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sábado, 13 de agosto de 2011

Ministério da Saúde e OMS continuam a investigar causas de desmaios em escolas do país


12 de Agosto de 2011, 16:52
Luanda, 12 ago (Lusa) -- O ministro angolano da Saúde, José Van-Dúnem, disse hoje em Luanda que continuam as investigações para se detetarem as causas dos alegados desmaios coletivos que desde abril deste ano afetam escolas de Angola.
Em declarações à Agência Lusa, José Van-Dúnem disse que as investigações continuam com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS).
"Continuamos a investigar, temos o apoio da OMS nesta investigação, temos toxicólogos, epidemiologistas, farmacologistas, que com o nosso pessoal estão a investigar para chegarmos a uma informação detalhada da causa destes desmaios", disse o governante angolano.
Segundo José Van-Dúnem, o Ministério da Saúde não se pronunciou ainda sobre o facto porque continua a investigar. "A primeira coisa que tem que ficar clara é que não nos limitamos na partilha de informação, seja qual for o estádio que estejamos da nossa investigação. A segunda é que neste momento não temos informações conclusivas", referiu o ministro.
O governante angolano disse que o existe até agora é a definição do caso, ou seja, os doentes referem o cheiro de uma substância estranha, que varia, ao cheiro a borracha e outros que não conseguem identificar.
De acordo com o ministro, as vítimas apresentam também irritação nas narinas, na boca, mal-estar, dor de cabeça, fraqueza muscular e em algumas situações desmaios.
"Esta é a definição dos casos", disse o ministro, acrescentado que laboratorialmente alguns dos doentes apresentam "um reforço pilar - um reforço da trama do pulmão - que faz pensar num alergénio", explicou.
"Esta é a informação que temos neste momento", disse.
Instado a avançar um prazo para a conclusão das investigações, José Van-Dúnem disse que "a investigação não se compadece com a pressa", sublinhando que o mais importante é a garantir "qualidade na informação e que as pessoas não morram".
José Van-Dúnem disse que até ao momento não há registo de mortes, salientando que está a ser garantido apoio psicológico às vítimas.
No início de agosto, pela primeira as autoridades vieram a público prestar esclarecimento sobre o caso, tendo avançado, no entanto, que os exames laboratoriais feitos não esclarecia qual o tipo de produto tóxico na base dos desmaios.
Em conferência de imprensa, o segundo comandante da Polícia Nacional, comissário-chefe Paulo de Almeida, disse que as amostras enviadas para laboratórios de Portugal não produziram resultados.
Também no início de agosto, um balanço das autoridades angolanas divulgado na imprensa local revelava que, no período de uma semana, mais de 800 pessoas tinham desmaiado, por alegada inalação de substâncias tóxicas nas províncias de Luanda, Cabinda, Cunene, Huíla e Namibe.
NME
Lusa/Fim