Por favor salvem esta menina. Apelo de Viana. Angola. Filha de 5 anos de idade que acerca de 2 anos está doente com Neoplasia Vesical (um tumor maligno na zona genital). O pouco que cada um pode dar já é muito para quem precisa, não precisamos ter muito para ajudar. Se cada um de nós depositar um pouco podemos ajudar a salvar a vida dessa menina. Quem puder ajudar pode depositar na conta: 000005001760033 ou IBAN A006.0034.0000.0500.1760.0334.1 de Lidia Manuel no banco Millenium

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

OMS recomenda níveis de sódio e de potássio


Lusa, publicado por Ana Pombo

A Organização Mundial de Saúde recomendou hoje que os adultos consumam menos de 2.000 mg de sódio e mais de 3.510 mg de potássio por dia, alertando que a maioria consome demasiado do primeiro e pouco do segundo.
Novas orientações divulgadas por aquela agência das Nações Unidas apontam que uma pessoa que tenha níveis elevados de sódio ou níveis reduzidos de potássio corre o risco de hipertensão arterial, o que aumenta o perigo de doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Segundo as orientações, o nível máximo recomendado de sódio equivale a cinco gramas de sal.
O sódio existe naturalmente em alimentos como o leite, as natas e nos ovos. Existe também, em quantidades muito mais elevadas, em alimentos processados como o pão, carnes processadas como o toucinho fumado, aperitivos e as pipocas, assim como em condimentos como o molho de soja e os caldos alimentares.
Entre os alimentos ricos em potássio estão o feijão e as ervilhas, os frutos secos, vegetais como os espinafres, a couve ou a salsa e frutos como as bananas, papaias e tâmaras.
Em Portugal, desde 2010 que existe uma lei que define um teor máximo de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de pão e obriga a que os rótulos das embalagens de alimentos pré-embalados prestem informação sobre a quantidade relativa e absoluta de sal na embalagem, por percentagem do produto.
A OMS está também a atualizar as suas orientações sobre o consumo tanto de gorduras como de açúcares para reduzir o risco de obesidade e de doenças não transmissíveis.
Imagem:  saude.abril.com.br