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Muitos milhões de maçãs proporcionam hoje não só um apetitoso alimento
como também uma valiosa matéria-prima para numerosos ramos de indústria, como
sejam os fábricos de geléias e de sucos.
Botanicamente, a maçã pertence à família das Rosáceas, que nos é de muita
utilidade.
Composição - Embora a análise química nos dê uma imagem débil da eficácia da maçã no
organismo vivo, contudo é bom conhecê-la para permitir uma comparação com
outras espécies de frutas. Em média obtêm-se os seguintes valores na maçã
crua:
Além do sódio, potássio, magnésio, fósforo, enxofre e cloro, provou-se a
presença do ácido salicílico e de alumínio. A isto juntam-se as combinações
dos ácidos da fruta que condicionam o seu grato perfume e a pectina, fécula
que pode reter um grande volume de água. A maçã atingiu nos últimos tempos a
sua plena consideração como meio insubstituível de cura, embora já fosse
famosa em todos os tempos pelos seus efeitos curativos.
Efeitos e Emprego da Dieta de Maçã -- Hoje o regime na base de maçãs faz
parte dos recursos dietéticos mais eficazes de qualquer médico. O processo
aplica-se geralmente de modo que em casos de catarro gastrintestinal,
disenteria ou paratifo, se rale de duas em duas horas, ou até oito vezes
diariamente, uma maçã madura com a pele, no ralador, de vidro se for
possível, dando-a a comer ao doente. Podem ingerir-se assim, de 1 a 1,350 kg,
renunciando em absoluto a qualquer outro alimento ou medicamento. O inchaço
coloidal ao reter a água produz a maravilhosa cura numa harmoniosa
colaboração com as substâncias estéricas, os ácidos da fruta, o tanino e os
minerais. A dieta de maçãs atua como uma esponja de grande capacidade de
absorção. A maçã incha, absorvendo água e produtos intestinais tóxicos,
evitando desta forma a sua rápida absorção através do intestino. O grande
conteúdo em tanino da maçã atua como adstringente contra a inflamação.
O puericultor de Heidelberg, Prof. Moro, perante os êxitos de Heisler,
dedicou-se à comprovação sistemática dos casos infantis de diarréia e
disenteria. Administrou, em dois dias, doses de 200 a 300 g, cinco vezes
diárias, de maçã ralada num ralador de vidro, descascada e sem as sementes.
Este processo totalmente inócuo atuou de modo surpreendentemente rápido em
diarréias de diferentes tipos, satisfazendo completamente as necessidades de
alimento e líquidos. Mantendo constantemente o, consumo de maças, passa-se
depois dos dois dias de dieta para a alimentação usual. Quando não se dispõe de
maçãs frescas, pode estabelecer-se também esta dieta com um específico de
xarope de maçãs.
0 descobrimento da pectina na casca da maçã, que introduzida na
circulação sanguínea tem a propriedade de acelerar o processo de coagulação,
transformou-a num remédio de assombrosa eficácia para a hemofilia. Geralmente
nos hemofílicos, uma pequeníssima lesão pode provocar uma interminável
hemorragia; consegue-se, porém, com preparados de pectina provocar a
coagulação do sangue, ao cabo de poucos minutos. Por outro lado, a pectina,
como substância amilácea, tem a maior importância na indústria de geléias e
conservas,já que sem ela as geléias e gelatinas têm de cozer durante muitas
horas, com grandes perdas de matérias ativas. Mas não é só neste ramo
industrial, mas também na pastelaria, na confeitaria, indústrias lácteas e
padaria, que a pectina desempenha um importante papel.
0 emprego médico da maçã não se limita apenas ao tratamento das doenças
disentéricas e hemofílicas.
