Por favor salvem esta menina. Apelo de Viana. Angola. Filha de 5 anos de idade que acerca de 2 anos está doente com Neoplasia Vesical (um tumor maligno na zona genital). O pouco que cada um pode dar já é muito para quem precisa, não precisamos ter muito para ajudar. Se cada um de nós depositar um pouco podemos ajudar a salvar a vida dessa menina. Quem puder ajudar pode depositar na conta: 000005001760033 ou IBAN A006.0034.0000.0500.1760.0334.1 de Lidia Manuel no banco Millenium

sábado, 7 de setembro de 2013

Luanda. MINSA retira do mercado medicamentos perigosos


O Ministério da Saúde proibiu a distribuição, comercialização e o consumo de medica­mentos do lote 2A001 da Maxi­lase 300UCEIP, um anti-infla­matório apresentado em caixa de 60 comprimidos, assim como do Ceftriaxona, de 1000 miligramas, pó solvente usado para a confec­ção de uma solução injectável, que deveria funcionar como an­tibiótico.
A informação foi prestada no início da semana por Maria Júlia Simão, chefe do departamento de inspecção e fiscalização farma­cêutica do ministério da Saúde, em conferência de imprensa.
Ela revelou que os que os dois medicamentos, de origem portu­guesa, são fabricados pela empre­sa Sanofi Aventis, tendo registado alguns problemas, incluindo de conservação, que afectaram a sua eficácia, além de os tornar perigo­sos para a saúde humana.
«Este lote veio para Angola e depois de algum tempo notou­-se que os comprimidos estavam afectados com alguns problemas de estabilidade, e foram perdendo as suas características. Em face disso, mandados amostras para o laboratório de controlo de qua­lidade e notamos que o problema era de acondicionamento, pelo que decidimos retirá-lo do mer­cado», frisou Maria Júlia Simão em relação aos comprimidos anti­-inflamatórios
Quanto ao pó solvente em questão, a chefe da inspecção e fiscalização farmacêutica do mi­nistério da Saúde informou que a sua distribuição, comercialização e o consumo da são proibidos in­ternacionalmente.
«Aconselhamos a população a ter muito cuidado ao comprar medicamentos, como a Mala­ridose, o Coarten 20/120 mg, a Aspirina lisina 1,8 injectável, o L­-Artem, a Malaxine, a Ampimax 250 mg e a Malaxine plus», disse a fiscalizadora.
Maria Júlia Simão informou que muitos destes medicamentos entram no país de formas impró­prias através das fronteiras terres­tres, em especial as com a Repú­blica Democrática do Congo.
«Já apanhamos medicamen­tos escondidos em sacos de car­vão, dentro das colunas de som e materiais de construção. Esta­mos cada vez mais atentos a es­tes actos. E os comerciantes que forem encontrados a vender tais medicamentos serão multados com oito milhões de kwanzas», avisou.
In Semanário Angolense edição 531, 7 de Setembro de 2013