Por favor salvem esta menina. Apelo de Viana. Angola. Filha de 5 anos de idade que acerca de 2 anos está doente com Neoplasia Vesical (um tumor maligno na zona genital). O pouco que cada um pode dar já é muito para quem precisa, não precisamos ter muito para ajudar. Se cada um de nós depositar um pouco podemos ajudar a salvar a vida dessa menina. Quem puder ajudar pode depositar na conta: 000005001760033 ou IBAN A006.0034.0000.0500.1760.0334.1 de Lidia Manuel no banco Millenium

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Pedófilos convencem crianças a fazer sexo online em 8 minutos


Especialistas em crimes virtuais afirmam que pedófilos online possuem uma série de técnicas para “quebrar o gelo” com crianças de até 12 anos.
O tempo total até que o sexo saia apenas da conversa e se torne algo real: oito minutos.
O estudo, da Universidade Middlesex, de Londres, durou quatro anos e descobriu que após três minutos de conversa online, o pedófilo já conseguia mudar o tema da conversa para tópicos sexuais. Cinco minutos depois, um laço já havia sido formado, mesmo que a atmosfera seja “tranquila e inocente”.
Os pesquisadores comentam que, entre as “características mais comuns e alarmantes”, está a revelação de que a maior parte dos pedófilos acredita que na internet “tudo é aceitável”.
“A maior parte dos pedófilos virtuais enxerga a internet como um local seguro, onde todas as formas de comportamento são permitidas, incluindo o abuso infantil”, afirma a autora do estudo, Elena Martellozzo.
O trabalho surgiu com base em acesso ao arquivo da polícia. Elena descobriu que muitos dos acusados justificam suas ações afirmando que “estão ajudando a crianças a aprender sobre sexo”, e dois terços deles se expõe usando uma webcam.

“Esse tipo de comportamento online é geralmente diferente no ‘mundo real’. Isso porque os pedófilos passam menos tempo conversando para chegar logo ao ponto. Isso também sugere que a internet remove inibições que acontecem cara a cara”, afirma a pesquisadora.
Ela salienta que os pais devem cuidar das crianças no espaço virtual da mesma maneira que cuidam no mundo real. “As crianças fazem coisas online que geralmente não fariam normalmente, incluindo divulgar fotos sem sentir vergonha”.
“Eu já discuti comportamento online com centenas de crianças e muitas não se dão conta de que tudo que fazem online deixa uma marca que vai estar lá para sempre”, finaliza. [Telegraph]