domingo, 3 de fevereiro de 2013

Algumas das Drogas internacionalmente proibidas mas disponíveis nos mercados




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 Drogas proibidas no mundo mas disponíveis livremente na Índia.
In Shumayla Tanveer. Facebook

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

OMS recomenda níveis de sódio e de potássio


Lusa, publicado por Ana Pombo

A Organização Mundial de Saúde recomendou hoje que os adultos consumam menos de 2.000 mg de sódio e mais de 3.510 mg de potássio por dia, alertando que a maioria consome demasiado do primeiro e pouco do segundo.
Novas orientações divulgadas por aquela agência das Nações Unidas apontam que uma pessoa que tenha níveis elevados de sódio ou níveis reduzidos de potássio corre o risco de hipertensão arterial, o que aumenta o perigo de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Segundo as orientações, o nível máximo recomendado de sódio equivale a cinco gramas de sal.
O sódio existe naturalmente em alimentos como o leite, as natas e nos ovos. Existe também, em quantidades muito mais elevadas, em alimentos processados como o pão, carnes processadas como o toucinho fumado, aperitivos e as pipocas, assim como em condimentos como o molho de soja e os caldos alimentares.
Entre os alimentos ricos em potássio estão o feijão e as ervilhas, os frutos secos, vegetais como os espinafres, a couve ou a salsa e frutos como as bananas, papaias e tâmaras.
Em Portugal, desde 2010 que existe uma lei que define um teor máximo de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de pão e obriga a que os rótulos das embalagens de alimentos pré-embalados prestem informação sobre a quantidade relativa e absoluta de sal na embalagem, por percentagem do produto.
A OMS está também a atualizar as suas orientações sobre o consumo tanto de gorduras como de açúcares para reduzir o risco de obesidade e de doenças não transmissíveis.
Imagem:  saude.abril.com.br 


Médicos alertam para aumento global de diabetes infantil


 
Segundo um estudo da Federação Internacional de Diabetes, a diabetes tipo 1 é uma das doenças endócrinas e metabólicas mais comuns na infância e os casos entre crianças estão aumentando em todo o mundo. O número de casos de diabetes tipo 1 está crescendo rapidamente, especialmente entre as crianças, enquanto muitas não são diagnosticadas devidamente, afirmam especialistas.

BBC - de Londres
http://correiodobrasil.com.br

Atualmente, 371 milhões de pessoas sofrem de diabetes no mundo, principalmente diabetes tipo 2, provocada, principalmente, pela obesidade e por um estilo de vida precário.
Para especialistas, o desenvolvimento de diabetes tipo 1 pode ter causas genéticas, mas eles ainda não sabem dizer a que se deve o incremento nos casos da doença. Além disso, em um número considerável de países, cada vez mais as crianças também estão sendo diagnosticadas com diabetes tipo 2.
Diagnóstico adequado
A diabetes se manifesta quando o organismo não pode produzir ou utilizar eficientemente a insulina, um hormônio que regula o nível de açúcar no sangue. Caso não seja tratada adequadamente, a doença pode produzir complicações severas. Uma pessoa com diabetes tipo 2 pode permanecer sem ser diagnosticada durante muito tempo.
Mas no caso da diabetes tipo 1, se o paciente não recebe injeções de insulina diariamente para controlar seus nível de glicose, corre risco de morte. Apesar de a doença aparecer em qualquer idade, o mais comum é que ela ocorra em crianças e adolescentes menores de 14 anos.
Segundo o informe da Federação Internacional de Diabetes, nos últimos anos, houve um crescimento anual de 3% dos casos de diabetes tipo 1 no mundo, principalmente em menores de 14 anos. O principal aumento ocorreu na Europa central e do Leste. Embora não haja estudos sobre a incidência em outras partes do mundo, acredita-se que as tendências sejam similares globalmente.

