poderão ser solucionadas nos próximos tempos

Isaías Soares VOA













Governador de Malanje, Norberto Fernando dos Santos

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Teste de hálito pode identificar infecções pulmonares, diz estudo


BBCBRASIL.COM


Pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, sugerem que a análise do hálito de um paciente pode detectar bactérias do pulmão e diagnosticar infecções em minutos, ao invés das semanas geralmente necessárias para exames usuais com o mesmo objetivo.
O diagnóstico de infecções do tipo tradicionalmente envolve coletar uma amostra que é usada para o cultivo da bactéria em um laboratório.
A bactéria é então testada e classificada, para que os especialistas possam avaliar qual o antibiótico mais adequado para o tratamento.
Já o método que analisa o hálito é bem mais rápido e menos invasivo, segundo os pesquisadores.
Para este estudo, os cientistas do Colégio de Medicina da Universidade de Vermont analisaram compostos orgânicos voláteis (VOC, na sigla em inglês) detectados no hálito que é exalado, vindo dos pulmões. Com estes compostos, eles podem identificar bactérias diferentes e também variedades diferentes da mesma bactéria.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Journal of Breath Research.
Bactérias
Os pesquisadores infectaram camundongos com duas bactérias comuns em infecções de pulmão, a Pseudomonas aeruginosa e a Staphylococcus aureus.
Depois de 24 horas, eles colheram amostras do hálito dos camundongos.
Os compostos no hálito dos roedores foram analisados usando uma técnica chamada espectrometria de massa secundária com ionização por electrospray (SESI-MIS, na sigla em inglês), que é capaz de detectar elementos extremamente pequenos presentes no hálito.
Os pesquisadores encontraram uma diferença “estatística significativa” entre os perfis do hálito dos ratos infectados com as bactérias e aqueles que não foram infectados.
Eles também conseguiram diferenciar duas bactérias diferentes e duas variedades diferentes da Pseudomonas aeruginosa.
Jane Hill, uma das autoras do estudo, afirmou que ainda existem alguns obstáculos e os testes do novo exame continuam.
- Agora estamos colaborando com colegas para retirar amostras de pacientes e demonstrar os pontos fortes e as limitações da análise de hálito – afirmou.

sábado, 5 de janeiro de 2013

O mosquito da malária não deixa o sangue coagular e agora sabemos porquê


Como é que o mosquito da malária, enquanto suga a sua vítima, impede que a coagulação do sangue que lhe serve de refeição? Cientistas do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) da Universidade do Porto, com colegas de Espanha e França, desvendaram agora o mecanismo usado pelos mosquitos do género Anopheles.

http://www.publico.pt

Publicado pela revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences no final de 2012, o trabalho abre caminho ao desenvolvimento de novas moléculas sintéticas para o tratar problemas cardiovasculares, que muitas vezes necessitam da administração de anticoagulantes.

Os mosquitos anófeles usam uma molécula para controlar o sistema de coagulação durante as suas refeições de sangue – a anofelina, que tem como alvo a trombina, uma enzima central na anticoagulação.

A anofelina já tinha sido isolada e caracterizada por uma equipa norte-americana, que a patenteou como anticoagulante. “A maioria dos hematófagos [animais que se alimentam de sangue] possuem moléculas anticoagulantes interessantes para usos biomédicos, muitas delas já patenteadas. Mas o que se desconhece é forma como elas funcionam”, explica Pedro Pereira, investigador principal da equipa que liderou o estudo, citado num comunicado do IBMC.

A anofelina tem uma “abordagem radicalmente inovadora” no controlo do sistema de coagulação do hospedeiro: ela liga-se à trombina aproveitando os locais normalmente utilizados por substratos naturais do organismo no processo de coagulação, como por exemplo o fibrinogénio. Desta forma, o fibrinogénio não consegue ligar-se à trombina e, consequentemente, não se produz a fibrina, que forma os coágulos. Um coágulo é uma rede de fibrina. Encravando os locais também usados pelo fibrinogénio como ligação à trombina, à semelhança de uma chave partida dentro da fechadura, a anofelina trava a formação de coágulos.

“A anofelina é admiravelmente pequena e muito simples, sendo no entanto bastante eficaz”, diz Pedro Pereira. Isso é diferente de outras moléculas extraídas de outros animais hematófagos, como a carraça dos bovinos, cujas moléculas anticoagulantes são quatro vezes maiores, e por isso ela pode ser mais fácil de imitar em compostos sintéticos. “Apesar de terem sempre o mesmo objectivo, impedir a coagulação, as características de cada molécula são muito específicas de cada grupo de animais e seguem estratégias diferentes”, refere por sua vez Ana Figueiredo, a primeira autora do artigo.

A equipa – que inclui ainda investigadores da Universidade Pompeu Fabra e do Hospital de Sant Pau, em Barcelona, e do Laboratório Europeu de Radiação Sincrotrão em Grenoble, em França – também identificou a porção da molécula essencial para a actividade anticoagulante, que corresponde a cerca de metade da anofelina originalmente descrita.

Assim, uma molécula isolada de mosquitos que infectam cerca de 500 milhões de pessoas por ano com malária pode agora vir servir de base à concepção de fármacos sintéticos para prevenir e tratar alguns dos problemas que mais matam, neste caso as doenças cardiovasculares.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Portugal julga caso de mulher que morreu enquanto médico almoçava


A Justiça de Portugal começa a julgar neste mês o caso de Maria Pereira, que morreu em 2006 por suposta negligência de um anestesista. As informações são do Jornal de Notícias.

noticias.terra.com.b

Maria estava internada no Centro Hospital do Nordeste, em Mirandela, no norte de Portugal, no dia 7 de dezembro de 2006, para tirar a glândura tireoide. Duas horas após a intervenção cirúrgica, a paciente, ainda anestesiada, começou a apresentar complicações.
A enfermeira responsável ligou para José Alberto de Carvalho, hoje com 68 anos, que era o chefe dos anestesistas do hospital na ocasião. Ele tinha saído para almoçar e não aceitou voltar ao centro médico, se limitando a passar indicações para que fosse administrado um medicamento. Após cerca de 20 minutos, o quadro de Maria se agravou e culminou com a sua morte. 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Lubango: Problemas vasculares cerebrais rivalizam com SIDA


No ano passado 77 pessoas morreram no Lubango por causa de problemas vasculares cerebrais.

Teodoro Albano VOA