A mortandade infantil é altíssima e os assassinatos também. Os meios de comunicação se negam a divulgar isto porque lá é "terra de Gilmar Mendes" (segundo as próprias palavras do fotógrafo que plasmou estas atrocidades), uma mafia que não tem medo de assassinar quem for questionar ou até tentar ajudar esta pobre gente. O objetivo é transformar as reservas em plantação de soja e criação de gado, tá acontecendo!

http://profcmazucheli.blogspot.com/2011/01/genocidio-contra-indios-guarani-kaiowa.html

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Brincar na areia duplica as chances de ficar doente


Pensou que estaria seguro na praia longe do mar e seus perigos, como águas-vivas ou poluição? Mas a areia também não é tão segura assim: ela pode deixá-lo mais propenso a ficar doente. De acordo com um novo relatório, a areia da praia pode ter níveis mais perigosos de bactérias que induzem doenças do que o oceano. Pesquisadores advertem que mesmo as pessoas que são muito cautelosas antes de encostar um único dedo no mar podem ser expostas a níveis perigosos de poluição fecal microbiana.
Não precisa ficar apavorado, mas esses castelos de areia que você fez recentemente na areia não são castelos muito saudáveis – principalmente se a praia que você visita é perto de esgotos ou estação de tratamento de resíduos. Em um estudo feito nos EUA, praias a menos de dois quilômetros desses locais tiveram água coletada com diversos indicadores de contaminação fecal, com vários tipos de bactérias prejudiciais para a saúde.
Pesquisadores americanos questionaram banhistas e descobriram que aqueles que cavaram ou foram enterrados na areia da praia apresentaram mais sintomas de doenças gastrointestinais, como diarréia, vômitos, náuseas e dor de estômago – tudo isso associado à exposição a bactérias fecais. [TreeHugger]
http://hypescience.com/brincar-na-areia-duplica-as-chances-de-ficar-doente/
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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

A milagrosa invenção da NASA que pode salvar milhões de vidas


Como vocês sabem, não existem hospitais no espaço. O mais próximo é na Terra, e os astronautas não podem simplesmente pular para cá. Então o que acontece quando o sol libera uma radiação massiva enquanto um astronauta está no espaço?
A biocápsula da NASA – feita de nanotubos de carbono – vai poder diagnosticar e imediatamente tratar um astronauta mesmo que ele nem imagine ter um problema. Isso representa uma das maiores novidades na história da medicina, e vai funcionar na Terra também.
David Loftus é o homem que inventou a biocápsula e ganhou a patente do invento. Imagine isso: um astronauta está indo para Marte. A viagem de ida e volta vai levar de dois a três anos. Durante esse tempo, ele não terá acesso a um médico, e muito pode acontecer ao corpo humano no espaço.
Então, antes de embarcar, o astronauta recebe alguns implantes das biocápsulas da NASA. Uma pequena incisão é feita na pele, o que exige uma pequena cirurgia, com anestesia local e um ou dois pontos para fechar o corte. Após isso, ele está pronto para lidar com uma série de possíveis problemas – por conta própria.
Um dos principais problemas no espaço é a exposição a altos níveis de radiação. Os astronautas podem ser expostos aos “eventos de partículas solares”, que são liberações de intensa radiação do sol, e que podem danificar os ossos e destruir o sistema imunológico. Aí entra a cápsula: suas células percebem a radiação e imediatamente liberam medicinas para compensar o corpo.
Cada cápsula não funciona apenas uma vez. Elas podem liberar pequenas doses durante vários anos. Elas também são muito resistentes, e aparentemente não existe nenhuma enzima que possa quebrar suas nanoestruturas. Os poros permitem que os medicamentos passem pelas suas paredes, e quando ela se esvazia, a cápsula permanece no corpo, até que um médico a retire na Terra.
Enquanto o tratamento dos efeitos da radiação é o principal alvo da biocápsula da NASA, outras serão criadas para combater diferentes ameaças. Calor, exaustão e problemas de sono também são casos sérios em astronautas.
Utilidade terrestre

Em nosso planeta, o alvo número um é a diabetes – especificamente em pessoas que precisam de insulina. Com as cápsulas, pacientes com diabetes nunca mais precisariam tomar uma dose. Eles não precisariam nem se preocupar em checar os níveis sanguíneos.
Muitos diabéticos morrem durante o sono ou coma porque ficam muito tempo sem poder checar o sangue. As cápsulas iriam funcionar automaticamente, as pessoas estando acordadas ou não.
A segunda aplicação terrestre seria no tratamento do câncer (especialmente o de cérebro). Uma biocápsula implantada diretamente no tumor poderia liberar altas doses de quimioterapia diretamente na área necessitada – e isso reduziria muitos os efeitos colaterais em outras regiões do corpo.
Existem também aplicações na terapia genética. Algumas crianças nascem sem um gene, ou com um defeituoso. Como resultado, elas deixam de fabricar uma proteína. A biocápsula pode ser desenhada para implantar células que fabricam essa proteína. Ideias assim também poderiam ser usadas em pessoas que sofrem de alergias e podem entrar em choque anafilático.
Com todas essas aplicações (e existem mais), não é muito dizer que a biocápsula da NASA pode mudar a cara da medicina para sempre. Elas são baratas e extremamente simples de serem criadas. Os cientistas planejam começar testes com animais nesse ano e no próximo, para então passar para os humanos. [GizModo]
http://hypescience.com/a-milagrosa-invencao-da-nasa-que-pode-salvar-milhoes-de-vidas/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
Hypescience

Farmácias com menos um terço do stock por falta de dinheiro


Aproximadamente um terço (30%) do stock dos medicamentos das farmácias está a ser cortado devido à falta de dinheiro.
«É um problema de tesouraria. Falta dinheiro para terem o mesmo tipo de oferta que tiveram antigamente», afirmou Paulo Duarte, secretário-geral da Associação Nacional de Farmácias (ANF), ao DN.
«No ano passado, houve uma redução de 12% do valor de mercado, o que originou uma diminuição da rentabilidade, devido à descida do preço dos medicamentos. Para este ano, está prevista uma continuidade na descida, próxima dos 10%», comentou.
Perante a subida do preço dos medicamentos e a descida das vendas, aliada aos genéricos mais baratos e de diversas marcas, as farmácias viram-se obrigadas a reestruturar a sua gestão. Por outro lado, muitos clientes acabam por não conseguir comprar todos os remédios que lhes foram receitados.
«Deve ser rara a farmácia que não tenha feito uma redução entre os 30% e os 40% do investimento feito na compra de stock», refere Pedro Pires, da distribuidora Udifar.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=558710
Imagem: diariosp.com.br

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

Voar na classe econômica realmente aumenta o risco de coágulos?


