In Deolinda Silipa. Facebook
sábado, 18 de outubro de 2014
Luanda. Louvor aos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros
Estava a chegar
a casa e vi um senhor a tropeçar na rua. Caiu de costas e bateu com a cabeça
com muita força no passeio. Sangrava muito pela cabeça e começou a
convulsionar. Segurei-o e fui falando com ele para se acalmar enquanto eu
ligava para o 113.
10 minutos
depois da minha chamada, chegou uma ambulância dos bombeiros que prestaram
primeiros socorros e levaram o cidadão magoado.
Fiquei
impressionado pelo tempo de resposta e profissionalismo do nosso serviço de
proteção civil e bombeiros. Estão de parabéns e continuem assim.
Não basta
reclamarmos do que está mal, temos também que elogiar o que está bem e ajudar
os serviços públicos reportando as ocorrências.
Não ignorar estranhos caídos na rua. Amanhã podes ser tu.
Não ignorar estranhos caídos na rua. Amanhã podes ser tu.
A.Rangel
Ademar
Rangel em Maculusso-Luanda, Facebook
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
A “tempestade perfeita” que originou a Aids
A pandemia
surgiu em Kinshasa por volta de 1920
O crescimento
urbano, o boom ferroviário e o comércio sexual se somaram para propagar o HIV
pela África e pelo mundo
A recente epidemia de ebola
deu destaque novamente aos vírus emergentes, agentes secretos vindos de outras
espécies para fazer uma devastação na nossa, aproveitando-se da virgindade do
sistema imunológico humano contra eles. O HIV, que já infectou 75 milhões de pessoas, também foi um vírus
emergente procedente dos chimpanzés na década de 1920, o que revela a
importância de compreender esses saltos entre espécies e os fatores subjacentes
ao seu contágio entre os seres humanos. E é exatamente isso o que acaba de
fazer uma equipe dirigida por virologistas de Oxford (Reino Unido) e Lovaina
(Bélgica), com a participação de cientistas espanhóis.
Essas novas técnicas matemáticas, que
reconstroem o passado a partir de sequências de DNA, permitem um detalhamento
histórico impressionante. Os pesquisadores conseguiram determinar que a
pandemia surgiu em Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo, por
volta de 1920, e que sua propagação foi fruto de uma "tempestade
perfeita", segundo expressão dos cientistas. O crescimento de Kinshasa e
das demais cidades congolesas nessa época, a grande extensão da rede ferroviária
sob o domínio colonial belga, o tráfico de trabalhadoras sexuais e, já nos anos
sessenta, a independência do país se conjugaram para propagar – primeiro pela
África, e depois por todo o mundo – uma das piores pandemias da história.
Os primeiros casos de Aids que a
medicina registrou ocorreram nos Estados Unidos, em 1981, e dois anos depois
foi descoberto seu agente causador, o vírus da
imunodeficiência humana (HIV). Mas logo ficou evidente que a doença já
existia na África desde bem antes, e não exatamente em um estado latente, pois
o vírus estava fortemente estabelecido nas populações heterossexuais da África
central e oriental. Essa história profunda da epidemia, simplesmente, havia
permanecido oculta para a ciência e sepultada sob estratos de miséria na zona
mais esquecida do planeta.
Quando os
primeiros casos foram descobertos nos EUA, o vírus já estava bem estabelecido
entre populações heterossexuais da África
O estudo, que sai na sexta-feira na Science, reconstrói a história do
HIV – em especial da cepa M, que é o subtipo que se propagou por toda a África
e o resto do mundo – com as sofisticadas técnicas matemáticas da evolução
molecular, amparadas na comparação de sequências de DNA (ou RNA, a molécula
irmã que esse vírus utiliza para armazenar informação genética). O princípio é
simples – os vírus com sequências parecidas têm uma origem comum recente, e
quanto menos parecidas elas são, mais remoto é seu parentesco –, mas nos
últimos anos esse trabalho alcançou uma grande complexidade matemática. Os
métodos estatísticos dessa pesquisa foram desenvolvidos pelos próprios autores.