Conhecendo os sintomas

Estima-se que, em média, cerca de 78 mil menores com até 15 anos desenvolvam a doença todo ano. Com isso, a diabetes tipo 1 pode ser um enorme desafio para muitas crianças e adolescentes. Além do impacto físico, a doença pode dificultar ou limitar as relações sociais, além de afetar o desempenho escolar.
O estudo indica que cerca de 25% das crianças que desenvolvem a diabetes tipo 1 são diagnosticadas quando já se encontram em estado grave. Segundo Barbara Young, presidente-executiva da Diabetes UK, “é particularmente importante que os pais conheçam os sintomas da doença”.
- Atualmente, o desconhecimento dos sintomas da diabetes tipo 1 é uma das principais razões para que um número assombroso de crianças estejam gravemente doentes quando recebem um diagnóstico.
Entre os principais sintomas, explica a especialista, estão: necessidade frequente de urinar, sede abundante, cansaço extremo e uma perda inexplicável de peso. “Os padres e as babás também precisam entender que se uma criança apresentar algum desses sintomas têm de levá-la ao médico o mais rápido possível, para que se faça o teste da diabetes tipo 1″, acrescentou Young.


Governo vinga-se dos médicos estagiários que aderiram à greve. Violado um dos compromissos do Governo com a AMM


Despacho do director da Faculdade de Medicina da UEM ordena reprovação compulsiva dos estudantes que faltaram ao estágio (nos dias da greve) dos médicos. A ordem emana de uma reunião que teve lugar na Faculdade de Medicina no dia 29 de Janeiro findo. A greve dos médicos terminou com a promessa de ambas as partes de que “os machados de guerra” estavam enterrados e que ninguém seria penalizado pela paralisação, mas isto revela o grau de falta de palavra e de seriedade do Governo.
Maputo (Canalmoz) – O Governo ainda não “engoliu” a recente greve dos médicos que durante uma semana paralisou parcialmente as actividades médicas nos hospitais públicos, até que o executivo cedesse às exigências da classe.
A greve terminou com a promessa de ambas as partes de que “os machados de guerra” estavam enterrados e que ninguém seria penalizado pela paralisação, mas o Canalmoz está na posse de um despacho do director da Faculdade de Medicina da Universidade (estatal) Eduardo Mondlane, que ordena a reprovação de todos os estudantes do sexto ano que faltaram ao estágio profissional. 
O despacho visa, claramente, atingir os estudantes que aderiram à greve dos médicos.
A acção é típica de vingança. O despacho assinado pelo Prof. Dr. Mohsin Sidat, enquanto repreende com reprovação automática a todos os estudantes de medicina estagiários que faltaram aos estágios (por terem aderido à greve dos médicos), por outro lado premeia com distinção, “Certificado de Reconhecimento”, os que não faltaram ao estágio, ou seja, os que não aderiram à greve.
Esta decisão mostra que a competência é posta de lado na Faculdade de Medicina, colocando-se em primeiro plano questões políticas como aderir ou não à greve.
O despacho é o primeiro a ser exarado este ano pela Faculdade da Medicina. Leva a referência “Despacho 01/FM/2013”. A sua elaboração saiu de uma reunião havida no dia 29 de Janeiro de 2013, na Faculdade de Medicina.

Eis o conteúdo essencial do documento.

1. Todos os estudantes do 6º ano que comprovadamente faltaram às suas obrigações académicas consideram-se reprovados no segmento do estágio médico integrado onde se encontravam quando o referido incumprimento ocorreu;
2. A data do início para a repetição do estágio em que reprovaram fica ao critério dos Departamentos onde o mesmo deve decorrer;
3. Será atribuído um certificado de reconhecimento aos estudantes que cumpriram com dedicação, abnegação e até com algum “sacrifício” as suas obrigações académicas. 
Ainda não conseguimos obter a reacção dos estudantes visados nem da direcção da Faculdade da Medicina. (Borges Nhamirre)


Médicos serão treinados para atender em catástrofe e desastres


A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), que representa os profissionais que atuam nas unidades de tratamento intensivo (UTIs), quer implantar no Brasil o curso de catástrofe e desastres (Fundamental Disaster Management-FDM) da Sociedade Norte-Americana de Medicina Intensiva.