0 médico vienense Jagic conseguiu excelentes resultados com dois
ou três dias de fruta em inflamações renais, hidropisia, doenças do coração e
dos vasos. Fazia consumir 1,350 kg de maçãs em compota doce. Esta alimentação
favorece os rins, o coração e o fígado. A pobreza da maçã em sal e em proteínas
pode ser vantajosa para reforçar um regime de emagrecimento. Um regime de
emagrecimento típico é o do pão escuro e da «compota laxante». Digno de citar
é também o vantajoso emprego da maçã nos anêmicos e nos intelectuais, por
causa do seu conteúdo de arsênico, ferro e fósforo. Também a criança que come
com regularidade uma maçã por dia ficará notavelmente protegida contra as
infecções.
0 suco de maçã é, como todos os sucos doces, uma bebida refrescante, que
os intelectuais e os doentes deviam tomar, em lugar de café e bebidas
alcoólicas, e também constitui, além disso, um remédio tônico e sedativo,
pelo que o neurólogo Georg Reid (de Schuverin) resolveu empregar a
sidra de maçã combinada com o seu consumo em cru para todas as enfermidades
inflamatórias do sistema nervoso central. A perigosa prisão de ventre crônica
pode ser tratada, praticamente com êxito, mediante o consumo, três vezes por
dia, de meio frasco de sidra doce, antes de cada refeição, devendo-se
seguramente a sua ação à influência que exerce sobre as colônias bactérianas
do intestino.
A infusão de maçã exerce como bebida diária um efeito fortalecedor e
tônico, que convém ser utilizado como reforço na gota, reumatismo, doenças de
fígado e rins, hipertensão, transtornos cardíacos e erupção cutânea. Pelo seu
conteúdo em fósforo constitui a infusão de maçã um alimento natural para o
sistema nervoso, especialmente para as crianças.
Imagem: infoescola.com
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Maçãs
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Surto de cólera na cidade do Uíge
Três pessoas
já morreram e cerca de 150 deram entrada no hospital provincial durante os
últimos dias.
Bumba Cabinda VOA
No Uíge aumentam as vítimas de cólera, doença que
arrasa a cidade capital da província, três pessoas já morreram e cerca de 150
deram entrada no hospital provincial durante os últimos dias.
As autoridades sanitárias apontam que maior parte da
população contaminada, são proveniente das periferias da cidade capital, onde a
água para o consumo é extraída em poços, vulgo “cacimbas”, e com o saneamento
básico menos cuidado, constituindo a principal causa do alastramento da
epidemia.
O director provincial da Saúde, Benji Mouco Henrique, apelou aos munícipes no sentido de observarem a higiene individual e colectiva e desinfectar a água para o consumo doméstico, como medidas urgentes para impedir a propagação da doença:
“Que se observe a higiene tanto individual como colectiva, por forma a se poder evitar a propagação da doença, por que a cólera é uma doença provocada por má conservação no saneamento básico, sobretudo a falta de água potável, no caso específico da cidade do
Uíge, por falta de água potável em algumas áreas a população socorre-se das cacimbas”, referiu:
“E por consequência as cacimbas localizam-se nas baixas, onde as águas das chuvas correm passando pelas latrinas e lixeiras, e todas estas impurezas aglomeram-se nas cacimbas onde a população tira água para o consumo, uma vez que se esta água não for tratada, provoca estes surtos”, disse.
Saúde da população da cidade capital da província do Uíge, está em ameaça, tudo porque o vibrião colérico soma e segue, impulsionado pela falta de água potável, e higiene colectiva, alertam as autoridades sanitárias da província.
O director provincial da Saúde, Benji Mouco Henrique, apelou aos munícipes no sentido de observarem a higiene individual e colectiva e desinfectar a água para o consumo doméstico, como medidas urgentes para impedir a propagação da doença:
“Que se observe a higiene tanto individual como colectiva, por forma a se poder evitar a propagação da doença, por que a cólera é uma doença provocada por má conservação no saneamento básico, sobretudo a falta de água potável, no caso específico da cidade do
Uíge, por falta de água potável em algumas áreas a população socorre-se das cacimbas”, referiu:
“E por consequência as cacimbas localizam-se nas baixas, onde as águas das chuvas correm passando pelas latrinas e lixeiras, e todas estas impurezas aglomeram-se nas cacimbas onde a população tira água para o consumo, uma vez que se esta água não for tratada, provoca estes surtos”, disse.