Voar na classe econômica com certeza é melhor para suar carteira. Mas será que cria uma pressão maior nas suas pernas, aumentando o risco de coágulos sanguíneos?
Por 50 anos, viajar no econômico de avião, ônibus ou trem tem sido ligado a tromboses – que ocorrem quando coágulos sanguíneos acontecem em veias maiores, geralmente nas pernas. Ligada ao sedentarismo, a condição – chamada de síndrome da classe econômica – pode ser fatal se o coágulo chegar até os pulmões, causando um bloqueio.
Mas essa história de síndrome talvez seja mentira. Uma pesquisa sugere que isso não é mais comum em passageiros econômicos do que nos de primeira classe. E ainda, especialistas determinaram que o risco de acontecer um coágulo ou bloqueio em viagens aéreas é pequeno.
No total, a probabilidade de um coágulo acontecer, um mês após uma viagem, é de um em 4.600 voos. Isso aumenta em cerca de 20% para cada duas horas a mais na duração do percurso.
O estudo descobriu que não há “evidência definitiva” de que viajar na classe econômica afeta o risco de uma pessoa. Também não houve evidência de que outros fatores comumente ligados à condição, como desidratação e consumo de álcool durante o voo, tenham algum efeito.
Os pesquisadores perceberam que aqueles que desenvolveram trombose relacionada à viagem geralmente têm outros fatores de risco, como histórico, obesidade, cirurgia recente ou uso de estrógeno. Apesar de o risco ser pequeno para todos, é sugerido que os passageiros com tendência peguem um assento no corredor, se movam e façam alguns exercícios com as pernas. [NewYorkTimes]
http://hypescience.com/voar-na-classe-economica-realmente-aumenta-o-risco-de-coagulos/
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Pais autoritários têm mais filhos delinquentes


De acordo com uma pesquisa recente, produzida pela Universidade de New Hampshire, os pais autoritários que educam os filhos com a máxima “é do meu jeito ou a porta da rua é serventia da casa” são mais propensos a terem filhos delinquentes, que os desrespeitem e não os veem como uma autoridade legítima, do que os pais-autoridade (ou confiáveis) que praticam o hábito de escutar os filhos e acabam ganhando respeito e confiança.
O chefe da pesquisa, Dr. Rick Trinkner, afirma que quando as crianças consideram os pais figuras de autoridades, elas confiam neles e sentem-se na obrigação de fazer aquilo que lhes foi pedido. Para Trinkner, trata-se de um importante atributo para qualquer figura de autoridade, especialmente os pais, porque não os deixa dependentes de um sistema de recompensas e punições, já que as crianças ficam mais propensas a seguir as regras estabelecidas mesmo na ausência dos pais.
Esse é o primeiro estudo que avalia como o estilo de criação pode influenciar os adolescentes a acreditarem na legitimidade e autoridade dos pais, e como essas percepções podem levar ao mau comportamento.
Os pesquisadores se basearam em dados do estudo sobre a juventude de New Hampshire, um questionário aplicado aos estudantes do ensino médio regular e a distância, e examinaram os fatores legais, psicológicos, sociológicos e de desenvolvimento que influenciam a delinquência juvenil. As análises relatadas são baseadas em dados recolhidos ao longo de um período de 18 meses, com início em 2007.
De acordo com Trinkner, embora seja consensual que a autoridade paternal é mais eficaz que estilos ditatoriais ou permissivos, pouco se sabe sobre o porquê uma forma de criar os filhos é mais eficiente que a outra. Os resultados da pesquisa mostraram que a legitimidade dos pais é um importante mecanismo da criação dos filhos e que pode afetar o comportamento dos adolescentes.
Os pesquisadores encontraram três estilos de pais diferentes: os autoritários, os confiáveis e os permissivos.
Pais confiáveis são exigentes e controladores, mas também são acolhedores e receptivos as necessidades dos filhos. São abertos ao diálogo e explicam aos filhos o porquê de estabelecerem regras, além de também escutarem a opinião das crianças sobre as regras. Filhos de pais confiáveis tendem a ser controlados, autossuficientes e satisfeitos.
Por outro lado, os pais autoritários são exigentes e altamente controladores, entretanto, não são receptivos e não correspondem as necessidades dos filhos. Esses pais são unilaterais e não há diálogo, além disso, estabelecem regras sem conversar com as crianças e esperam que elas obedeçam sem contestar as determinações. Pais autoritários criam filhos insatisfeitos, desconfiados e retraídos.
Finalmente, em contraste com os pais autoritários, os pais permissivos não supervisionam e nem exigem dos filhos. Eles tendem a ser acolhedores e receptivos às necessidades dos filhos, porém, não colocam limites para as crianças. Mesmo quando estabelecem regras, raras vezes procuram aplicá-las e cobrá-las. Estes pais tendem a criar filhos pouco controlados, não tão independentes e preguiçosos.
O chefe da pesquisa conta que o estilo com o qual os pais criam os filhos tem influência direta em como os filhos percebem os pais como figuras de legitimidade. Os adolescentes que veem nos pais pessoas confiáveis estão menos predispostos a terem comportamentos delinquentes. Dessa forma, os pais confiáveis podem criar os filhos de uma maneira mais eficaz do que os outros tipos de pais, porque este estilo torna os adolescentes mais dispostos a aceitar as regras estabelecidas em casa e serem mais sociáveis.
Por outro lado, os pais autoritários têm o efeito oposto e acabam reduzindo a probabilidade dos filhos perceberem a autoridade como legítima. Filhos adolescentes de pais autoritários são mais propensos a resistir às regras sociais.
Já em relação aos filhos de pais permissivos, que eram menos propensos a respeitar seus pais como figuras de autoridade, os pesquisadores descobriram que esses eram nem mais nem menos predispostos a ter um comportamento delinquente.
De acordo com os pesquisadores, os resultados do estudo mostram que o uso da autoridade pelos pais confiáveis é uma técnica de controle legítima na criação dos filhos. Além disso, os pais são mais propensos a serem vistos como autoridades legítimas se utilizam práticas características de pais confiáveis ao invés de práticas autoritárias ou permissivas, que tendem a minar a sua autoridade.
Os dados da pesquisa fornecem mais evidências de que a autoridade dos pais confiáveis é uma forma eficaz para socializar os filhos e que a influência da criação funciona, em grande parte, por meio de seu efeito sobre a percepção que os jovens têm em relação a legitimidade da autoridade dos pais. [ScienceDaily, Foto]
http://hypescience.com/pais-autoritarios-tem-mais-filhos-delinquentes/
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Como a dieta mediterrânea protege o cérebro


Você já deve ter ouvido falar da dieta mediterrânea, famosa por ser saudável e trazer benefícios ao corpo ao longo do tempo.

A dieta mediterrânea é baseada na dieta das populações do litoral do Mar Mediterrâneo, como as populações litorais da Itália e da Grécia. A dieta possui uma abundância de frutas e vegetais frescos, peixe, grãos integrais, legumes, gorduras monoinsaturadas como azeite de oliva, e quantidades moderadas de álcool. Tem uma baixa quantidade de carne vermelha, gorduras saturadas como manteiga, e grãos refinados.

Agora, mais um estudo sugere que pessoas que seguem a dieta de estilo mediterrânico têm melhor saúde. Dessa vez, o benefício é que ela produz menos danos aos pequenos vasos de sangue no cérebro.

Seguir a dieta mediterrânica já foi relacionado a um menor risco de síndrome metabólica, doença cardíaca, derrame, demência e maior longevidade.

Mas os pesquisadores dizem que nenhum estudo olhou para a possível ligação da dieta com o volume hipersensível da substância branca (WMHV, na sigla em inglês) no cérebro, que pode ajudar a explicar alguns destes efeitos benéficos.

O volume é um indicador de danos aos pequenos vasos sanguíneos do cérebro e é detectado através de ressonância magnética. Estudos anteriores demonstraram que altas quantidades de WMHV no cérebro podem significar maior risco de derrame e demência.

No novo estudo, os pesquisadores compararam as imagens cerebrais e as dietas de 966 adultos com idade média de 72 anos.

A dieta relatada dos participantes foi classificada de acordo com a proximidade da dieta mediterrânica.

Os resultados mostraram que aqueles que mais seguiam uma dieta mediterrânica apresentaram menor medida de WMHV. Cada aumento na pontuação da dieta mediterrânica foi associado com uma diminuição correspondente no volume hipersensível de substância branca.

O benefício manteve-se mesmo após ajuste para outros fatores de risco para danos aos vasos sanguíneos no cérebro, como diabetes, tabagismo, pressão arterial alta e níveis de colesterol anormais.

Os pesquisadores dizem que o aspecto da dieta mediterrânea que mais parecia importar nesse benefício foi a proporção de gordura monoinsaturada por gordura saturada.

