quinta-feira, 13 de agosto de 2009

“O cérebro, mundo impenetrável ao conhecimento humano”. (1)


(Evandro de A Bastos)

04/10/2008

A Ciência médica muito tem procurado investigar sobre o real funcionamento de nosso cérebro e o misterioso e extenso complexo de atividades por ele produzidas.

É verdade que grande parte que se busca, na área da investigação, encontra satisfatórios resultados, tanto para o campo das áreas da psiquiatria, da neurologia médica e cirúrgica.

Mas... Há mistérios em torno das suas infinitas funções que até hoje permanecem sem respostas a todos os questionamentos a que ele enseja, e que assim, nos parece inalcançáveis e inatingíveis.

A verdade sobre a vida humana ainda não está completamente esclarecida. Há muita coisa que precisamos saber e que não se pode, pelo pensamento ou por outro modo de conhecer, buscar respostas, pois a chave do arquivo misterioso não abre mão dos segredos que a Natureza determinou.

Desse grande obstáculo imposto, talvez, pelo poder Divino, nem as pesquisas científicas são capazes de alcançar, pois penso que a santa natureza teve motivos ao reservar, tão só, para si, os resultados do porquê a vida fora criada e de outros porquês que envolvem a transformação de tudo, sem que a espécie seja modificada.

Assim, os mistérios envolvidos pelo conjunto da formação de um aglomerado de minúsculos músculos, disposto de forma uniforme e de admirável hierarquia, auxiliado pelas funções do coração e de outros órgãos vitais à vida humana, vão se mantendo estranhos ao conhecimento.

Há, todavia, nesse mundo maravilhoso de atividades e funções produzidas e exercidas pelo cérebro explicações que nos levam à compreensão de tudo, ou do quase tudo, que se pode imaginar ou querer. Entretanto, indagações e respostas quanto ao: porquê nascemos, porquê vivemos, porquê morremos, porquê odiamos, porquê amamos, porquê somos capazes de inventar e construir coisas extraordinárias e complexas: porquê sabemos como destruir etc.etc. permanecem em silêncio e ,por tal silêncio, compreendemos como vetados, por serem estranhos e impróprios ao conhecimento humano.

Dizer-se, de forma corriqueira que: “o coração tem razões que a própria razão desconhece” é uma maneira carinhosa e hipotética em que colocamos o coração como símbolo do amor e da vida. A razão, sabemos ,é o resultado daquilo que o cérebro nos transmite como resultado do que pensamos e fazemos é ele, auxiliado pelos sentidos que, admiravelmente, nos coloca e nos leva as interpretações das mais diversificadas maneiras de se alcançar o raciocínio.

Em tudo na vida existem motivos. A própria vida é motivada pela essência da fecundação, o que geralmente faz eclodir a doce e santa natalidade. Mas para que haja a fecundação é necessário que um outro fator exista e que venha provocá-la, e a isso entendemos como sendo o circulo vegetativo da própria vida.