Saúde da população da cidade capital da província do Uíge, está em ameaça, tudo porque o vibrião colérico soma e segue, impulsionado pela falta de água potável, e higiene colectiva, alertam as autoridades sanitárias da província.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
S.O.S. ayuda para Nadia (TRICOTIODISTROFIA). CARTA DE PETICIÓN DE AYUDA
Hola a todos,
Soy Fernando, el papa de Nadia,
primero quiero daros las gracias por todo el apoyo y la colaboración que
estamos teniendo, gracias a todas esas personas y empresas (que lógicamente
detrás también están esas personas), que a lo largo de estos largos años están
ahí, y siguen ahí, son ya 5 años de lucha desde que tuvimos confirmación de la
enfermedad de mi bebita, 5 años en los que la lucha del día a día a sido dura y
es dura, las noches son largas sin dormir, pensando siempre en que mas hacer,
de donde conseguir fondos para que no se pare la investigación sobre la
enfermedad, como conseguir hablar con directivos de grandes empresas para pedir
su ayuda, el como llegar a políticos, que este quien este gobernando, seguimos
viendo que siguen siendo buenas palabras, según el momento y luego no me
acuerdo, o están demasiados ocupados para el recibirte, noches en blanco, en
las que paso largas horas mirando a mi hija como duerme y que cuando abre un
ojo, me hago el dormido, no es que este levantado, es que duerme entre su madre
y yo, y mientras la miro, se me cruzan todas las clases de sentimientos (rabia,
enfados, alegría, felicidad) y a días lloro de rabia y otras de felicidad, pero
estas ultimas las que menos, que no paro de recordar el día en que nació, con
esa piel rara, el día en que nos dijeron la enfermedad, el día en que nos
dijeron que tendría una esperanza de vida corta, los días de sus crisis y
fiebres tan angustiantes y de tanto correr de hospital en hospital por medio
mundo, pero también el día en que empezó a caminar, a hablar, a cantar, a…
tantas cosas que parecía que nunca lograría, pero que con la fuerza que tiene,
fue logrando.
Con todo esto, una de las peores
semanas fue este pasado julio, cuando no logre juntar el dinero para la
intervención, nunca me había pasado, pues al principio vendiendo todo lo que
teníamos, empresa, casa, muebles (incluidas las camas donde dormíamos los tres,
cosa que hemos vuelto a hacer ahora), y después con el dinero del trabajo
y de lo que nos aportáis en los eventos que hacemos o en la cuenta de la
asociación siempre había logrado, pero esa vez no lo conseguí y eso nunca me
había pasado, y mi bebita a pesar de lo bueno de su recuperación gracias a la
investigación con lo genes, necesita esa intervención vital para quitarle esa
membrana de la cabeza, que cada vez la afecta mas a su desarrollo, al caminar
volviendo a caerse mucho, a la memoria (mañanas al despertar que no se acuerda
de quienes somos), vista, oído. Ahora tenemos otra oportunidad, el próximo 9 de
febrero, antes tenemos la revisión en Pamplona y Paris, por eso tengo que
intentar, pidiendo vuestra ayuda, conseguir el dinero esta vez para todo ello,
entre lo que vendo en mi trabajo, y lo que me ayudéis hacer entre todos tengo
que lograrlo, en diciembre debería hacer el ingreso para todo ello y poder ir a
hacer las pruebas todo lo tranquilo que pueda, por ello vuelvo a pedir vuestra
ayuda, en estos momentos, tengo de nuevo la sensación de estar pidiendo
limosna, pero no tengo mas remedio que hacerlo;
TENEMOS QUE SEGUIR ALARGANDO LA VIDA
DE NADIA, GRACIAS A TODOS.
Fernando Drake Blanco, Marga Garau y
por supuesto Nadia Nerea Blanco Garau
Descripción,
Nadia Nerea tiene ahora 6 años y una
esperanza de vida de 8 a 10 años.