As gorduras monoinsaturadas são encontradas em muitos óleos vegetais, abacate e nozes. As gorduras saturadas são encontradas principalmente em carnes e produtos lácteos, bem como em alguns alimentos industrializados.

Ainda assim, os resultados sugerem que o padrão alimentar global da dieta mediterrânica, ao invés de qualquer um dos componentes individuais, pode ser mais relevante para explicar seus benefícios saudáveis.[WebMD]

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Com apenas seis meses, bebês já entendem algumas palavras


Embora a maioria das crianças não fale palavras significativas até o primeiro aniversário, o resultado de um estudo sugere que, em alguns casos, os bebês entendem o que um adulto diz bem mais cedo.
O estudo contradiz o consenso de que, enquanto os bebês podem entender elementos e sons de sua língua nativa entre seis e nove meses, eles não conseguem compreender inteiramente um discurso até o final do primeiro ano de vida.
Um estudo testou 33 bebês, com idade entre seis e nove meses, em relação a compreensão de palavras simples, como por exemplo, alimentos e partes do corpo, em comparação com 50 crianças, com idades entre 10 a 20 meses.
Durante a experiência, foram expostas duas imagens para as crianças, uma maçã e um braço. As mães das crianças perguntaram onde estava um dos objetos.
Os pesquisadores acompanharam os movimentos dos olhos dos bebês e descobriram que, das 33 crianças com idade entre seis e nove meses, 26 tendem a olhar para a imagem correspondente a palavra dita pela mãe com uma frequência improvável de ser atribuída ao acaso.
O resultado do mesmo teste realizado em crianças mais velhas mostrou que não existe uma evolução significativa entre bebês de seis e 14 meses, quando os níveis de compreensão melhoraram rapidamente.
Em um segundo teste, as crianças deveriam localizar um objeto em uma determinada cena, como uma banana em cima de uma mesa com outros objetos, diferentemente do primeiro teste, quando a maçã e o braço estavam fora de um contexto. Os resultados mostraram que as crianças são capazes de localizar algumas das palavras testadas.
Um dos pesquisadores da Universidade da Pennsylvania, Dr. Daniel Swingley, disse acreditar que os resultados da pesquisa são uma ótima notícia para os pais. De acordo com ele, os familiares podem conversar com os bebês e saber que eles vão entender um pouco daquilo que está sendo dito. O pesquisador afirma que quanto mais os bebês sabem, mais eles podem construir em torno do conhecimento.[Telegraph, Foto]
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5 Maneiras como o chocolate te mantém saudável


Cuide do seu coração com chocolate! Um estudo recente revelou que as pessoas que consomem altos níveis de chocolate têm uma redução de 37% em doenças cardiovasculares e uma diminuição de 29% em acidente vascular cerebral em comparação com aqueles que consomem menos chocolate. Saiba mais sobre o doce:
1 – O CHOCOLATE PODE AJUDAR EM MATEMÁTICA
Os flavonóides, composto com propriedades antioxidantes presente no chocolate, melhoram a circulação, levando fluxo sanguíneo para o cérebro. Em 2009, um estudo pediu aos participantes para contar de trás para frente em grupos de três, a partir de um número entre 800 e 999. Após beberem chocolate quente cheio de flavonóides, os participantes foram capazes de calcular com mais precisão e rapidez, além de estarem menos propensos a se sentir cansados e esgotados.
2 – CHOCOLATE AJUDA A EMAGRECER
As mães sempre avisam para não comer doce antes do jantar. Acontece que elas estão certas. Pesquisadores dinamarqueses deram 100 gramas de chocolate amargo e ao leite para 16 participantes e 2 horas depois ofereceram pizza a esses participantes. Aqueles que comeram chocolate amargo consumiram 15% menos calorias do que aqueles que haviam consumido o chocolate ao leite. Além disso, os participantes que consumiram chocolate amargo estavam menos interessados em alimentos salgados, açucarados e gordurosos.
3 – O CHOCOLATE FAZ COM QUE VOCÊ SE SINTA MELHOR
O chocolate provoca uma reação similar a de quem está apaixonado, pois contem feniletilamina, que provoca a liberação de endorfinas no organismo. Na Inglaterra, médicos do Mind Lab pediram a seis casais para deixarem pedaços de chocolate derreterem na boca e depois se beijarem, enquanto estavam com cérebros e frequência cardíaca monitorados. Ambas as atividades alteraram as reações do cérebro e do coração, mas o chocolate dobrou as taxas de excitação no centro de prazer do cérebro durante o beijo, especialmente em mulheres. De acordo com pesquisadores, a mistura de açúcar e cafeína do cacau produz uma sensação de bem estar duradoura.
4 – PRA RELAXAR? COMA CHOCOLATE
Você corre atrás de uma barra de chocolate quando está estressado? Existe uma razão biológica para isso. Estudos mostram que o chocolate contem anandamida, um composto que ativa os mesmos receptores cerebrais ativados pela maconha. Ao que parece, uma mordida traz felicidade.
5 – COMER CHOCOLATE PODE FAZER COM QUE VOCÊ VIVA MAIS
Um estudo concluiu que o consumo de doces pode ajudar o ser humano a ter uma vida mais longa. As pessoas que comem doces podem viver quase um ano a mais do que aquelas que não os consomem. O estudo mostrou que os participantes que comeram doces de uma a três vezes ao mês tiveram as menores taxas de mortalidade do grupo. Pesquisas posteriores concluíram que isso se dá devido aosantioxidantes presentes no chocolate. Em 2009, um estudo descobriu que os sobreviventes de ataques cardíacos que comiam chocolate tinham menos probabilidade de morrer do que aqueles que não consumiam o doce.
Dica: Sirva-se de uma porção inferior a 30 gramas e tenha os benefícios do chocolate, sem perder a cinturinha. Mas, atenção! As porcentagens de açúcar nos chocolates brasileiros estão acima da maioria das outras nações representativas do setor. Então, fique atento para não perder o benefício do chocolate consumindo muito açúcar. [MSN, Foto de Peter Pearson]
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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Veja como “se apaixonar” mexe com o cérebro


Morrer de amores é uma coisa totalmente emocional, né? Pelo contrário: é totalmente “racional”.
Apaixonar-se pode causar estragos em seu corpo. O coração acelera, a barriga embrulha, você entra numa montanha russa emocional, sentindo-se delirantemente feliz em um minuto, e ansioso e desesperado no próximo.
E esses sentimentos românticos intensos não vêm do coração; vêm do cérebro.
Em um pequeno estudo, pesquisadores analisaram imagens de ressonância magnética do cérebro de 10 mulheres e 7 homens que afirmaram estar profundamente apaixonados.
O comprimento das suas relações variava de um mês a menos de dois anos. Os participantes viram fotos de seus amados, e fotos de uma pessoa com aparência semelhante.
Os cérebros dos participantes reagiram às fotos de seus amores produzindo respostas emocionais nas mesmas partes do cérebro normalmente envolvidas com a motivação e recompensa. Ou seja, esse tipo de amor usa o mesmo sistema no cérebro ativado quando uma pessoa é viciada em drogas.
Em outras palavras, você começa a desejar a pessoa por quem está apaixonado como desejaria uma droga.
Especialistas dizem que o amor romântico é uma das emoções mais poderosas que uma pessoa pode ter.
Nossos cérebros sabem que temos que escolher um parceiro. Eles se tornam motivados para conquistar o companheiro ou companheira, às vezes indo a extremos para obter a sua atenção e carinho.
A parte de recompensa do cérebro, também chamada de centro do prazer, é uma parte essencial do cérebro para sobreviver nessa situação, pois nos ajuda a reconhecer quando algo é bom. E o esforço para se sentir bem em torno de seu companheiro pode ser ainda mais poderoso do que o desejo por sexo.
Mas quando conquistamos nosso amor, esse sentimento de desejo/vício desaparece? Não completamente.
Em outro estudo, cientistas analisaram exames de ressonância magnética de 10 mulheres e 7 homens que estavam casados há uma média de 21 anos e afirmavam ainda estar intensamente apaixonados por seus parceiros.
Os pesquisadores descobriram que em cada um desses amantes de longo prazo, as regiões cerebrais também foram ativadas quando eles olharam para fotos de seus parceiros. “Amor a longo prazo” ativava regiões do cérebro ligadas ao apego e gostar de uma recompensa.
Às vezes, conquistar uma pessoa não desfaz, mas aumenta a ligação entre as pessoas, que permite que os parceiros fiquem juntos por tempo suficiente para ter e criar filhos.
Mas estudos do cérebro sugerem que o amor muda ao longo do tempo. As pessoas se acostumam com o relacionamento, perdendo o medo do parceiro as deixar, então não se focam tanto no desejo.[LiveScience]
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Timidez pode ser classificada como doença