O salto do HIV dos primatas para os
humanos não é um fenômeno tão raro: ocorreu pelo menos 13 vezes, pelo que os
cientistas conseguiram descobrir. Só um desses saltos, entretanto, foi o
responsável pela pandemia global, e esse é o vírus que o novo trabalho pôde
traçar até Kinshasa, por volta de 1920. Nas décadas seguintes a essa data
ocorreu a tempestade perfeita.
A difusão original do HIV ocorreu
sobretudo a partir de Kinshasa para outros centros populacionais. Por volta de
1937 ocorreram os primeiros contágios na cidade vizinha de Brazzaville (ou,
mais exatamente, os primeiros em que a cepa viral causadora sobreviveu até que
alguém colheu uma amostra mais recentemente – essa é a limitação da evolução
molecular). Também no final dos anos 30 ele havia chegado às localidades de
Lubumbashi e Mbuji-Mayi, no sul do Congo Belga, o que é compatível com os dados
históricos de transporte e com os movimentos de migrantes de Kinshasa para as
outras cidades. A dispersão continuou até Bwamanda (1946) e Kisangani (1953).
A principal rota de transmissão foi a
ferrovia, e apenas 5% dos movimentos ocorreram pela rede fluvial. Os trens do
antigo Congo Belga (depois chamado Zaire, e atualmente República Democrática do
Congo) transportavam 300.000 passageiros ao ano em 1922, e quase um milhão em
1948. As cidades conectadas a Kinshasa por via férrea serviram depois como
focos secundários, de onde o vírus se propagou aos países vizinhos.
"Consideramos provável que as
mudanças sociais associadas à independência, em 1960, tenham levado o vírus a
escapar dos pequenos grupos de pessoas que ele infectava até então e passasse a
se propagar pela população africana, e finalmente por todo o planeta", diz
o autor principal do trabalho, Nuno Faria, do departamento de Zoologia da Universidade de Oxford.
A contribuição espanhola veio do biólogo
David Posada, especialista em recombinação genética, da Universidade de Vigo.
"Os dados foram colhidos há cinco anos e ficaram engavetados até que os
pesquisadores de Oxford tivessem tempo de organizá-los nesse artigo",
explica Posada. Seu papel foi garantir que a recombinação genética – um processo
que embaralha os genes do vírus, de forma semelhante ao que ocorre em nossas
gônadas a cada geração – não turvasse as análises estatísticas que identificam
a origem do vírus na Kinshasa de 1920. "As conclusões são robustas",
assegura o biólogo, "embora, certamente, não extrapoláveis ao ebola".
Imagem: Um paciente com Aids em
Mbanza-Ngungu (Congo). / Carl Gierstorfer
sábado, 20 de setembro de 2014
Luanda. Esta criança acabou por ficar cega. Foi adoptada, os pais biológicos nunca apareceram.
Esta criança
acabou por ficar cega. Foi adoptada, os pais biológicos nunca apareceram.
Pertenço a um grupo aqui no Facebook "vamos cuidar da Sany" que
cuidou da menina. Esta notícia já deve ter quase um ano.
Procura-se os familiares
Manos essa menina tem 4 anos foi atropelada nos arredores do golfo a 4meses atras o carro arrastou-a até um determinado sítio
Sany como se chama vive passando de hospital pra hospital
Chegando ao hospital de Viana kapalanka minha cunhada q e enfermeira de lá comove-se com a história da menina e explica ao meu irmão mais velho q tmbm comoveu-se e decidiu ajudar a menina sany de 4anos q com acidente veio a partir o fémur e esta perdendo a visão aos poucos
Sem condições no mesmo hospital meu irmão foi comprando as coisas pra curar a grande escara q saiu na costas de tanto estar deita de costas
Eu e Lindomar Chiapulo nos deslocamos pra ver a menina e foi comovente
Mesmo sem ver criou um afecto por nós jamais visto
Estamos a fazer os possíveis pra ajudar passando essa mensagem nas rádios nos jornais e telejornais nas redes sociais
Pra ver se obtemos alguma ajuda pra menina e encontrar-mos o paradeiro dos familiares
Hoje a menina esta no Américo boa vida e ja nao enxerga nada
So reconhece meu irmão pelas mãos e a voz
Meu irmão esta paciente em ajudar a menina
Mais a menina neste momento carece de cuidados especiais pra poder recuperar a visão