Su enfermedad se llama TRICOTIODISTROFIA, de los que existen a día de hoy 24 casos en el mundo, dos nuevos este año 2011.
La enfermedad tiene varias fases, y Nadia tiene la peor, pues sus órganos no crecen como el cuerpo, tiene piel de serpiente, microcefalia, deficiencia en el andar y hablar, pelo quebradizo, cataratas, y desarrolla varias enfermedades de personas mayores, que no corresponden a una niña de su edad.
Actualmente se le esta haciendo un tratamiento nuevo, con genes manipulados en laboratorio en Estados Unidos, mediante un equipo multidisciplinar de 14 investigadores, pero su coste supera los 75 mil € año, y se llevan gastados en 5 años, mas del millón de €
Ahora lo mas importante es recaudar fondos para la próxima operación, cuyo coste es de 43 mil € y que ya se suspendió en julio por la falta de medios económicos, ahora la esperanza esta en conseguirlo en estos 2 meses.
Los resultados de estas investigaciones no sólo ayudarán a Nadia, sino que podrán servir para los otros niños que padecen esta rara enfermedad.
Si deseas ayudarnos también puedes hacerlo mediante Donación a la Cuenta Bancaria de la Asociación a nombre de Nadia Nerea Blanco Garau. GRACIAS POR TU COLABORACIÓN.
Su enfermedad se llama TRICOTIODISTROFIA, de los que existen a día de hoy 24 casos en el mundo, dos nuevos este año 2011.
La enfermedad tiene varias fases, y Nadia tiene la peor, pues sus órganos no crecen como el cuerpo, tiene piel de serpiente, microcefalia, deficiencia en el andar y hablar, pelo quebradizo, cataratas, y desarrolla varias enfermedades de personas mayores, que no corresponden a una niña de su edad.
Actualmente se le esta haciendo un tratamiento nuevo, con genes manipulados en laboratorio en Estados Unidos, mediante un equipo multidisciplinar de 14 investigadores, pero su coste supera los 75 mil € año, y se llevan gastados en 5 años, mas del millón de €
Ahora lo mas importante es recaudar fondos para la próxima operación, cuyo coste es de 43 mil € y que ya se suspendió en julio por la falta de medios económicos, ahora la esperanza esta en conseguirlo en estos 2 meses.
Los resultados de estas investigaciones no sólo ayudarán a Nadia, sino que podrán servir para los otros niños que padecen esta rara enfermedad.
Si deseas ayudarnos también puedes hacerlo mediante Donación a la Cuenta Bancaria de la Asociación a nombre de Nadia Nerea Blanco Garau. GRACIAS POR TU COLABORACIÓN.
Fuente:
http://justiciavslegalidad.blogspot.com/2011/12/sos-ayuda-para-nadia-tricotiodistrofia.html
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Estudo desaconselha consumo peixe comercializado na praia da Mabunda por estar contaminado
Luanda
– Um estudo efectuado ao pescado comercializado na praia da Mabunda, distrito
da Samba, em Luanda, desaconselha a aquisição de peixe naquela zona devido aos
altos níveis de contaminação microbiológica, que constituem "um risco à
saúde pública". Os dados do referido estudo, qualitativo e quantitativo,
foram apresentados sexta-feira em Luanda, durante as XVI Jornadas
Técnico-Científicas do Instituto Nacional de Investigação Pesqueira (INIP),
órgão tutelado pelo Ministério das Pescas de Angola.
Fonte: Lusa CLUB-K.NET
Fonte: Lusa CLUB-K.NET
Duas empresas que praticam naquela praia a pesca
semi-industrial, utilizando como arte de pesca o cerco, foram os alvos da
pesquisa, que teve como objectivo obter informações sobre a qualidade microbiológica
do pescado comercializado na Mabunda.
