Por favor salvem esta menina. Apelo de Viana. Angola. Filha de 5 anos de idade que acerca de 2 anos está doente com Neoplasia Vesical (um tumor maligno na zona genital). O pouco que cada um pode dar já é muito para quem precisa, não precisamos ter muito para ajudar. Se cada um de nós depositar um pouco podemos ajudar a salvar a vida dessa menina. Quem puder ajudar pode depositar na conta: 000005001760033 ou IBAN A006.0034.0000.0500.1760.0334.1 de Lidia Manuel no banco Millenium

sábado, 10 de setembro de 2011

Líder da JURA (Juventude da UNITA) espancado na cadeia de Kakila


Luanda – Mfuka Muzemba, o Secretario-Geral da JURA, cujo paradeiro era até então desconhecido, pela direção do seu partido, foi transferido para uma prisão de alta segurança, conhecida como a cadeia de Kakila, localizada, nos arredores de Calumbo. O dirigente juvenil e um grupo de jovens detidos, nas mesmas circunstancias foram espancados no decorrer de uma sessão de tortura física e psicológica (não foram alimentados de sexta para sábado). Perto das 19h40, de Sexta feira, aquele líder juvenil foi o único a ser tirado da cela para uma suposta reunião que durou perto de duas horas.

Fonte: Club-k.net
Regime tortura adversários políticos
As 9h da manha deste sábado, os guardas dos serviços prisionais impediram que a mãe de um dos detidos identificado por Paulo Vaz pudesse receber visita, alegando “falta de autorização superior”. Após terem implorado, os familiares dos detidos conseguiram entregar alguns bens levados, quando eram 14 horas.

Mfuka Muzemba foi detido no passado dia 8 Setembro quando fotografava um grupo de jovens que protestava no largo Serpa Pinto em solidariedade aos manifestantes do dia 3 de Setembro. Foram também presos membros do Bloco Democrático que se deslocaram ao local para prestar solidariedade juvenil ao grupo que estava a ser julgado no tribunal da Ingombota.

A detenção de Mfuka Muzemba é agora aproveitada pelas as autoridades para dar a entender que as manifestações em Angola estão a ser realizadas pela UNITA. Numa recém entrevista, a emissora católica, Sebastião Martins, o Ministro do Interior, questionou a presença do mesmo ao local.

De acordo com informações plausíveis, Sebastião Martins, tenciona levá-lo a tribunal para ser julgado tão logo que outro grupo de “Carbono” Casimiro venha a ser condenado (Juiz foi orientado a soltar e aplicar uma multa pesada).

As autoridades, mostram-se cientes que não há provas que indicie crime da parte de Mfuka Muzemba. Tencionam apresentar o vidro partido de um carro da polícia como evidencia dos supostos estragos que provocou.
O regime vê na detenção de Mfuka Muzemba, como oportunidade de tirar proveito político. Logo após ao dia 3 de Setembro, o governo propagou que o primeiro grupo de manifestantes agrediu a policia e praticou actos de vandalismo. A soltura dos jovens, por falta de provas, colocará as autoridades numa posição em que a população pode concluir que o governo usou uma inverdade para incriminar os manifestantes.

A detenção de Mfuka Muzemba, obedece agora a cálculos destinados a levá-lo em tribunal e ser propagado como autor das manifestações. Embora haja a garantia de que venha a ser posto em liberdade, há estimativas indicam que o governo não iria permitir passar na televisão a parte final do julgamento para que vinque a idéia de que esta a ser julgado como o actor das manifestação.

As manifestações recentes deixaram as autoridades muito chocadas por ter estragado o trabalho de marketing feito na véspera do 28 de Agosto que visava promover a imagem de JES como lider de “carisma”. A nível do gabinete de acção psicológica da PR, a manifestação de 3 de Setembro, abafou o trabalho posto em curso que precipitou a promoção de um rumor que dava entender que JES iria sair do poder já em 2012.

A idéia do regime é passar a mensagem de que em Angola “esta tudo bem” e que os jovens não se manifestam por causa de problemas sócias, a que invocam mas porque são instigados pela UNITA. Em outras manifestações terão acontecido o mesmo, o que levou os manifestantes a responder que “eram maduros demasiados” para serem influenciados por partidos da oposição.

Lista dos presos politicos

Domingos Tove
Neves Cardoso
Alcibiades Kopumi
Agostinho Kamuango
Pedro Ulika
Isaías Celestino
Abaiao Mohindo
Afonso Vemba
Miguel Constantino/
João Dinis
José Morais
Cristóvão Segunda
Lito António
correia Domingos
José Tchilumbo
Mário Paulino Paulino Samacaca
Rodrigues Matumona
Daniel Silveira
Manuel Neto
Leonildo Eduardo
Agapito João
Mário Cristo
Mfuca Muzemba