Agora, comportamentos tímidos, de luto ou excêntricos podem ser classificados como doenças mentais, deixando milhões de pessoas com o risco de serem diagnosticadas com distúrbios psicológicos.
A quinta edição do Manual de Diagnósticos e Estatísticas (MDE) de Doenças Mentais pode também incluir o vício pela internet e jogo como problema médico.
Apesar do guia ser destinado aos Estados Unidos, especialistas temem que isso afete outros países. “Nós precisamos ter muito cuidado antes de exportar definições de doenças e distúrbios”, comenta Simon Wessely, psiquiatra de Londres.
“Em 1840, o censo dos Estados Unidos incluía apenas uma categoria de doença mental. Em 1917, a Associação de Psiquiatria Americana reconheceu 59, subindo para 128 em 1959, 227 em 1980, e 347 na última revisão. Nós precisamos mesmo de todas essas definições?”, indaga.
Provavelmente não. E há um grande perigo da timidez virar uma fobia social. Peter Kinderman, da Univerisdade de Liverpool, afirma não ser “humano” descrever pessoas tímidas ou em estado de luto como mentalmente doentes.
Algumas associações e psicólogos britânicos já se pronunciaram contra as mudanças. Uma petição para tentar parar a publicação do manual atingiu 11 mil assinaturas de psicólogos.
Há o medo de que as novas classificações sejam influenciadas por companhias de medicamentos que esperam ganhar muito dinheiro com um maior número de doenças, já que o sistema privado de saúde americano exige um diagnóstico reconhecido pelo manual.
“O MDE5 vai expandir radicalmente as fronteiras da psiquiatria. Milhões vão receber diagnósticos e tratamentos inapropriados”, afirma Allen Frances, da Universidade Duke, na Califórnia do Norte. [Telegraph, Foto de Sukanto Debnath]
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Novos critérios para Alzheimer mudam o diagnóstico de milhões de pessoas


Um novo estudo revisou a definição de uma condição cerebral chamada “deficiência cognitiva suave”. Essa deficiência agora é vista pelos médicos como o primeiro sinal da doença de Alzheimer. E muito mais pessoas podem ser diagnosticadas com a doença.
“Há muita controvérsia sobre a classificação da deficiência cognitiva suave”, comenta Peter Whitehouse, neurologista geriátrico da Universidade de Cleveland, que não esteve envolvido no estudo. “A maior questão, desde o começo, foi definir seus limites. Inventar uma definição como essa gera confusão”, afirma.
A deficiência era originalmente diagnosticada em pessoas com problemas de memória, mas sem dificuldades em outras habilidades, como pensar e racionalizar, ou em atividades diárias.
Mas essa definição se modificou com o tempo para incluir mais pessoas. Em recomendações recentes do Instituo Nacional do Envelhecimento e da Associação do Alzheimer americanos, o campo foi estendido para abarcar até aqueles com problemas para exercer tarefas cotidianas.
Esses problemas funcionais eram tradicionalmente parte do diagnóstico para a doença de Alzheimer. John Morris, autor do novo estudo, afirma que há tanta confusão porque a maioria dos casos de deficiência cognitiva suave é o começo dos sinais do Alzheimer.
Ele comenta que outros problemas cognitivos poderiam ser causados por um derrame, certos medicamentos ou problemas de tireoide, coisas que os médicos poderiam encontrar explicações e não necessitam de um diagnóstico ou categoria à parte.
Morris examinou dados de mais de 17 mil acompanhamentos de pessoas com a doença de Alzheimer em 33 centros diferentes entre 2005 e 2011, incluindo 6 mil que foram originalmente diagnosticadas com Alzheimer total ou deficiência suave relacionada a doença. Os avaliados tinham, em média, 75 anos quando foram testados.
Morris determinou que quase todas as pessoas classificadas com a doença de Alzheimer “muito suave” poderiam ser diagnosticadas simplesmente com deficiência cognitiva suave. Esse foi também o caso de mais de 90% das pessoas com Alzheimer “suave”.
Isso poderia levar a uma série de decisões subjetivas por parte dos médicos, quando o assunto é quem tem Alzheimer em estado inicial e quem tem deficiência cognitiva suave.
“Mas, se pensarmos que a causa da deficiência cognitiva é a doença de Alzheimer, oferecer o diagnóstico com a maior precisão permitiria que o paciente e sua família começassem a lidar com a realidade da doença em um estágio onde o paciente ainda possui muita habilidade cognitiva para tomar decisões”, comenta Morris.
Creighton Phelps, do Instituto Nacional do Envelhecimento, afirma que, em certo sentido, a linha entre a deficiência cognitiva suave e a doença de de Alzheimer inicial é tênue, e depende do julgamento individual do médico. Mas ele adiciona que muitos pesquisadores ainda pensam que há um ponto entre o pensamento e o funcionamento normal e os problemas do Alzheimer que merece uma categoria própria.
“Na deficiência cognitiva suave você enxerga algumas mudanças com antecedência. As pessoas não têm que parar de trabalhar; ela não interfere na vida, mas é visível. E não é suficiente para colocá-la na categoria de demência”, afirma.
Whitehouse comenta que todas as divisões entre deficiência cognitiva suave, normal, e Alzheimer perdem o ponto mais importante: que todos, conforme envelhecem, deveriam tomar atitudes para manter a mente saudável. Isso inclui se manter ativo, comer bem e socializar. [Reuters, Foto]
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Mais da metade dos médicos pode mentir sobre sua recuperação