Maria Pedro Nicolau, pesquisadora do INIP, disse que as duas empresas usam as mesmas técnicas de pesca, diferenciando apenas na forma de desembarque do peixe. A fonte explicou que é na forma de desembarque que reside o problema, já que nas suas várias etapas até chegar ao cliente não são observadas as medidas de higiene recomendáveis.
"Os resultados obtidos evidenciam deficiências na higiene, bem como na conservação e na manipulação do pescado durante as operações rotineiras de desembarque, visto que o nível de contaminação aumentou conforme a manipulação nas diferentes etapas do processo de desembarque, o que constitui um risco à saúde pública", refere o estudo.
O peixe contaminado, sublinha o documento, pode causar prováveis ocorrências de casos de infeções bacterianas, intoxicação alimentar, que "necessitam de uma intervenção urgente das autoridades competentes (Ministério da Saúde, do Ambiente, da Agricultura e Pescas)".
Durante o estudo foram analisadas 100 amostras de pescado de diferentes espécies, nas quais foram feitas recolhas aleatórias de diferentes indicadores microbiológicos (bactérias aeróbias mesófilas, coliformes totais, fecais, E. coli, "enterococcus faecalis", esporos de clostridios sulfito-redutores e salmonela).
Maria Pedro Nicolau referiu que este estudo - que constituiu a sua dissertação de defesa de mestrado - é o primeiro realizado naquela praia, salientando que pretende dar continuidade ao mesmo, porque uma das empresas está a melhorar as condições de desembarque. "Gostaria de continuar a fazer o estudo (...) para ver qual é agora a qualidade microbiológica do pescado, se houve melhorias ou não", manifestou.
À praia da Mabunda acorre parte considerável dos habitantes da cidade de Luanda para a compra de peixe, registando-se uma maior procura nos fins-de-semana de consumidores e revendedores. Além da venda do peixe, outros comerciantes de diferentes produtos utilizam o espaço, deixando o local sem condições de higiene, que são minimizadas com campanhas de limpeza efetuadas pelos utilizadores da praia.
Maria Pedro Nicolau, pesquisadora do INIP, disse que as duas empresas usam as mesmas técnicas de pesca, diferenciando apenas na forma de desembarque do peixe. A fonte explicou que é na forma de desembarque que reside o problema, já que nas suas várias etapas até chegar ao cliente não são observadas as medidas de higiene recomendáveis.
"Os resultados obtidos evidenciam deficiências na higiene, bem como na conservação e na manipulação do pescado durante as operações rotineiras de desembarque, visto que o nível de contaminação aumentou conforme a manipulação nas diferentes etapas do processo de desembarque, o que constitui um risco à saúde pública", refere o estudo.
O peixe contaminado, sublinha o documento, pode causar prováveis ocorrências de casos de infeções bacterianas, intoxicação alimentar, que "necessitam de uma intervenção urgente das autoridades competentes (Ministério da Saúde, do Ambiente, da Agricultura e Pescas)".
Durante o estudo foram analisadas 100 amostras de pescado de diferentes espécies, nas quais foram feitas recolhas aleatórias de diferentes indicadores microbiológicos (bactérias aeróbias mesófilas, coliformes totais, fecais, E. coli, "enterococcus faecalis", esporos de clostridios sulfito-redutores e salmonela).
Maria Pedro Nicolau referiu que este estudo - que constituiu a sua dissertação de defesa de mestrado - é o primeiro realizado naquela praia, salientando que pretende dar continuidade ao mesmo, porque uma das empresas está a melhorar as condições de desembarque. "Gostaria de continuar a fazer o estudo (...) para ver qual é agora a qualidade microbiológica do pescado, se houve melhorias ou não", manifestou.
À praia da Mabunda acorre parte considerável dos habitantes da cidade de Luanda para a compra de peixe, registando-se uma maior procura nos fins-de-semana de consumidores e revendedores. Além da venda do peixe, outros comerciantes de diferentes produtos utilizam o espaço, deixando o local sem condições de higiene, que são minimizadas com campanhas de limpeza efetuadas pelos utilizadores da praia.
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