Por favor salvem esta menina. Apelo de Viana. Angola. Filha de 5 anos de idade que acerca de 2 anos está doente com Neoplasia Vesical (um tumor maligno na zona genital). O pouco que cada um pode dar já é muito para quem precisa, não precisamos ter muito para ajudar. Se cada um de nós depositar um pouco podemos ajudar a salvar a vida dessa menina. Quem puder ajudar pode depositar na conta: 000005001760033 ou IBAN A006.0034.0000.0500.1760.0334.1 de Lidia Manuel no banco Millenium

terça-feira, 17 de maio de 2011

BNA abandona os doentes Angolanos em Portrugal


Vimos por esta denunciar mais uma vez as actitudes pouco claras da Direcção dos Recurso Humanos do Banco Nacional de Angola (BNA) em relação aos comporomisso assumidos com a doente que se encontra em tratamento em Lisboa, desde 2006, ao cuidado do hospital de Assistência Médico- Social – Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, Lisboa – Portugal (SAMS), de quem sou acompanhante (esposo).

ANGOLA24HORAS

Em conformidade com a comunicação n.º860/DRH/11 do Departamento dos Recursos Humanos daquela instituição bancária, no decurso do passado mês de Março, a doente deveria regressar à Angola, embora este documento fosse recebido apenas no dia 15 de Abril, cujos bilhetes enviados no dia 09 de Maio de 20011 à agência de viagens TAAG e tendo sido informado pelos SAMS sobre a dita viagem e o levantamento dos respectivos bilhetes pelas 15 h e 17 min. do mesmo dia. Sendo estes, levantados apenas no dia seguinte (10 de Maio) e verificado que a viagem estava marcada para dia 11 de Maio, ou seja, dia seguinte, motivou a desmarcação da referida viagem. É evidente que ninguém faz uma viagem assim em 24 horas e sobretudo quando esta pessoa não se encontra nas melhores condições físicas. Lamento a falta de sensibilidade da Sra. Drª. Daniela (sub-Directora dos Recursos Humanos do BNA) pelo facto de ter se deslocado a Lisboa no passado dia 29 de Março, supostamente para tratar assuntos relacionados com os doentes em junta médica, tendo se limitado a uma reunião com a Direcção dos SAMS, ignorando pura e simplesmente as pessoas visadas. Sei porém, que esta deslocação feita pela Sra. Sub-Directora, envolveu avultadas somas de dinheiros públicos a avaliar pelo hotel em que se hospedou o que escandaliza-me, pois, muitos doentes atravessam sérias dificuldades de ordem financeira. Já me habituei a esta forma desuhumana de tratar as pessoas, mas tratando-se de uma viagem de regresso definitivo ao país, seria necessário que o aviso fosse feito com alguma antecedência assim como se efectuasse acima de tudo o pagamento dos subsídios em atraso desde o passado mês de Março.
Segundo a Sra. Sub-Directora, os relatórios médico foram enviados para o seu correio electrónico e sem conhecimento da doente, situação confirmada pelo advogado dos SAMS e segundo este, tudo foi a pedido do Sra. Sub-Directora, o que considero invasão da privacidade, pois, tudo quanto sei a Sra. Sub-Directora não tem formação médica que lhe permite interpretar os dados clínicos dos doentes, o que constitui de alguma forma a violação dos direitos elementares na medida em que a via utilizada é susceptível de difamação da vida privada.
No entanto, a doente ainda deverá apresentar alguns exames médicos à médica assistente cuja a consulta se encontra em lista de espera no hospital de St.ª Maria, em virtude da referida especialidade não existir no hospital dos SAMS além de faltar honrar os compromissos assumidos com os serviços essenciais que vão desde as rendas de casa (águal, luz e gás), despesas com a farmácia e outros. Recordo que a Sra. Sub-Directora não precisou informar-se antes de tomar a sua precipitada decisão acerca das especialidades médicas que o SAMS não dispõe mas que em casos de necessidade envia os doentes para outros hospitais do sistema nacional de saúde, designadamente os hospitais públicos.
Por outro lado, tudo indica tratar-se de uma forma de rataliação face à denuncia que fiz, em nome do colectivo de doentes em Portugal, no passado dia 17 de Janeiro do ano em curso, pelo que chamo a atenção das entidades competentes, pela a garantia da minha segurança pessoal e famíliar, pois, sei que o meu regresso pode ser uma condição para continuar a ser perseguido uma vez que esta perseguição já inicou cá em Lisboa dada as denuncias que fiz e estas não tendo sido encaradas como uma forma pacíifica de protesto com vista a melhoria das condições de vida, mas sim como de motivo de perseguição.
A semelhança do que fiz há 4 meses, denuncio veemente esta forma desumana de tratamento de quem quer que seja e de lidar com questões tão sensiveis como é o caso de pessoas deontes e ao mesmo tempo peço a quem de direito, nomeadamente, S. Exa. Sr. Presidente da República, Sr. Governador do BNA e entidades afins para que possam zelar urgentemente por esta situação.
NP