Uma nova pesquisa descobriu que alguns médicos não são sinceros quanto a recuperação dos pacientes, e o motivo pode ser o medo de processos.
Em um novo estudo, mais de 1.800 médicos dos Estados Unidos responderam a uma pesquisa anonimamente. “50% afirmou que descreveram, no ano passado, um prognóstico melhor para o paciente do que o verdadeiro”, comenta a pesquisadora Lisa Lezzoni, do Hospital Geral de Massachusetts.
Mais de um décimo afirmou que havia dito para um adulto ou guardião de um menor algo que não era verdade. “Quase 20% dos médicos não revelou algum erro aos pacientes por medo de serem processados”, afirma a pesquisadora.
Entretanto, a pesquisa não perguntou por explicações. Em alguns casos, podia haver uma razão plausível para distorcer a verdade, de acordo com ela. Um paciente com uma doença terminal pode pedir ao médico para não dizer o quão ruim a situação é, por exemplo.
Os pesquisadores quiserem estudar se os médicos seguiam a cartilha de profissionalismo recomendada. Essa cartilha, publicada pela bancada de médicos americanos em 2002, foi apoiada por mais de 100 grupos profissionais do meio. Ela assegura as responsabilidades e tópicos de comunicação, como a honestidade no trato com os pacientes.
Cada profissional recebeu quase R$ 40 para responder às perguntas. Entre as descobertas, a maioria concordou que deveria:
- Informar os pacientes sobre todos os riscos e benefícios de um tratamento.
- Não mentir.
- Não comentar informações confidenciais com pessoas não autorizadas.
Entre as respostas estão:
- Mais de um terço não concorda plenamente que deveriam divulgar os laços financeiros com empresas médicas e de medicamentos.
- Mais de um quarto afirma ter revelado informações de saúde confidenciais sobre um paciente.
- As mulheres tiveram mais tendência a afirmar que seguem os princípios do que os homens.
- Médicos pertencentes a minorias raciais tiveram mais tendência a dizer que seguem os princípios do que brancos ou asiáticos.
E, de acordo com Lezzoni, a honestidade também varia de acordo com a especialidade médica. Cardiologistas e cirurgiões gerais têm mais tendência a dizer que possuem uma comunicação sincera com os pacientes do que os outros.
Lezzoni afirma não ter se abatido pelos resultados. “Eu não penso que isso traga muitas questões sobre o modo de cuidado entre os pacientes e os médicos”, diz. “Você não vai conseguir uma relação entre os dois até que os pacientes estejam totalmente informados e possam ser educados e envolvidos em seus cuidados médicos, até onde eles quiserem. Meu conselho para os pacientes é que eles pensem muito bem sobre até que ponto querem uma conversa aberta. Se querem, que estejam conscientes que isso é algo que os médicos são obrigados profissionalmente e eticamente a fazer”, explica.
Para ela, os pacientes deveriam se sentir confortáveis em fazer perguntas aos médicos. Entretanto, ela admite que isso pode ficar complicado. Um exemplo: perguntar se o médico tem ligações com a empresa que fabrica o remédio receitado. (Nos Estados Unidos, as empresas farmacêuticas devem informar pagamentos maiores do que U$ 10. A medida começa a valer em março de 2013. A informação estará na internet).
Tambémn, às vezes um médico pode estar distorcendo a verdade para seu interesse próprio ou do paciente. Por exemplo, se o paciente é altamente ansioso e tem um exame que foge levemente do normal – mas não é um problema para sua saúde, o médico pode preferir não acionar um alarme desnecessário.
E você? O que pensa sobre isso? [WebMD]
http://hypescience.com/mais-da-metade-dos-medicos-pode-mentir-sobre-sua-recuperacao/
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Holanda lança equipe móvel de eutanásia no próximo mês


Na Holanda, foram anunciados planos para uma equipe móvel de eutanásia anteder a domicílio. A equipe seria a primeira no mundo a praticar esse tipo de procedimento, quando as famílias e médicos se recusam a dar drogas letais aos pacientes por motivos éticos.
As pessoas envolvidas na equipe afirmam que existem 2.700 suicídios assistidos por ano, mas a empresa afirma que a unidade significaria um extra de 1.000 pessoas escolhendo morrer.
A Associação Direito de Morrer, da Holanda, comenta que a unidade será a primeira de seis a trabalhar dentro das fronteiras, com pessoas as quais a família e os médicos se recusam a ajudar. A ideia é lidar com pessoas com doenças mentais ou demência em estado inicial.
Mas, de acordo com a Federação dos Médicos Holandeses, alguns pacientes que poderiam ser tratados acabariam tirando suas vidas desnecessariamente. “Nos piores casos, pessoas podem morrer sendo que podiam ter recebido outro tipo de ajuda”, afirma um porta-voz.
No começo dessa semana, o Arcebispo de Canterbury declarou que legalizar o suicídio assistido seria um “desastre”. O médico Rowan Williams comentou que uma mudança na lei significaria que a vida “seria declarada legalmente como não valendo ser vivida”. [Telegraph]
http://hypescience.com/holanda-lanca-equipe-movel-de-eutanasia-no-proximo-mes/
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

Como sue cerbero pedo lre itso?


Você já deve ter ouvido falar isso: Nõa imortpa a oderm das ltreas drtneo da pvarala, bsata que a pmrireia e a úmtila etjasem no lguar crteo praa que vcoê enednta o que etsá erctiso. Da mesma forma, É F4C1L L3R 357A M3N5AG3M S3M P3NS4R MU170. Mas como o nosso cérebro é capaz de executar estas tarefas?
A resposta, infelizmente, ainda não é muito certa. A ciência ainda diverge sobre os mecanismos mentais envolvidos no processo, embora haja fortes suspeitas. Neurologistas da Universidade da Califórnia (San Diego, EUA), por exemplo, explicam que o principal instrumento para isso é o contexto.
A capacidade de identificar o contexto de uma frase faz com que o cérebro seja pré-ativado logo no início da leitura. Quando você descobriu, no primeiro parágrafo, que “não importa a ordem das letras dentro da palavra”, seu cérebro imediatamente já se reportou ao contexto de adivinhar porque as letras estavam embaralhadas. A tradução de palavras como “primeira”, “última” e “escrito” ficou muito mais fácil a partir deste momento.
No exemplo da primeira frase, seu cérebro nem precisa realmente identificar cada palavra. A compreensão do contexto faz você simplesmente pular algumas sentenças e mesmo assim entender a frase. Além disso, nossa mente é mais independente do que parece: em uma leitura normal, nós batemos o olho na palavra como um conjunto e a lemos de uma vez só; não é preciso decodificar palavra por palavra.
Isso não funciona apenas com a palavra escrita, mas também com outros procedimentos cerebrais como a audição e a identificação visual. Este segundo quesito, aliás, é importante para traduzir o segundo exemplo, que mescla letras e números.
Estudos sugerem que nosso cérebro tenta automaticamente fazer uma equivalência entre o formato de letras e números, por isso não é estranho tomar um “4” como “A”, “3” como “E” e “5” como “S”. Em ambos os casos, a leitura acaba saindo fluentemente. [LiveScience]
http://hypescience.com/como-sue-cerbero-pedo-lre-itso/
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Cientistas descobrem cura para 400 mil pessoas com neurocisticercose


Uma nova pesquisa descobriu a causa e a cura para uma doença que afeta milhares de pessoas de uma só vez. Ponto para a medicina!
A neurocisticercose é uma infecção que acontece quando alguém tem a infelicidade de comer carne de porco contaminada. A doença provoca convulsões graves e afeta o cérebro.
A condição é a causa número um de epilepsia adquirida nos países em desenvolvimento. Ela provoca convulsões e dores de cabeça em cerca de 400 mil pessoas a cada ano na América Latina.
A tênia de porco (Taenia solium) infecta as pessoas através de carnes de porco mal cozidas ou contaminadas com fezes. Enquanto ela permanece viva em seu corpo, não é perigosa.
Mas, quando a praga entra em contato com o ácido gástrico no estômago, ela morre e se transforma em larvas, cistos chamados oncosferas. Oncosferas podem migrar para dentro do músculo, olhos e cérebro, onde causam inflamação.
Agora, um novo estudo dos cientistas do Colégio Baylor de Medicina descobriu que algo chamado Substância P é o culpado pela doença. Melhor ainda: nós já temos medicamentos que podem bloquear a Substância P.
Essa é a esperança, pelo menos. Os pesquisadores ainda têm de testar as drogas disponíveis para bloquear a Substância P para ver se elas vão funcionar corretamente em humanos. O bom é que, nos ratos, os remédios já se provaram eficientes.
Os pesquisadores pensaram na substância P porque ela é um neuropeptídeo conhecido por estar envolvido com a inflamação. Assim, eles realizaram autópsias e encontraram a substância P em pacientes infectados, mas não em cérebros não infectados.
Os cientistas também descobriram que ratos injetados com substância P sofriam convulsões graves. Quando eles recebiam uma droga que bloqueia o receptor da substância P, não tinham convulsões. Além disso, os ratos sem o receptor de substância P não também tinham convulsões, mesmo se infectados pela tênia.
Agora, o próximo passo da pesquisa será testar a droga anti-Substância P em pessoas que sofrem de convulsões como resultado da neurocisticercose.
A infecção por tênia subjacente continua a exigir tratamento, mas não ter convulsões durante os cuidados é fundamental para prevenir os problemas que vêm com elas: cair e ferir a cabeça ou pescoço, afogamento, problemas psicológicos, incluindo depressão e ansiedade, etc.[Gizmodo]
http://hypescience.com/cura-neurocisticercose/
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

