segunda-feira, 21 de setembro de 2009

K, a vitamina esquecida



A vitamina K tem vindo a ser ligada à saúde dos ossos. Coração e até da próstata, mas as articulações e as cartilagens podem beneficiar de uma suplementação com vitamina K. Esta vitamina que é muito pouco conhecida – a maioria dos profissionais de saúde liga-a apenas à coagulação do sangue – tem vindo a demonstrar papeis nunca antes suspeitados, tais como impedir a calcificação das nossas artérias.
O Professor Vermeer constata que os efeitos benéficos desta vitamina se estendem para além da saúde cardiovascular e óssea. Ele declara “Todas as doenças das cartilagens poderão beneficiar com a vitamina K2.”
A constatação das fontes de vitamina K tais como os vegetais verdes, produtos fermentados (natto e queijo), está a aumentar embora a maioria das pessoas ainda não tenha consciência dos efeitos benéficos e das fontes desta vitamina.

A vitamina K é conhecida como a vitamina esquecida pois é continuamente ofuscada por outros nutrientes mais bem conhecidos ou mais mediatizados. Contudo, esta vitamina liposolúvel é absolutamente essencial para formarmos ossos fortes e saudáveis, pois serve de “cola” que ajuda a inserir o cálcio e os outros minerais na matriz dos ossos. Inclusivamente, alguns estudos apontam para o facto que esta vitamina pode ter uma acção equivalente à dos medicamentos mais usados para a ostoporose, tipo Fosamax, mas sem os seus gravíssimos efeitos secundários.
A vitamina K também é essencial à prevenção da doença cardíaca, pois previne o endurecimento das artérias. Nas cartilagens, ossos, e articulações ela estimula a osteocalcina - uma proteína que aglomera os minerais no osso. Para além da sua conhecida acção pró-coagulante a vitamina K tem outros efeitos benéficos, nomeadamente:

Útil contra a doença de Alzheimer
Topicamente, reduz a descamação causada por agressão cutânea
Interfere com a insulina e com a glicemia (açúcar no sangue)
Propriedades antioxidantes
Benéfica com os tratamentos do cancro
Há que entender que a vitamina K tem várias formas, nomeadamente a K1 derivada das plantas e abundante nos espinafres, brócolos e couves; e a K2 produzida pelas bactérias amigas que colonizam o nosso intestino. Os alimentos fermentados como o natto e o kefir, têm tipicamente a maior concentração de K2 (menaquiona).
Na falta destes nutrientes é aconselhável fazer uma suplementação com menaquiona.


publicado por Anti-Envelhecimento às 17:25

http://anti-envelhecimento.blogs.sapo.pt/97885.html