SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA. banco millennium Angola, o crematório nazi. Fechar portas e janelas porque terríveis toneladas de fumo do gerador da morte horrível da engenharia criminosa dos tugas que tudo fazem para nos exterminarem para que consigam empregos. As crianças, bebés morrem cancerosas dos pulmões porque o ordens superiores o ordenou. Em Luanda sem matar não se pode facturar. Os tugas têm que nos matar em todos os apartamentos nos gasear. É na rua rei Katyavala em frente à Angop

terça-feira, 9 de Agosto de 2011

Presos na Comarca de Luanda são Tratados Pior que Cães


O Novo Jornal conversou com vários presos, alguns dos quais não quiseram identificar-se por receio de represálias. Um deles disse que contraiu tuberculose na cadeia.
“Isto aqui é um inferno, somos tratados pior que cães. A cela em que estou tem mais de 35 pessoas, não há casa de banho, a comida mistura-se com fezes de ratos e baratas, os presos doentes com tuberculose e sida estão junto com os demais. Eu entrei bem na cadeia, sem doenças, hoje estou a morrer aos poucos, porque contraí uma tuberculose e não estou a receber tratamento”, relata.
O jovem, de 23 anos, encontra-se na Cadeia da Comarca de Luanda há sete meses. “Tive uma briga com um amigo, quando a polícia chegou levou-me”, lembra em jeito de explicação.
Segundo o jovem, na Comarca Central de Luanda falta de tudo: médicos, enfermeiros, remédios, sabonetes, comida e água. E dignidade.
O jovem denuncia os maus-tratos e abusos que têm sofrido dentro da cadeia quando não querem fazer a vontade dos agentes dos serviços prisionais. Entre as denúncias está também a cobrança de dinheiro dentro da cadeia aos presos mais novos pelos mais antigos.
Uma outra fonte que falou ao NJ e que está preso há seis anos disse que a superlotação na Comarca Central de Luanda é um problema antigo. “Eu sou o chefe, mando em todos na caserna. Há aqueles presos que quando chega um novo querem bater, mas eu não permito. Aconselho a todos que devemos respeitar os outros, porque não é nada fácil estar aqui, principalmente os miúdos que, às vezes, ficam sem saber como se defender”.
Questionado sobre a idade do preso mais jovem da cela, responde que tem 16 anos e há muitos nestas condições na Comarca de Luanda.
NJ
ANGOLA24HORAS

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