quarta-feira, 14 de julho de 2010

Estudo indica que superstição pode realmente fazer diferença


Pesquisadores da Universidade de Colônia, na Alemanha, fizeram uma série de testes para determinar até onde a prática de algumas superstições pode realmente fazer algum efeito sobre a busca de algum objetivo pessoal. Eles descobriram que as atitudes supersticiosas, indiretamente, podem realmente afetar em algumas coisas.

O primeiro tipo de experimentos era para verificar a “eficiência” de se cruzar os dedos por outra pessoa antes da atuação desta em algum teste. No primeiro, participantes tinham que acertar uma tacada de golfe. Aqueles para os quais os pesquisadores disseram que aquela bolinha dava sorte tiveram resultado melhor do que os voluntários para os quais nada foi dito.

Em outro teste, os pesquisadores diziam: “estou cruzando os dedos por você”, para alguns dos participantes, em um jogo semelhante de pontaria. Mais uma vez, aqueles para os quais se desejou sorte foram melhores.

Ainda reuniram os voluntários para fazer anagramas e testes de memória. Para alguns, foi permitido que mantivessem seus amuletos durante os testes. Os “sortudos” mais uma vez tiveram desempenho melhor do que aqueles que precisaram se desfazer do amuleto.

A teoria para este panorama, segundo os pesquisadores, é que a fé na sorte traz fuás vantagens: tira um bom tanto do nervosismo que envolve uma pessoa antes de passar por um teste importante, já que ela “transfere” cegamente grande parte da responsabilidade sobre o seu desempenho para um amuleto. Além disso, torna o supersticioso mais confiante, o que tem um efeito igualmente benéfico. [Life's Little Mysteries]

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