Por favor salvem esta menina. Apelo de Viana. Angola. Filha de 5 anos de idade que acerca de 2 anos está doente com Neoplasia Vesical (um tumor maligno na zona genital). O pouco que cada um pode dar já é muito para quem precisa, não precisamos ter muito para ajudar. Se cada um de nós depositar um pouco podemos ajudar a salvar a vida dessa menina. Quem puder ajudar pode depositar na conta: 000005001760033 ou IBAN A006.0034.0000.0500.1760.0334.1 de Lidia Manuel no banco Millenium

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Surto de sarampo “ataca” munícipes de Ndalatando


Ndalatando – A cidade de NDalatando, capital da província do Kwanza Norte, está a ser invadida por um surto de sarampo, desde os finais do mês de Maio último. A informação foi revelada por Evalina Zangui, chefe do departamento de saúde pública da Direção Provincial de Saúde daquela província.

Fonte: Club-k.net
Evalina Zangui confirmou que “o sarampo é uma doença viral é grave neste tempo de frio a nossa província está a ser assolada pelo sarampo já estamos a considerar como um surto”. De acordo com a mesma dos 130 casos registados em muitos bairros de Ndalatando, três já resultou em óbitos. A médica aponta o bairro da Kipata como sendo o mais endémico pelo facto de ter registado 23 casos.
“Esses são apenas os casos intra-hospitalar aqueles que internaram, acredito que ainda tenha dentro da comunidade mais casos, por isso reunimos com os sobas no sentido de nos ajudar na identificação de mais casos de sarampo na comunidade”, asseverou, acrescentando  que “esses óbitos chegaram tardiamente aos serviços de saúde e as unidades sanitárias não conseguiram fazer nada”.
A responsável disse que perante este surto, deve se fazer campanhas de vacinação de bloqueio nos locais onde há maior incidência da doença mas é preciso o reforço da direção nacional de saúde pública.
Entretanto, este portal soube de uma outra fonte que a Direção provincial de saúde do Kwanza Norte bate-se com problemas de insuficiências de dozes de vacinas contra raiva, sarampo, tétano dentre outras porque desde Janeiro até agora, Luanda onde estão as estruturas máximas da saúde ainda não enviou nenhum contingente médico, situação que está a fazer com que não haja rotinas de campanhas de vacinações contra sarampo, raiva e tétano, justificou a nossa fonte.