Número de mortos por erro médico está a preocupar autoridades angolanas


A Ordem dos Médicos de Angola está preocupada pela quantidade de doentes no país, que morre em consequência de erros médicos, registou a RNA, no Sábado, 11/02.
Por formas a combater o fenómeno, disse o Bastonário, Pinto de Sousa, se tem incentivado por um lado, a formação contínua dos profissionais em todas as unidades hospitalares, e por outro lado nós ao nível da ordem criamos o prémio de investigação biomédica, que é mais um incentivo os profissionais do serviço, em investigar por formas a que se possa detectar os erros e corrigi-los.
“Mas, eu volto a dizer que o mesmo diagnóstico pode ter abordagens diferentes e pontos de vista também diferentes, o doente tem o direito de escolher o médico ou a instituição, por formas a avaliar a sua patologia”, disse.
RNA e B. S. Painel de Debates
http://rockislife4.com/2012/02/12/numero-de-mortos-por-erro-medico-esta-a-preocupar-autoridades-angolanas/
Imagem: Erro médico é a falha do médico no exercício da profissão.
medicinaunp.blogspot.com

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

El arzobispo de Toledo culpa a las empresas farmacéuticas del sida en África


• Dice que 'no bajan el precio de sus medicamentos e impiden la curación'
• Rechaza la responsabilidad de la Iglesia en tanto que no permite preservativos

ELMUNDO.ES

• El arzobispo de Toledo, Braulio Rodríguez Plaza, ha responsabilizado a las grandes empresas farmacéuticas de la gran difusión del sida en el continente africano, ya que "no bajan el precio de sus medicamentos e impiden la curación o el riesgo de muerte para tantos enfermos".
• El arzobispo de Toledo ha hecho esta reflexión en su escrito semanal de la publicación 'Padre Nuestro', en artículo titulado 'Manos Unidas siempre actúa', con motivo de la octava campaña de esta asociación que bajo el lema 'La salud, derecho de todos. Actúa' difunde la labor de Manos Unidas en la lucha contra la enfermedad en los países en subdesarrollo.
• Para Rodríguez, el "gran negocio de las empresas farmacéuticas" es la causa del sida en África o de su gran difusión, porque no bajan los precios de los medicamentos, y ha rechazado el argumento de que "si hay tanto sida en África, tal vez la culpable es la Iglesia, que no permite el uso de los preservativos".
• La culpa de la Iglesia, un 'simplismo'
• Este razonamiento es "un simplismo, un tópico al uso de países occidentales como España", según el arzobispo de Toledo, que se ha preguntado si en este país, donde es "tremendamente fácil acceder a los preservativos", ha desaparecido la enfermedad.
• "Es más: escuché a alguien decir que el preservativo se ha convertido en África en un arma de distracción del problema del sida", continúa Rodríguez.
• El arzobispo de Toledo ha alertado de que la salud de las personas "no se puede convertir en un negocio multimillonario", sino que "los avances en la investigación de vacunas y fármacos han de ponerse al servicio del derecho de salud de los más pobres".
• Por todo ello, Rodríguez ha pedido que se dé una información básica sobre el sida, que sirva para hacer desaparecer "tópicos e ignorancias" y también que se informe sobre la lucha de la Iglesia contra el sida y otras enfermedades, como la malaria o la tuberculosis.
Imagem: Os dados são assustadores, segundo o relatório do Banco Mundial, ...
feministactual.wordpress.com

Un bosque vertical para combatir la polución de la ciudad


La falta de pulmones verdes es un problema que afecta a numerosas ciudades. ¿A qué metrópolis no le gustaría poder destinar una hectárea de su suelo a crear un auténtico bosque, con cientos de árboles y plantas, que sirviera para reducir la contaminación ambiental y los niveles de CO2?

Irene Hdez. Velasco (corresponsal) | Roma
• ELMUNDO.ES

Pero ese deseo choca frontalmente con la realidad: son muy pocas las urbes que pueden permitirse el lujo de poder dedicar una manzana de su espacio urbano a poner en pie esa frondosa arboleda.
A un estudio de arquitectura de Milán, el Boeri Studio, se le ha ocurrido una idea genial para resolver ese pequeño inconveniente: crear un bosque vertical. Un vergel repleto de árboles de gran tamaño que, en lugar de extenderse sobre el suelo, se eleve hacia el cielo.
¿Una locura? No. 'Bosco Verticale' -bosque vertical-, como se llama en italiano al proyecto de Boeri Studio, ya está tomando forma en Milán. En un área industrial a las afueras de la ciudad que está en proceso de restructuración se está haciendo realidad lo que a priori parecía un sueño. Se trata de dos torres de 18 y 26 plantas respectivamente (87 y 119 metros de altura) que ya han empezado a construirse y que cuando estén acabadas se destinarán a viviendas residenciales. Con una particularidad: cada uno de los edificios contará con unosimponentes balcones construidos con cemento armado que acogeran numerosos árboles y plantas.
En total, el bosque vertical milanés albergará 180 árboles de tamaño grande y medio, 250 de pequeña altura, 5.000 arbustos y 11.000 plantas cubre suelos. Una auténtica floresta a lo alto.
El proyecto de Boeri Studio se encuadra dentro de un nuevo tipo de arquitectura biológica. No en vano, las dos torres de Milan ayudarán a crear un microclima que filtrará las partículas en suspensión, que según la inmensa mayoría de los científicos representan el problema de contaminación ambiental más importante dadas las graves afecciones al tracto respiratorio y al pulmón que conllevan.
La biodiversidad del Bosque Vertical ayudará a absorber CO2, produciendo una importante cantidad de oxígeno. Algo especialmente importante en una ciudad como Milán, que los últimos meses se ha visto obligada en varias ocasiones a prohibir la circulación de vehículos privados, en un intento desesperado de las autoridades locales para reducir los elevados índices de contaminación.
Y no sólo eso: la cortina verde del Bosque Vertical protegerá a los inquilinos de esas viviendas del ruido y del polvo, los defenderá durante el verano de las radiaciones directas del sol pero permitirá filtrar sus rayos durante el invierno. Y contribuirá también a reducir el nivel de humedad en el aire (que en Milán puede ser bastante elevado) y será una barrera eficaz contra el viento.

Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

«aplicou mal a injecção ao pescoço do meu filho atingindo na veia dos nervos... que o deixou até hoje, sem equilíbrio/força nos membros e no pescoço.»


Judineide Pena Kalala, vulgo "Sónia", tenho 21 anos de idade, natural de Benguela-Lobito, residente em Luanda, BºMilitar/IFAL (Rua da Motocross)/Vila do Gamek/Talatona.

Em 2010 dei a luz ao meu querido filho Adilson Emmanuel, vulgo "Ady", em Benguela. Tive um parto natural/normal sem qualquer anomalia/problema e o bebé nasceu saudável.

Passado alguns meses, o menino estava doente e necessitava de uma transfusão de sangue; onde sofre uma cirurgia mal feita. A enfermeira a trabalhar era estagiária (acho) e aplicou mal a injecção ao pescoço do meu filho atingindo na veia dos nervos... que o deixou até hoje, sem equilíbrio/força nos membros e no pescoço.