http://correiodobrasil.com.br

O primeiro curso está previsto para abril, em Goiânia, e há dois programados para São Paulo no final daquele mês. Especialistas dos Estados Unidos e de Portugal participarão dos cursos já programados. A expansão do treinamento para todo o país depende de parceria com o Ministério da Saúde, disse à Agência Brasil o presidente da Amib, José Mário Teles. Na semana passada, médicos intensivistas brasileiros participaram do FDM.
Teles destacou que o curso existe há mais de oito anos nos Estados Unidos, em função de ataques terroristas, desastres naturais, infecções virais e pandemias. “Existe esse conceito nos Estados Unidos que um hospital de porta aberta, isto é, um hospital de emergência, tem que estar preparado para atender uma situação de múltiplas vítimas”.
A ideia da Amib é trazer o curso para o Brasil em função dos grandes eventos que estão programados para o país, como a Copa do Mundo de 2014. “Se vamos nos preparar para eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, temos que ter essa conscientização, porque aglomerar pessoas em estádios, festas, é uma situação que propicia esse tipo de coisa”.
Para o presidente da Amib, o Brasil não está preparado para o atendimento súbito de muitas vítimas. Ele disse que a taxa de ocupação nos hospitais brasileiros é de quase 100%, com um número significativo de pacientes aguardando horas na fila de emergência para serem atendidos. Para Teles, planejamento é a palavra-chave quando se tem uma situação em que aumenta de maneira súbita o número de feridos. Segundo ele, se não houver planejamento de pessoal, material, equipamentos e de espaço, a situação se complica.
O médico informou que existem atualmente tendas infláveis que podem ser montadas do lado de fora dos hospitais, em apenas um minuto e 15 segundos, para atendimento de 30 pessoas em macas. “Ou seja, tem que ter mais profissionais, mais equipamentos, materiais, medicamentos e mais espaço. Um hospital tem que ter estrutura”.
Teles comentou que a proximidade dos grandes eventos internacionais vai obrigar os hospitais privados a investir em planejamento de catástrofes. Ele considera, porém, que esses investimentos têm que ser públicos, feitos pelo Ministério da Saúde. “Senão, não tem condição”.
A expectativa é que o ministério dê apoio à realização desses cursos no país. O presidente da Amib ressaltou que ao mesmo tempo que prepara os profissionais para lidar com situações extremas, o curso ensina a fazer a triagem de pacientes e a usar os recursos de maneira mais eficiente. “Esse curso no momento, infelizmente, é muito oportuno”, disse, referindo-se à tragédia da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), onde mais de 230 jovens morreram no domingo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), nos países de baixa renda acontecem 9% do total de desastres no mundo, com 48% das fatalidades. Teles disse que a falta de investimentos e de preparo dos intensivistas explica esse fato. Gráfico apresentado durante o curso pela Sociedade Norte-Americana de Medicina Intensiva revela que quando ocorre um acidente com múltiplas vítimas, a pessoa que chega à emergência de um hospital até uma hora depois 50% de perigo de morrer. Os que chegam duas horas depois, têm 78% e os que chegam três horas depois, o índice de mortalidade se aproxima de 95%.
Segundo Teles, o Brasil apresenta uma série de dificuldades para atender vítimas de catástrofes, inclusive de locomoção. No caso da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), ele destacou que a ação dos órgãos militares foi fundamental, ao disponibilizar aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte dos feridos.
Ele destacou que o Rio Grande do Sul é o estado que dispõe dos melhores profissionais de unidades de terapia intensiva do país. ”Se essa tragédia tivesse acontecido em outro estado, com certeza, nós teríamos muito mais que 300 mortos, por causa das dificuldades que poderiam ser encontradas”. O médico enfatizou a necessidade de que sejam feitas simulações nos hospitais a cada quatro meses, para que as dificuldades observadas antes e depois possam ser discutidas pela equipe. A meta da Amib é treinar no curso de catástrofes e desastres 5 mil pessoas por ano.