Passamos a mensagem de procura de paradeiro e a pedir ajuda e no ecos e facto e nada
Nem ajuda nem familiares
Peço um grande favor as manos para partilharem essa mensagem pra ver se conseguimos pelo menos encontrar os familiares
E depois a ajuda q tanto queremos
A menina chama-se sany
Ela diz q a Mãe chama-se titina(Tina)
O pai vava
E avo Luzia
Ela diz q vive no golfo
É uma menina muito inteligênte
Agradeço a vossa ajuda por favor
Manos essa menina tem 4 anos foi atropelada nos arredores do golfo a 4meses atras o carro arrastou-a até um determinado sítio
Sany como se chama vive passando de hospital pra hospital
Chegando ao hospital de Viana kapalanka minha cunhada q e enfermeira de lá comove-se com a história da menina e explica ao meu irmão mais velho q tmbm comoveu-se e decidiu ajudar a menina sany de 4anos q com acidente veio a partir o fémur e esta perdendo a visão aos poucos
Sem condições no mesmo hospital meu irmão foi comprando as coisas pra curar a grande escara q saiu na costas de tanto estar deita de costas
Eu e Lindomar Chiapulo nos deslocamos pra ver a menina e foi comovente
Mesmo sem ver criou um afecto por nós jamais visto
Estamos a fazer os possíveis pra ajudar passando essa mensagem nas rádios nos jornais e telejornais nas redes sociais
Pra ver se obtemos alguma ajuda pra menina e encontrar-mos o paradeiro dos familiares
Hoje a menina esta no Américo boa vida e ja nao enxerga nada
So reconhece meu irmão pelas mãos e a voz
Meu irmão esta paciente em ajudar a menina
Mais a menina neste momento carece de cuidados especiais pra poder recuperar a visão
Passamos a mensagem de procura de paradeiro e a pedir ajuda e no ecos e facto e nada
Nem ajuda nem familiares
Peço um grande favor as manos para partilharem essa mensagem pra ver se conseguimos pelo menos encontrar os familiares
E depois a ajuda q tanto queremos
A menina chama-se sany
Ela diz q a Mãe chama-se titina(Tina)
O pai vava
E avo Luzia
Ela diz q vive no golfo
É uma menina muito inteligênte
Agradeço a vossa ajuda por favor
Ticha
Gila. Portugueses em Angola. Facebook
Alemanha e França preparam ponte aérea para região afetada pelo ebola
Governo alemão
vai apoiar Cruz Vermelha financeiramente e preparar hospital móvel
http://noticias.r7.com/saude
As forças armadas da Alemanha e da
França preparam a criação em curto prazo de uma ponte aérea para transportar
ajuda de emergência aos países mais afetados pela epidemia de ebola, um projeto
no qual participarão 100 soldados e dois aviões de transporte germânicos.
O Ministério das Relações Exteriores
alemão informou desta iniciativa conjunta em comunicado no qual explica que a
base logística para esta ponte aérea poderia ser instalada em Dacar, capital do
Senegal. A previsão é que se dirijam para esse país dois aviões de transporte
tipo Transall e que 100 militares deem cobertura à missão. "Outros países
podem fazer parte desta cadeia logística", ressalta o comunicado do
ministério.
Junto a esta iniciativa, o governo
alemão apoiará a Cruz Vermelha financeira e logisticamente para preparar um
hospital móvel de mais de 200 camas e dois pontos de assistência sanitária
básica na região. Segundo o comunicado, as forças armadas estão prontas para
enviar à região um hospital militar com capacidade para 50 pacientes.
O Executivo de Angela Merkel, que
recebeu uma carta pessoal da presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf,
pedindo ajuda urgente, se compromete ainda a enviar equipamento médico,
remédios e alimentos às áreas mais afetadas e a formar pessoal sanitário no
terreno, sempre em coordenação com Nações Unidas e a comunidade internacional.
— Vamos atuar com toda rapidez e
forneceremos quanto esteja em nossas mãos – disse a chanceler em entrevista
coletiva na quarta-feira passada, quando qualificou a situação da Libéria de
"dramática".
Imagem: Angela
Merkel qualificou situação da Libéria de "dramática" Reuters/James
Giahyue
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