Meu filho tem hoje 1 ano e 3 meses, e ainda não fala, não anda, não senta, nem engatinha... como uma criança normal da sua idade.

Sendo órfão de Pai e Mãe e ter ficado impossibilitada de prosseguir com os estudos e o trabalho, e depois de o bebé ser submetido a infinitas consultas sem sucesso e massagens frustradas... me encontro ainda em Luanda a procura de ajuda para o meu ADY.

Sofro dia e noite, sem saber se 1 dia vai andar e falar. Triste mais ainda quando vejo outras crianças da mesma idade a brincarem, pularem e gritarem, mas o meu bebé não!

Sei que ele é ESPECIAL e não merece passar pelo que está a passar, e não tem culpa de NENHUM PECADO OU MALDADE QUE EXISTE NESSE MUNDO!

Semana passada passou mal, botava para fora tudo que comia e respirava mal, fomos ao HOSPITAL MUNICIPAL DA SAMBA e as enfermeiras vendo aquilo chamaram a AMBULANCIA e fomos levados ao MARIA PIA... sendo grave a situação que se encontrava (pois necessitava OXIGENIO). Mas postos lá, as enfermeiras/médicas de lá diziam que não era nada grave e não necessitava oxigénio nenhum e nem precisava internar. Nos deram alta e ele voltou a passar mal...

Agradecia que entrasse em contacto quem puder ajudar esse ANJO, com alguma cirurgia que funcione, alguma operação que surta efeito ou sei la... de formar ao ADY andar, sentar, correr e falar, como qualquer outro bebé normal.

Pois muitas vezes vejo nos seus olhos e sua expressão facial, o desejo de brincar, mexer, desarrumar, pular, "cambaleotar" sem qualquer impedimento.

Ciente que DEUS vai tocar no coração de alguém de BOA FÉ (especialista na área ou talvez não...), despeço-me.

LUZ, PAZ E AMOR!!!

judineide@msn.com

sosemangola@gmail.com

+(244)931478644

Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

Será que o açúcar pode ser tóxico?


No tempo que você leva para ler essa frase, uma pessoa no mundo morreu de diabetes tipo 2. Duas outras serão diagnosticadas com a doença.
A diabetes tem uma progressão lenta e está ligada com a obesidade, e por isso é considerada “diferente” e “autoinduzida”. Apesar de ser uma “assassina”, não é tão violenta como o câncer e doenças infecciosas. Mas, ao analisar os impactos pessoais e econômicos que ela causa, nós deveríamos dar mais atenção para ela.
De acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia, o açúcar é um risco à saúde – contribuindo com cerca de 35 milhões de mortes por ano – e por isso deveria ser considerado uma substância potencialmente tóxica como o álcool e o tabaco.
Os pesquisadores dizem que sua ligação com a diabetes é tão grande, que impostos extras deveriam ser cobrados sobre comidas e bebidas com muito açúcar. Eles também recomendam o banimento da venda desse tipo de alimento perto de escolas, assim como restrições de idade nos produtos.
Você deve ter pensado: açúcar? Tóxico? Impossível. A verdade é que existe muita evidência de que o açúcar realmente é perigoso, por ser um fator de duas epidemias irmãs: a obesidade e a diabetes.
Os pesquisadores argumentam que particularmente tóxica é a sacarose – um composto natural formado de glicose e frutose, que é refinado para produzir o açúcar branco e um super açúcar processado. Ambos são adicionados aos alimentos processados – cereais, barras de café da manhã, algumas carnes, iogurtes, sopas e molhos. Ao invés de aumentar o conteúdo de frutas de um alimento, os produtores preferem colocar mais açúcar processado.
O que faz desse açúcar tão perigoso é que a frutose do açúcar refinado é quebrada primeiro no fígado (ao contrário da glicose que é lentamente liberada dos carboidratos complexos, durante a digestão). O rastro que esse açúcar refinado deixa no fígado começa um processo que pode levar até a diabetes tipo 2.
Isso porque altos níveis de açúcar no sangue significam que o pâncreas tem que produzir muita insulina – um hormônio que controla essa quantidade. Com o tempo, o pâncreas se cansa e começa a parar. Ao mesmo tempo, as células do corpo ficam resistentes aos efeitos da insulina, mantendo os níveis de açúcar no sangue muito altos.
É importante esclarecer que isso é diferente da diabetes tipo 1, quando as células do sistema imunológico atacam e destroem as células secretoras de insulina. Isso pode afetar pessoas muito jovens, e não tem relação com a alimentação. A tipo 2 é predominante na meia idade, afetando as populações de países desenvolvidos, e iniciada com uma dieta rica em açúcar e alimentos processados. Ela afeta todos os órgãos do corpo e está ligada com doenças do rim e do coração. Atinge também a circulação sanguínea e os vasos, podendo levar a amputações e cegueira.
Por causa da nossa alimentação, a diabetes tipo 2 está atingindo proporções epidêmicas. No Reino Unido, existem 2,6 milhões de pessoas afetadas, e outras 1 milhão ainda não foram diagnosticadas. O custo dessa situação na saúde é extraordinário. Globalmente, o gasto econômico é estimado em quase R$ 1 trilhão por ano. Para colocar em perspectiva, o custo dos terremotos e do tsunami no Japão foi de R$ 180 bilhões.
Mas ao contrário da ligação entre o fumo e o câncer de pulmão, a relação entre o açúcar e a diabetes não chegou ao público, não se transformando em políticas de saúde. Talvez esteja na hora de tratar a comida com açúcar da mesma maneira que os cigarros. Mas qual a chance de conseguirmos isso quando as cadeias de fast food e indústrias alimentícias estão cada vez mais influenciando as políticas de saúde? [Telegraph]
http://hypescience.com/sera-que-o-acucar-pode-ser-toxico/
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Quem bebe chá verde envelhece melhor


Um estudo japonês concluiu que idosos que bebem regularmente chá verde podem ficar mais ágeis e independentes ao longo do
tempo, do que idosos que não bebem o chá.
Muitas pesquisas já foram feitas sobre as propriedades do chá verde. A bebida contém substâncias antioxidantes que podem ajudar a diminuir o dano celular, que por sua vez pode levar a doenças.
No novo estudo, os pesquisadores decidiram examinar se o chá verde diminui o risco de fragilidade e deficiência à medida que as pessoas envelhecem. Eles acompanharam quase 14.000 adultos com idade de 65 anos ou mais durante três anos.
Os cientistas descobriram que aqueles que beberam mais chá verde foram menos propensos a desenvolver “incapacidade funcional”, ou problemas com atividades diárias e necessidades básicas, como se vestir ou tomar banho.
Especificamente, quase 13% dos adultos que bebiam menos de uma xícara de chá verde por dia tornaram-se funcionalmente incapacitados, em comparação com pouco mais de 7% das pessoas que bebiam pelo menos cinco xícaras por dia.
As pessoas que beberam pelo menos cinco xícaras por dia tinham um terço menos probabilidade de desenvolver a deficiência.
As que tomavam em média três ou quatro xícaras por dia tinham um risco 25% menor.
Embora não seja claro como o chá verde oferece uma proteção contra a deficiência, um estudo recente descobriu que extratos de chá verde parecem aumentar a força muscular da perna em mulheres mais velhas.
Entretanto, o estudo não prova que o chá verde sozinho mantém as pessoas ágeis à medida que envelhecem. Amantes da bebida geralmente têm dietas mais saudáveis, incluindo mais peixe, legumes e frutas, bem como mais educação, taxas mais baixas de tabagismo, menos ataques cardíacos e derrames, e maior nitidez mental. Eles também tendem a ser mais socialmente ativos e ter mais amigos e familiares em quem confiar.
Mas mesmo com esses fatores levados em conta, o chá verde em si foi ligado a um menor risco de deficiência.
Os cientistas alertam que, enquanto o chá verde e seus extratos são considerados seguros em pequenas quantidades, eles possuem um pouco de cafeína e vitamina K, o que significa que podem interferir com medicamentos que impedem a coagulação do sangue.[Reuters]
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Bebés que comem com os dedos crescem com peso correto


