APELO AO PR JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS. O banco millennium Angola na rua rei Katyavala roubou-nos o terreno e nele montou um gigante gerador que dia e noite nos mata com fumo mortal. Não se justifica este crime horrível porque há energia eléctrica. Os moradores já se queixaram mas em vão. Já há anos que vivemos de janelas e portas fechadas. Apelamos para que V. Ex.ª ordene o fim imediato deste crime e que os culpados sejam enviados para a justiça e que os lesados recebam as devidas indemnizações.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A Definição de Morte


Por muito tempo a definição de morte estava ligada à parada de funcionamento do coração e a conseqüente parada de respiração. O desenvolvimento tecnológico deste século fez surgirem medicamentos e máquinas capazes de restaurarem a vida poucos minutos após a parada do coração e em algumas situações mantê-la indefinidamente.

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A partir de então as autoridades médicas passaram a considerar a morte cerebral como a definição biológica de morte. A falta de oxigênio ou anoxia pode levar a um estado tal de lesão das células cerebrais que a pessoa não pode mais acordar mesmo sob efeito de estimulação eficiente, apesar de manter seu coração e pulmões em funcionamento.

É o estado de coma irreversível. Nesta situação o exame eletrencefalográfico não mostra qualquer tipo de atividade, sendo que este exame deve ser repetido após 24 horas da realização do primeiro e manter o mesmo padrão. Alguns hospitais exigem também a realização do exame angiográfico cerebral que mostra a ausência completa de circulação sangüínea no cérebro quando há morte cerebral.

A suspensão dos procedimentos médicos que mantém o coração e os pulmões em funcionamento por longos períodos diante do diagnóstico de morte cerebral é problemática, levantando importantes questões éticas. Tais decisões podem ser tomadas por comitês compostos de médicos, enfermeiras, religiosos, assistentes sociais e psicólogos, além de membros da família do paciente. Cada situação deve ser vista de maneira particular o que impede o estabelecimento de normas.

O desenvolvimento dos procedimentos de operações de transplantes de órgãos a partir de cadáveres contribuiu muito para uma profunda análise médico-legal do problema da morte. Difíceis questões legais passaram a ocorrer diante de pessoas em estado de coma irreversível.

O "direito de morte", por exemplo, que preconiza a interrupção da vida do paciente em morte cerebral ou mesmo nos casos de moléstia terminal, para se evitar o prolongamento de sofrimento desnecessário, é uma questão crucial. São situações que envolvem a questão da eutanásia, ou mais precisamente a indução de morte suave em casos especiais, que não estão ainda bem definidas.

No início do século as pessoas morriam em casa ao lado de seus familiares. A partir da metade deste século o local de morte passou a ser o hospital freqüentemente longe de familiares. Atualmente há uma clara tendência de se voltar aos procedimentos do início do século com cuidados especiais que diminuiriam a dor e propiciariam melhores cuidados psicológicos.

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