Os bebés que comem com os dedos tendem a alimentar-se melhor e a crescer com o peso correto comparativamente aos que são alimentados através da colher, concluiu um estudo publicado pela revista British Medical Journal.
O estudo, realizado em 155 crianças entre os 20 meses e os seis anos e meio, foi baseado num questionário feito aos seus pais. Noventa e dois bebés foram alimentados pelo método a que chamaram «bebé serve-se sozinho», que consiste em deixar as crianças comer pequenos pedaços de alimentos de textura sólida, e os outros 63 foram alimentados pelo método tradicional: alimentos reduzidos a puré e dados com uma colher.
Os investigadores da Escola de Psicologia da Universidade de Nottingham (Reino Unido) mostraram que os hidratos de carbono, como pão e massas, eram os alimentos preferidos pelos bebés que se alimentavam com os dedos, ao passo que os outros preferiam alimentos doces, sendo que aos bebés alimentados por colher eram também oferecidos hidratos de carbono, frutas, legumes e proteínas.
De acordo com os investigadores, os hidratos de carbono apresentados sob forma sólida podem atrair mais as crianças pela sua textura, que se perde quando os alimentos são reduzidos a puré, ou então podem simplesmente ser mais fáceis de mastigar do que outros alimentos sólidos, como a carne.
«O nosso estudo sugere que o método bebé serve-se sozinho tem um impacto positivo na preferência das crianças por alimentos que estão na base de uma alimentação saudável, como os hidratos de carbono. Isso tem implicações no combate contra o aumento da obesidade nas sociedades contemporâneas», afirmam os autores do estudo.
Diário Digital / Lusa
Imagem: Bebés que comem com os dedos crescem com peso correto
dn.pt

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Quando você sofrerá um derrame ou ataque cardíaco?


Você vai sofrer um derrame ou ataque cardíaco? Suas chances podem ser piores do que você imagina.
Homens e mulheres talvez tenham um falso senso de segurança sobre suas chances, baseadas nos atuais cálculos de risco para 10 anos. Uma nova pesquisa mostra que um jovem ou adulto de meia idade tem pouco risco em curto prazo, mas muito em longo prazo – se ele ou ela apresentarem um ou dois fatores de risco, como colesterol alto ou pressão alta.
Esse é o primeiro estudo que examina o risco durante a vida de doenças cardíacas em homens e mulheres brancos e negros. Estudos anteriores foram feitos com pessoas brancas e predominantemente com homens. Esse também é o primeiro a analisar a vida adulta inteira.
A pesquisa foi realizada com mais de 250 mil participantes, por um período de 50 anos. Os fatores de risco – pressão sanguínea, colesterol, tabagismo e diabetes – foram calculados nas idades de 45, 55, 65 e 75 anos.
Algumas das descobertas interessantes foram:
- Homens com 45 anos e com todos os fatores de risco ótimos têm 1,4% de risco de ter um ataque cardíaco ou derrame, ou outra forma mortal de doença cardíaca, enquanto aqueles com dois ou mais fatores de risco elevam a chance para até 49,5%.
- Já as mulheres com 45 anos com todos os fatores de risco ótimos têm chances de 4,1%. Se apresentarem dois ou mais fatores, as chances vão para 30,7%.
“Nós estamos dando informações incompletas se focarmos apenas nos próximos 10 anos de vida de uma pessoa”, afirma o principal investigador, Donald Lloyd-Jones. “Com apenas um fator de risco, a chance é bem grande da pessoa sofrer um problema cardiovascular que pode ser mortal ou diminuir muito sua qualidade de vida”.
O fator de risco era considerado ótimo quando o participante tinha um nível de colesterol menor do que 180 miligramas por decilitro e pressão sanguínea menor do que 12 por 8, não fosse fumante e não tivesse diabetes.
“Apenas um pequeno aumento no risco, um que não esteja na categoria ótimo, como o colesterol um pouco elevado ou pressão sanguínea um pouco elevada, muda significamente o risco de vida”, comenta Lloyd-Jones.
Outras descobertas interessantes:
- Mulheres têm um risco maior do que homens de ter um derrame, mas um risco menor de ataque cardíaco.
- Afro-americanos têm maiores fatores de risco, como hipertensão e diabetes, do que brancos.
“Esse estudo mostra a importância do estilo de vida – particularmente a alimentação, exercício e fumo – todos fatores importantes para reduzir os riscos”, afirma o membro do estudo, Jarett Berry.
“Nós precisamos fazer um bom trabalho para garantir que esses fatores de risco não se desenvolvam, para que crianças e adultos jovens comecem a se cuidar melhor, sem ganhar peso, e seguir um estilo de vida mais saudável”, afirma Lloyd-Jones. [ScienceDaily]
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Médicos salvam bebê nascido sem sangue


Oliver Morgan, um menino que nasceu praticamente sem sangue, escapou da morte após uma transfusão. Os médicos conseguiram o salvar da rara condição passando sangue, quase gota a gota, para o bebê enquanto ele ainda estava no útero da mãe.
Inicialmente, os médicos temiam que o bebê houvesse nascido morto, pois eles foram incapazes de ouvir seus batimentos cardíacos durante 25 minutos. Mas depois de receber oxigênio, massagem cardíaca suave e outra transfusão de sangue, o bebê sobreviveu. Agora, ele é uma criança saudável de 15 meses de idade, e vive com os pais Katy e Jeff.
“O nascimento de Oliver foi tão traumático que eu não sou capaz de me convencer e contar a sua história até agora. Ele nasceu praticamente morto sem sangue em seu corpo – mas agora ele está aqui, sentado e sorrindo para mim”, contou a mãe, a inglesa Katy, de 36 anos. “Os médicos, literalmente, o trouxeram de volta à vida, e nunca vou ser capaz de agradecê-los o suficiente por este presente maravilhoso”.
Oliver quase sangrou até a morte depois de uma doença rara chamada de Vasa Previa, que formou uma veia extra no ventre de sua mãe. Quando a veia estourou, depois de 37 semanas de gravidez, Katy foi levada ao hospital, onde os médicos perceberam que o bebê tinha perdido muito sangue.
Oliver nasceu por uma cesariana de emergência pesando aproximadamente três quilos. Após tentativas de ressuscitá-lo, ele recebeu uma transfusão de sangue, bombeado para o cordão umbilical ainda ligado a mãe. O primeiro batimento foi detectado, e conforme ele recebeu mais sangue, ficou mais forte.
Katy – que foi anestesiada e estava inconsciente durante o drama – acrescentou: “Os médicos disseram que foi uma das recuperações mais incríveis que eles já viram. Oliver não tinha sangue, batimentos cardíacos e parecia morto – mas de alguma forma ele voltou”.
Oliver foi levado para uma unidade especial, onde os médicos decidiram abaixar a temperatura de seu corpo para 33 graus Celsius para salvá-lo de potenciais lesões permanentes, forçando o sangue a fluir para longe de sua pele, para o seu cérebro e coração. Depois de três dias, os médicos começaram a levantar sua temperatura para o normal, meio grau por dia.
Depois de apenas 11 dias, Oliver estava bem o suficiente para ser levado para casa. Lá, pode começar a vida familiar com sua mãe, o pai Jeff e o irmão de sete anos de idade, Jack. [Telegraph]
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